Declaração do Comintern (EH)

13. 3. 2013

Hugo Chávez está morto...

... no entanto, as suas máscaras "socialistas" ainda persistem!

Portanto, vamos dar cabo das máscaras
"socialistas" do Hugo!

Os trabalhadores exigem o socialismo!

Eles não serão iludidos

pelas máscaras "socialistas" de Chