Viva o 11º Aniversário do Comintern (EH)!



31 de Dezembro de 2000

31 de Dezembro de 2011



 

 

11 Anos – 5 Clássicos

Viva o Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo!

Viva o Comintern de Lenine e de Estaline!



Caros camaradas!

Por ocasião do 11º Aniversário do Comintern (EH) e do ano novo que está prestes a começar, o Comintern (EH) deseja enviar a todos os camaradas de todo o mundo:

saudações Estalinistas-Hoxhaistas!

Simultaneamente, nós gostaríamos de agradecer a todos os camaradas de todo o mundo pelas mensagens de parabéns que nos enviaram por ocasião do 11º Aniversário do restabelecimento da Internacional Comunista, e gostaríamos também de lhes agradecer por mais um ano de apoio à construção do Comintern (EH)!

 

Nós desejamos a todos os camaradas de todo o mundo um ano de 2012 revolucionário e militante!

 

A Internacional Comunista (Estalinista-Hoxhaista) é o único partido global da revolução proletária mundial. Nós decidimos colectivamente o nosso primeiro plano anual em 2012 e nós devemos colocá-lo em prática de maneira bem sucedida.

 

Em 2012, nós devemos fortalecer a frente unida globalizada contra a crise do capitalismo mundial e pelo socialismo mundial!

 

Os esforços desesperados invocando a reconciliação das classes por parte dos liberais, dos reformistas, dos revisionistas e dos neo-revisionistas com o objectivo de tentarem lidar com a crise mundial enfrentam a indignação crescente e a resistência das massas de todo o mundo. Em 2012, as frentes de classe globalizam-se e consolidam-se. As massas estão cada vez mais conscientes de que cada nova correcção revisionista para contrariar a crise só vai conduzir a que a crise se aprofunde cada vez mais. A crise mundial ensina ás massas que os políticos burgueses têm obrigatoriamente de seguir as regras da inevitabilidade do lucro – e isto significa: ainda mais exploração e opressão das massas. E isto conduz inevitavelmente a uma situação revolucionária á escala mundial.

Nunca antes na história as massas mundiais foram forçadas pelo capital financeiro internacional a terem de suportar um tal peso de dívidas globais como aquele a que estão sujeitas no contexto da actual crise capitalista mundial. E o ano de 2012 não vai trazer nenhuma melhoria. Pelo contrário, ocorrerá uma tremenda proliferação global da miséria, da exploração, da opressão e da escravatura. Os governos burgueses de todos os países são os instrumentos obedientes da ditadura mundial do capital financeiro que está condenada á queda e ao colapso. A ditadura mundial do capital financeiro não se detém perante nada – á excepção da ditadura do proletariado mundial!



O ano de 2012 será um ano de intensa luta de classes

contra o peso das dívidas e contra todos os outros efeitos da crise global que se fazem sentir sobre as classes exploradas e oprimidas!

 

Nada nem ninguém vai conseguir resolver a crise do capitalismo mundial á excepção de nós próprios. O proletariado revolucionário mundial sob a liderança do Comintern (EH) é o coveiro do capitalismo. É nossa tarefa unir o proletariado mundial e os povos do mundo com o propósito de derrubar os exploradores capitalistas e de destruir o seu sistema de repressão á escala global. Nós lutamos por um mundo sem dívidas e sem crises capitalistas – nós lutamos pela vitória do Trabalho mundial sobre o Capital mundial!



O ano de 2012 será um ano de grandes batalhas de classe entre o Capital global e o Trabalho global!

 

Quanto mais a crise mundial do capitalismo se aprofunda e se expande, mais forte e mais ampla se torna a revolução mundial, e consequentemente, mais brutais serão os ataques da burguesia, que adoptarão os métodos do fascismo e do social-fascismo. O caminho para a maré revolucionária mundial vai acelerar-se – e isto sucederá em todos os países do mundo sem excepção – na mesma medida da contra-revolução internacional. Assim, uma unidade mundial anti-fascista / anti-social-fascista será criada. Através das acções unidas internacionais, os proletários de todos os países vão aniquilar e abolir o poder do capital financeiro internacional.



O ano de 2012 será um ano de luta tanto contra o fascismo mundial como contra o social-fascismo mundial!

 

Em 2011, os imperialistas mundiais sofreram derrotas políticas e militares. A sua fraqueza é obviamente causada pela expansão e pelo aprofundamento das lutas de libertação dos povos. As forças da libertação nacional lutam contra as pressões da crise do mundo capitalista e revisionista fazendo com que a revolução vá avançando, especialmente nos países Árabes. O crescimento da luta anti-imperialista une todos os povos á escala global.



O ano de 2012 será um ano de unificação dos grandes movimentos anti-imperialistas de libertação dos povos!

 

Ao mesmo tempo, em 2012 a crise política vai aprofundar as contradições entre as potências imperialistas mundiais. A sede pelos lucros impossibilita qualquer tipo de esforços mútuos para lidar com a crise. A luta pela redistribuição do mundo entre o imperialismo Ocidental e o social-imperialismo Oriental traduz-se no aumento dos conflitos no seio do mundo imperialista, o que faz aumentar o risco de ocorrência de uma nova guerra mundial. A crise mundial conduz inevitavelmente às guerras imperialistas. O ano de 2012 significa: A guerra das classes exploradas e oprimidas contra a guerra imperialista!



O ano de 2012 será um ano de luta unida das classes exploradas e oprimidas contra as guerras imperialistas

com o objectivo de destruir o sistema que lhes dá origem – o imperialismo mundial!

 

Nós temos de construir uma frente unida global tanto contra as guerras imperialistas como contra as guerras social-imperialistas! Durante o processo de unificação do proletariado mundial e dos povos contra as guerras imperialistas / social-imperialistas, a revolução socialista mundial desenvolve-se ainda mais rapidamente. Ou a guerra imperialista será evitada pela revolução socialista mundial, ou a guerra imperialista dará à luz a revolução socialista mundial!



O ano de 2012 será um ano de derrotas militares, políticas e económicas para o imperialismo mundial!

 

A crise mundial fará com que o ano de 2012 seja transformado num ano repleto de revoltas revolucionárias unidas á escala global!

A vitória da revolução socialista mundial é inevitável!

A gloriosa época do socialismo mundial começará em breve!

Vamos em frente com o Comintern (EH) pela revolução socialista mundial!

Vamos em frente no espírito dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo!

Viva o internacionalismo proletário!

Viva o comunismo mundial!

 



 

 

 

 

 

Mensagem de saudação

 

do Comintern (EH) para o PLI (ML)

 

22 - 12 - 2011


 

 

O Comintern (Estalinistas-Hoxhaistas) gostaria de saudar os Maxistas-Leninistas Italianos por ocasião da fundação do Partito del Lavoro d’Italia (Marxista-Leninista) no dia 21 de Dezembro de 2011, o 132º aniversário do Camarada Estaline, o glorioso Professor e Líder da Vitória Proletária. A fundação do PLI (ML) expressa as aspirações mais profundas do proletariado Italiano explorado que deseja viver não apenas numa Itália socialista mas também num mundo socialista.


O PLI (ML) é o herdeiro de antigas tradições revolucionárias inestimáveis. Na verdade, a luta do povo da península Itálica contra as classes opressoras vem desde há mais de dois milénios. Já nos tempos da antiga Roma, a classe explorada dos escravos desempenhou um papel essencial na luta contra a nobreza Romana que dominava o Império e que retirava o seu poder e os seus lucros não apenas da exploração do povo Romano, mas também da exploração de muitos outros povos Europeus e não-Europeus. Toda a história do antigo Império Romano é uma sequencia incessante de uma dura luta de classes entre os escravos e os trabalhadores oprimidos, por um lado, e a aristocracia esclavagista Romana, por outro lado. Um dos episódios que melhor simboliza estas lutas de classe foi a revolta de escravos liderada por Spartacus contra o sistema esclavagista.


Mais de 2000 anos mais tarde, os Proletários Italianos continuaram a dar provas de grande coragem e audácia durante a luta contra a ordem Fascista que lhes foi imposta pelos industriais, pelos banqueiros e pelos latifundiários com o propósito de reprimirem o movimento operário e de impedirem o socialismo e o comunismo. Os fascistas Italianos pagos pelas classes dominantes forçaram o povo Italiano a viver sob um reino de terror, a viver sob a forma explícita de ditadura da burguesia. Através de apelos colonialistas e de slogans racistas, o fascismo Italiano tentou afastar o proletariado Italiano e os trabalhadores explorados da ideologia Marxista-Leninista. É claro que os bravos operários Italianos não hesitaram em combater o fascismo e, com esse objectivo, o proletariado Italiano formou destacamentos partisans de luta anti-fascista. Os partisans Italianos que lutaram contra o fascismo tanto antes como durante a Segunda Guerra Mundial foram guerreiros proletários heróicos que sacrificaram as suas próprias vidas na luta contra o fascismo. No entanto, apesar da coragem e da audácia das forças partisans Italianas, a verdade é que os seus esforços e sofrimentos revolucionários seria traídos pelo vírus revisionistas e pró-burguês que tinha contaminado o movimento “comunista” Italiano desde há muitos anos.


O movimento de resistência do povo Italiano contra o fascismo assumiu um grande desenvolvimento especialmente após a capitulação da Itália. No Norte da Itália, que ainda estava ocupada pelos Alemães, por iniciativa do partido, a guerra de libertação, que incluiu as amplas massas dos operários, camponeses, intelectuais e outros anti-fascistas, foi organizada. Grandes destacamentos partisans regulares foram criados, a imensa maioria deles sob a liderança do partido. (…)


Enquanto que no Norte de Itália a luta do partido em geral foi desenvolvida na direcção certa, e poderia ter conduzido não apenas á libertação do país mas também ao estabelecimento do poder popular, e no Sul e a uma escala nacional o partido não levantou a questão da tomada do poder. (…) Numa época em que existiam condições favoráveis no país para levar a cabo a revolução, o programa do Partido Comunista era mínimo. O partido era por uma solução parlamentar dentro dos limites da ordem burguesa.” (Enver Hoxha, Eurocommunism is Anti-communism – capítulo II: Eurocommunism, an ideology of submission to the bourgeoisie and imperialism, Tirana, 1980, traduzido a partir da edição em Inglês).


O Partido “Comunista” Italiano foi fundado em 1921. Apesar da sua designação aparentemente revolucionária, as origens do revisionismo Italiano estiveram presentes no partido desde o início. Um dos principais fundadores do PCI foi António Gramsci (1891-1937), uma figura que ainda hoje é querida de todos os revisionistas e pseudo-comunistas. Os revisionistas em geral e os revisionistas Italianos em particular tentam retratar Gramsci como sendo um “verdadeiro comunista” cujo “talento revolucionário” teria alegadamente sido destruído por Estaline, o “tirano cruel” que supostamente “se recusou a aceitar o “extraordinário génio criativo de Gramsci” porque “as posições verdadeiramente Marxistas de Gramsci estavam em total oposição ao sistema de poder pessoal totalitário que Estaline tinha criado.” Os revisionistas Italianos tratam o facto de as Obras de Gramsci não terem sido publicadas na União Soviética Estalinista como uma prova de que Gramsci teria sido uma “vítima da repressão Estalinista”.

É claro que isto não é mais do que uma mentira odiosa. O Camarada Estaline recusou-se a publicar as Obras de Gramsci porque ele compreendeu muito bem quem Gramsci realmente era, porque o camarada Estaline percebeu correctamente que as “teorias criativas” de Gramsci não eram mais do que um monte de lixo pró-burguês e pró-capitalista. Gramsci rejeita totalmente a teoria Marxista-Leninista-Estalinista que considera a classe e a luta de classes como um conceito central. De facto, Gramsci até recusa abertamente o princípio da ditadura proletária, substituindo-o pela ideia ridícula e abstracta da “hegemonia proletária”. De acordo com Gramsci, a transição do capitalismo para o socialismo terá que ver não com o domínio proletário ou com a repressão da classe capitalista exploradora, mas sim com uma espécie de “luta cultural” na qual o proletariado vai finalmente atingir a “hegemonia cultural” sobre os capitalistas. É óbvio que esta teoria é totalmente falaciosa. Uma classe só pode atingir a supremacia cultural se tiver controlo e poder absoluto sobre todos os meios de produção, sobre a base material e produtiva da sociedade. Assim, o proletariado só pode concretizar o domínio cultural se ele tiver derrubado e derrotado a burguesia, se ele tiver privado a burguesia de todos os meios de produção, se ele tiver implementado a ditadura proletária de forma a reprimir os exploradores e a esmagar os alicerces da ordem capitalista. De facto, o proletariado só vai adquirir a supremacia cultural total numa etapa mais ou menos avançada do socialismo, porque nas fases iniciais do socialismo o proletariado terá de lutar arduamente contra as influências culturais burguesas e capitalistas que podem ainda manter o seu poder sobre as massas durante algum tempo, isto apesar de por essa altura a burguesia já não existir como classe.

O facto de Gramsci ter morrido nas prisões fascistas ajudou os revisionistas a apresentarem-no como um “mártir heróico”. No entanto, a verdade é que nunca houve uma verdadeira contradição entre os fascistas e Gramsci. Ambos apoiavam teorias reaccionárias que têm exactamente o mesmo propósito: defender e perpetuar a tirania opressiva e exploradora do capitalismo.


Após a derrota da Itália na Segunda Guerra Mundial, o Partido “Comunista” Italiano recusou todas as oportunidades para conquistar o poder através da violência revolucionária e os líderes revisionistas Italianos – dos quais Togliatti e Berlinguer foram os mais famosos – assumiram abertamente a sua aderência á ideologia capitalista, rejeitando assim os princípios mais fundamentais do Marxismo-Leninismo. Togliatti (cujo pseudónimo era “Ercoli”) já era um traidor do proletariado mundial desde a época em que ele era um dos líderes do Comintern. No VII. Congresso do Comintern, a sua “resolução sobre a guerra” constituiu um desvio de direita em relação á linha Estalinista.

No seu brilhante livro “O Eurocomunismo é Anticomunismo”, o camarada Enver Hoxha desmascara o revisionismo Italiano:


Quando o fascismo foi derrubado, o Partido Comunista Italiano tinha elaborado e adoptado uma plataforma política e organizacional oportunista. Palmiro Togliatti impôs ao seu partido a linha da colaboração de classes com a burguesia e com os seus partidos. No Plenário do Conselho Nacional do Partido que teve lugar naquele tempo, Togliatti declarou: “Nós não encaramos a tomada do poder como um objectivo da nossa luta por causa das condições nacionais e internacionais; nós queremos apenas destruir completamente o fascismo e criar “uma democracia verdadeiramente progressista e anti-fascista” (…)


Após o 20º Congresso do Partido Comunista da União Soviética, Togliatti e o Partido Comunista Italiano proclamaram publicamente as suas velhas posições revisionistas. Tal como os Krushchevistas se apressaram a transformar a União Soviética num país capitalista, também Togliatti e companhia se apressaram a integrarem-se no sistema capitalista Italiano.” (Enver Hoxha, Eurocommunism is Anti-communism – capítulo II: Eurocommunism, an ideology of submission to the bourgeoisie and imperialism, Tirana, 1980, traduzido a partir da edição em Inglês).


Os revisionistas Italianos elaboraram a ideia de atingir o “socialismo” através da Constituição burguesa há muito tempo atrás. Nos seus discursos, tão cedo como em 1944, Togliatti declarou que alegadamente os tempos tinham mudado, que a classe operária tinha mudado e que os caminhos para a tomada do poder tinham mudado também.Com isto ele queria dizer que “o tempo das revoluções acabou e os tempos das evoluções chegou”, que “o poder só pode ser conquistado através de reformas, através do parlamento e dos votos”.


O Partido Comunista Italiano (…) não é, e nunca foi a favor do estabelecimento de uma sociedade socialista em Itália, nem hoje, nem amanhã nem nunca.” (Enver Hoxha, Eurocommunism is Anti-communism – capítulo III: Reformist ideology and political opportunism - fundamental characteristics of the eurocommunist parties, Tirana, 1980, traduzido a partir da edição em Português).


Desde então, o PCI foi um dos mais odiosos partidos anti-socialistas de todo o mundo. De facto, muito poucos revisionistas se podem “gabar” de serem tão pró-capitalistas, tão pró-fascistas, tão vendidos á burguesia como o PCI. Os líderes revisionistas Italianos foram sempre os lacaios mais fiéis das classes exploradoras Italianas. Eles sempre fizeram tudo para perpetuar eternamente a exploração capitalista através da utilização do PCI como instrumento de “reformas sociais” cujo propósito era calar os trabalhadores dando-lhes algumas esmolas ridículas dos super-lucros capitalistas através de “medidas” parlamentares enganosas e do sindicalismo burguês, fazendo-os assim acreditar que a ideologia Marxista-Leninista revolucionária estava ultrapassada e que o “estado democrático” lhes daria tudo aquilo de que eles precisam, sem necessidade da ditadura proletária. Por outro lado, a burguesia Italiano também tirou grandes vantagens do facto de ter os deputados do partido “comunista” no parlamento capitalista, porque graças a isto, a burguesia Italiana poderia facilmente enganar os trabalhadores oprimidos através da manutenção de uma falsa fachada “democrática”, persuadindo-os de que o estado já não era um instrumento de domínio capitalista porque até o partido “comunista” era autorizado a exprimir “livremente” as suas opiniões:


“ (…) a classe operária da Itália ansiava por justiça social, esperava que as coisas fossem mudar e que por fim ela teria direito a que a sua palavra contasse. Mas isto não aconteceu por causa da organização e da administração da vida do país por parte dos vários partidos burgueses, incluindo o Partido Comunista. Para enganar as massas e para lhes dar a impressão de que a sua voz estava a ser ouvida no governo do país, eles prepararam a vida política de forma a incluir partidos maioritários e partidos minoritários, de forma a incluir partidos no poder e partidos na oposição, com todos os jogos e esquemas parlamentares e com todas as mentiras e hipocrisias que isso implicava.


(…) o Partido Comunista Italiano recebeu (…) pastas de reduzida importância, que a grande burguesia Italiana lhe “ofereceu” dentro dos limites do jogo “democrático”, de maneira a fortalecer a sua posição, a restaurar o seu exército, a polícia e todo o aparelho de repressão com o objectivo de usar a presença dos comunistas no governo para destruir e paralisar qualquer tendência da classe operária e do povo Italiano para ajustarem contas com aqueles que os exploraram (…).” (Enver Hoxha, Eurocommunism is Anti-communism – capítulo II: Eurocommunism, an ideology of submission to the bourgeoisie and imperialism, Tirana, 1980, traduzido a partir da edição em Inglês).


Actualmente, o PCI já não existe, mas as suas tendências social-fascistas ainda dificultam gravemente o espírito revolucionário do proletariado Italiano. É contra estas influências nocivas que o PLI (ML) vai lutar com todas as suas forças.


Além do mais, um dos principais centros da contra-revolução mundial está localizado precisamente em Itália. É o Vaticano ultra-reaccionário, cujo poder anti-socialista afecta os trabalhadores não apenas na Itália mas um pouco por todo o mundo. O Vaticano Católico foi um dos principais aliados do Fascismo Italiano. De facto, ao longo da História, o Vaticano tem escolhido invariavelmente o lado das forças mais retrógradas da mais negra reacção. Mas agora, graças á fundação do PLI (ML), as massas trabalhadoras Italianas poderão lutar pela eliminação das influências venenosas e ultra-reaccionárias da religião Católica, em geral, e do Vaticano, em particular.


O PLI (ML) vai esforçar-se por espalhar as Obras dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha em Itália de forma a inculcar a ideologia Marxista-Leninista-Estalinista-Hoxhaista nas mentes dos trabalhadores Italianos oprimidos e vai certamente tornar-se na gloriosa vanguarda das massas exploradas Italianas, cumprindo a sua missão de liderar a libertação do proletariado Italiano da escravatura assalariada e da ideologia anti-comunista.


Hoje em dia, algumas das correntes mais perigosas do revisionismo (Maoismo, Titoismo, Togliattismo, Trotskismo, Guevarismo, etc. …) ainda detêm um poder enorme sobre o proletariado Italiano, extinguindo assim o seu espírito militante e revolucionário em benefício da ordem e da ideologia burguesa e capitalista. Os Maoistas Italianos continuam a utilizar a sua fraseologia “anti-revisionista” para iludir os trabalhadores Italianos de maneira a ajudar os capitalistas a manterem os seus imensos privilégios de classe. O único propósito dos vários partidos Maoistas que ainda existem em Itália é o de manter o proletariado Italiano afastado da ideologia Marxista-Leninista autenticamente revolucionária. É curioso notar que, apesar da proximidade geográfica entre a Itália e a Albânia, a maioria dos trabalhadores Italianos não possuem o menor conhecimento acerca da luta anti-revisionista dos Marxistas-Leninistas Albaneses liderados pelo camarada Enver Hoxha. Pelo contrário, o Titoismo e o Maoismo encontram-se amplamente difundidos nas fileiras das massas trabalhadoras Italianas. De facto, desde o 20º Congresso do Partido Comunista da União Soviética, o revisionismo Titoista foi entusiasticamente encorajado por Togliatti e pelos seus apoiantes, que fizeram tudo para o inculcar ás classes trabalhadoras Italianas com o objectivo de as “imunizar” contra a gloriosa ideologia Estalinista, a única capaz de destruir definitivamente o capitalismo. Além disto, e tal como acontece em muitos outros países, também na Itália a juventude – essa fonte inesgotável de energia revolucionária – está a ser envenenada pela influência anti-Marxista das “teorias” Guevaristas em exclusivo benefício das classes dominantes opressoras que sabem muito bem que o aventureirismo “esquerdista” (ler: reaccionário) de tipo Guevarista não representa nenhuma espécie de perigo para a exploração capitalista.

Nós condenamos também a traição do antigo Partido Comunista de Itália (Marxista-Leninista) que foi liderado pelo traidor Fosco Dinucci, que se tornou num inimigo da Albânia Socialista. Este partido foi membro do Grande Movimento Mundial Marxista-Leninista encabeçado pelo camarada Enver Hoxha. Na verdade, o proletariado Italiano ligou a sua luta contra o revisionismo moderno ao Movimento Mundial Marxista-Leninista do camarada Enver Hoxha através da fundação do PCI (ML). No entanto, estas esperanças revelaram-se infundadas. Na realidade, o líder Fosco Dinucci era um agente da contra-revolução que acabou por trair a Albânia Socialista.

Também Ubaldo Buttafava (La Nostra Lotta) atraiçoou a correcta linha Marxista-Leninista do camarada Enver Hoxha ao aderir ao neo-revisionismo.

Mas todos estes esforços passados e presentes levados a cabo pelos capitalistas e pelos revisionistas para manterem os proletários Italianos na servidão estão a sofrer uma derrota colossal com a fundação do PLI (ML), o partido que vai finalmente pôr fim ao longo período de domínio ideológico revisionista e anti-comunista sobre os trabalhadores Italianos explorados e oprimidos.


Neste preciso momento, o povo Italiano está a ser sujeitado ao desumano “programa de austeridade” que lhe está a ser imposto pela União Europeia tirânica que serve os interesses dos mais poderosos banqueiros e capitalistas. A luta dos trabalhadores Italianos contra este saque pode ser uma excelente oportunidade para o PLI (ML) desenvolver o seu combate contra o capitalismo e o imperialismo. Um país com tradições tão brilhantes de luta operária como a Itália não pode permanecer sob o domínio ideológico da ideologia e do poder revisionista e capitalista. É tempo de os proletários Italianos despertarem para a luta pela sociedade socialista!


Na sua luta pela Itália socialista, o PLI (ML) terá de enfrentar a repressão sangrenta da burguesia Italiana que não vai hesitar em usar a violência fascista contra os representantes da única ideologia capaz de abolir a inevitabilidade do capitalismo. Nesta luta feroz, o PLI (ML) pode contar com o apoio e a solidariedade internacionalistas de todas as Secções do Comintern (Estalinistas-Hoxhaistas). Nós não temos dúvidas acerca do facto de que o PLI (ML) vai certamente ser um destacamento fiel do futuro exército proletário mundial cujo propósito é a implementação da ditadura proletária mundial em direcção ao socialismo mundial e ao comunismo mundial!


Trabalhadores Italianos!


Juntem-se ao PLI (ML), o partido da vossa libertação!


Lutem contra as correntes revisionistas que causaram tantas derrotas e sofrimentos ao proletariado Italiano!


Combatam o estado capitalista-fascista Italiano!


Estabeleçam a ditadura proletária em Itália e ajudem a estabelecê-la em todo o mundo!


Destruam a tirania perversa do capitalismo e do imperialismo!


Viva o PLI (ML)!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!


Viva a revolução socialista em Itália!


Viva a revolução socialista mundial!


Viva o Socialismo e o Comunismo na Itália e em todo o mundo!

 

 

 

 

 

Camaradas de todo o mundo - vamos celebrar todos juntos o Aniversário do Camarada Estaline:

 

21 de Dezembro de 1879!

 

 

Viva o camarada Estaline!

 


O Camarada Estaline é imortal!

Ele viverá para sempre nos corações e nas mentes de todos os trabalhadores explorados e oprimidos!

As mentiras e as calúnias dos capitalistas nunca apagarão o legado glorioso do camarada Estaline!

O génio revolucionário do camarada Estaline ilumina o nosso caminho em direcção á revolução socialista mundial vitoriosa!

 

Arquivo -

Estaline

 

 

 

Mensagem de solidariedade

 

dirigida à Secção Sérvia do Comintern (EH)


Caros camaradas da Sérvia,

A Secção Portuguesa do Comintern (EH) deseja expressar a sua mais profunda solidariedade proletária em relação à luta dos camaradas Sérvios no contexto dos recentes ataques e interferências que os social-fascistas lançaram contra a Secção Sérvia do Comintern (EH).

Os camaradas Sérvios não devem estar surpreendidos por estes ataques e interferências. Afinal, a Sérvia é um dos países onde as influências pró-capitalistas, anti-comunistas e ultra-reaccionárias do Revisionismo Titoista mais se fazem sentir. O social-fascismo Titoista não apenas oprimiu e explorou os povos Jugoslavos durante décadas, mas também contribuiu decisivamente para a sobrevivência do sistema capitalista-imperialista após a Segunda Guerra Mundial. E apesar de ser por vezes retratado como sendo uma variedade de revisionismo “historicamente ultrapassada”, a verdade é que o social-fascismo Titoista permanece vivo hoje em dia, tal como demonstram os ataques contra a Secção Sérvia.

Estes ataques dos social-fascistas contra os camaradas Sérvios são um sinal da fraqueza dos nossos inimigos, eles confirmam que a burguesia mundial está desesperada e que o fim do sistema capitalista-imperialista é inevitável. Eles estão tão preocupados acerca da nossa ideologia Estalinista-Hoxhaista forte e proletária que eles até se atrevem a deixar de lado a máscara “democrática” e “tolerante” para tentarem destruir o nosso trabalho revolucionário. E eles fazem isto porque sabem muito bem que a nossa é a única ideologia capaz de destruir completamente o capitalismo e do imperialismo mundial e de libertar o proletariado mundial da escravatura assalariada.

Os ataques dos social-fascistas nunca nos assustarão. Nós sabemos que a luta entre o social-fascismo e o Estalinismo-Hoxhaismo vai indubitavelmente terminar com a vitória do Estalinismo-Hoxhaismo. Nós também sabemos que a única maneira de abolirmos a inevitabilidade do social-fascismo é estabelecendo a ditadura do proletariado mundial, é realizando o socialismo mundial e o comunismo mundial.

Os Estalinistas-Hoxhaistas Sérvios têm de educar, preparar e organizar o proletariado Sérvio no espírito do Comintern (EH) baseando-se nos ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha.

Na concretização desta difícil tarefa, eles podem seguramente contar com o apoio de todas as outras Secções do Comintern (EH).


Caros camaradas Sérvios, a Secção Portuguesa do Comintern (EH) deseja-vos sucesso na luta contra os social-fascistas, sejam eles Sérvios ou não!

A nossa ideologia proletária e revolucionária é invencível!

Vamos estabelecer a ditadura do proletariado mundial!

Viva a revolução socialista mundial!

Viva o Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo!

Viva o Comunismo!

Viva o Comintern (EH)!

Viva a Secção Sérvia do Comintern (EH)!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

10 novembro 2011

Mensagem de Saudações

Para os nossos camaradas da

Alemanha, Geórgia, Portugal e Sérvia

que fundaram as suas secções do Comintern (EH)
no dia 8 de Novembro de 2011

 

 

 

8 de Novembro de 2011

 

Declaração da fundação

da secção Portuguesa do

Comintern

(Estalinista-Hoxhaista)



No dia 8 de Novembro de 2011, quando celebramos o 70º aniversário do Partido do Trabalho da Albânia (PTA), a secção Portuguesa da Internacional Comunista (Estalinista-Hoxhaista) é fundada.

O principal objectivo desta secção é organizar e preparar o proletariado Português não apenas para estabelecer a ditadura proletária em Portugal mas também para se tornar num dos destacamentos do exército revolucionário do proletariado mundial. Assim, a nossa meta é lutar pela vitória da revolução mundial proletária e socialista que irá inevitavelmente derrotar e destruir o odioso sistema capitalista-imperialista que oprime e explora cruelmente o proletariado mundial. De maneira a sermos bem-sucedidos, nós apoiamo-nos nos brilhantes ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo – Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha – que construíram e desenvolveram a ideologia comunista.

Nós baseamos igualmente as nossas acções e actividades nas gloriosas experiências do Partido Comunista da União Soviética (Bolchevique) liderado pelos camaradas Lenine e Estaline e do PTA liderado pelo Camarada Enver porque estes dois partidos foram os únicos que conseguiram levar a cabo uma revolução proletária vitoriosa seguindo fielmente os princípios do Marxismo-Leninismo e que lideraram os seus respectivos países em direcção ao socialismo.

Consequentemente, o nosso propósito é defender e desenvolver o legado heróico da Internacional Comunista dos Camaradas Lenine e Estaline e do Movimento Mundial Marxista-Leninista do Camarada Enver Hoxha de forma a dedicar-mos todas as nossas forças ao combate pela implementação do socialismo e do comunismo em Portugal e em todo o mundo.

O percurso histórico do movimento comunista Português – que pode ser estudado no artigo acerca do 90º aniversário do PCP – está recheado de episódios gloriosos, entre os quais se destaca a corajosa resistência das classes trabalhadoras Portuguesas contra o regime fascista mais longo da história da Humanidade. No entanto, ele está também está repleto de momentos difíceis e de traições á causa do Marxismo-Leninismo. Quando o revisionismo Khrushchevista tomou o poder na União Soviética e iniciou a restauração do capitalismo, os líderes do Partido “Comunista” Português renderam-se vergonhosamente ao social-fascismo e ao social-imperialismo Soviético, traindo assim os esforços e a luta do povo Português pelo socialismo.

Em 1975, foi fundado o Partido Comunista Português (Reconstruído) que pretendia restabelecer a vanguarda do proletariado Português na luta pelo socialismo. O PCP (Reconstruído) fez nascer muitas esperanças entre os Marxistas-Leninistas Portugueses, que acreditaram que com a fundação do PCP (Reconstruído) Portugal teria de novo um partido verdadeiramente Marxista-Leninista. Infelizmente, essas esperanças não se concretizaram. O PCP (Reconstruído) deixou-se influenciar pelas ideologias social-burguesas e anti-socialistas que levaram á penetração de elementos pró-capitalistas e liquidacionistas que acabaram por conduzir o partido á sua dissolução em 1992.

Actualmente, o movimento Marxista-Leninista Português está fragmentado e desorganizado. Ele não possui um centro forte e ideologicamente fiável que possa liderar o proletariado Português no cumprimento da sua missão histórica de instauração do socialismo e do comunismo. Hoje em dia, os partidos em Portugal que falsamente se auto-denominam como “comunistas” não são mais do que organizações social-fascistas ao serviço das classes dominantes e cujo único propósito é a perpetuação da exploração totalitária do capitalismo.

É precisamente para mudar esta situação que criamos hoje a secção Portuguesa do Comintern (EH), cujo objectivo a médio-longo prazo é a fundação de um autêntico partido Marxista-Leninista-Estalinista-Hoxhaista em Portugal.

Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo – Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!

Viva a ideologia proletária e comunista!

Viva a ditadura do proletariado mundial!

Viva o valente PCUS liderado pelos Camaradas Lenine e Estaline!

Viva a Grande Revolução de Outubro!

Viva o 70º aniversário do heróico PTA liderado pelo Camarada Enver!

Viva a Revolução Mundial Proletária e Socialista!

Viva o proletariado Português!

Viva o novo movimento Estalinista-Hoxhaista Português!

Viva o Comintern (EH)!

 

 

 

 

 

 

 

 

Abaixo o Neo-Revisionismo Brasileiro!

 

 

 

 

 

 

 

1921 - 2011

 

Viva o 90º aniversário do Partido Comunista Português !


Viva o 35º aniversário

do Partido Comunista Português (Reconstruído)

PCP (R) !


Apelo

 

dos comunistas de Portugal:

 

Vamos tirar as devidas lições das experiências históricas do PCP (R)!

 

Vamos fundar um

novo partido Estalinista-Hoxhaista

baseado nos ensinamentos dos

5 Clássicos do Marxismo-Leninismo!

1º de Maio de 2011

 

 

 

2011


Manifesto do 1º de Maio

Internacional Comunista

(Estalinistas-Hoxhaistas)

 

 

 

Declaração de Guerra aos Maoistas

Abaixo o Maoismo!

Viva o Estalinismo-Hoxhaismo!

Decisão da Internacional Comunista

(Estalinistas-Hoxhaistas)

 

( 1 )

6 de Fevereiro de 2011

 

( 2 )

22 de Junho de 2011

 

 

 

 

PLATAFORMA REVOLUCIONÁRIA MUNDIAL
DA INTERNACIONAL COMUNISTA
(DECLARAÇÃO PROGRAMÁTICA MUNDIAL)

7 de Novembro de 2009

 

 

 

 

novo livro publicado:

Leninismo -
um guia infalível para a revolução mundial


(Em Inglês)

 

como um formato PDF

 

 

 

novo :

Le camaradagem Enver
Essai historique et Biográfico
Auteur: Leschin Alex
publié en russe:


(16 октября 2010 г. — 102-ая годовщина со дня рождения Энвера Ходжа)

ТОВАРИЩ ЭНВЕР
ИСТОРИКО-БИОГРАФИЧЕСКОЕ ЭССЕ
Автор: Алексей Лешин

(pdf-download)

 

 

 

 

 

Leninismo
O nosso guia infalível para a revolução mundial

download PDF-Datei

(Alemão)

 

 

 

 

 

 

 

novo:

versão em russo da plataforma do Comintern (EH)
por ocasião do 140 Aniversário de Lenin


В ознаменование славной годовщины со дня рождения создателя Большевистской партии, основателя Советского социалистического государства, вождя мирового пролетариата и всех эксплуатируемых трудящихся масс на страницах сайта публикуется полная русская версия
«Всемирной Революционной Платформы Коммунистического Интернационала (Всемирного Программного заявления)»

 

 

СКАЧАТЬрусское изданиев формате PDF

 

 

 

 

 

nossa declaração programática em Inglês

(plataforma) online


download – pdf-file

 


 

 

nossa declaração programática, a versão original em alemão

(plataforma)

 

pdf-filedownload

 

plataforma - online

 

 


 

 

“Sobre a base e as questões do Estalinismo”


Stalin Libro – pd-file

 

download:


? Leia



-


 

A crise mundial nunca poderá ser solucionada pelos capitalistas. A crise mundial apenas pode ser solucionada pelo proletariado internacional.

Se – por todo o mundo – cada trabalhador, cada desempregado, cada cozinheiro, cada camponês pobre puder testemunhar – não através da Internet, mas pelos seus próprios olhos –,

- que o Estado proletário internacional não ambiciona a “riqueza global”, mas que luta e ajuda os mais pobres do planeta,

- que este Estado proletário internacional não hesita em adoptar medidas revolucionárias,

- que confisca TODAS as mais-valias de riquezas e mantimentos de TODOS os ricos parasitas do planeta e as distribui aos esfomeados,

- que instala todos e cada sem-abrigo da terra nas mansões dos ricos,

- que obriga os ricos a pagarem o leite, (mas não lhes dá uma só gota desse leite até que TODAS as famílias pobres estejam suficientemente fornecidas dele),

- que, em todo o mundo, a terra é transferida para as classes trabalhadoras e que os bancos e fábricas de todo o mundo são postos sob o controlo do proletariado mundial,

- que castigos e punições severos e imediatos são aplicados a todos e cada um dos milionários que tentem esconder a sua riqueza,



- quando os pobres de cada país puderem ver e sentir tudo isto,

então nunca mais as forças do capitalismo mundial, nunca mais as forças do capitalismo financeiro, nunca mais as forças exploradoras mundiais e/ou de cada país que manipulam milhões e milhões de trabalhadores os poderão continuar a alienar como até agora,

então, a Revolução Socialista internacional triunfará e amadurecerá em todos os países do mundo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

LINKS

Secção 

Portuguesa

 

ENGLISH

contato

 

sobre nós

 

fórum

 

ações

 

Programa


Estatutos

 

Documentos

 

Agitação-propaganda

 

órgão teórico

 

história

 

 

 

LINKS

COMINTERN (EH) centralmente

Arquivo

 

contacto

sobre nós

ajude-nos!

fórum

perguntas e respostas

secções

estatuto

programa

plataforma

 

 

Chamada para o restabelecimento do Comintern



Véspera de Ano Novo 31 Dezembro 2000


 

 

plataforma revolucionária mundial

de 7 Novembro 2009

declaração programática


 

Enver Hoxha:

o quinto Clássico do marxismo-leninismo e  o restabelecimento da Internacional Comunista

2001


 

Linhas gerais do Comintern (EH)

Estratégia e táctica da revolução proletária socialista mundial

2001/2002

online:PORTUGUÊS

 


Manifesto do Partido Bolchevique Mundial

2003


 

movimento mundial

estalinista-hoxhaista

MMEH


 

 

O Sindicato Vermelho Internacional

reconstruído primeiro Maio 2003

S V I


 

 

A Juventude Comunista Internacional

 

( A J C I )


 

 

 Internacional da Mulher Comunista

(Estalinistas-Hoxhaistas)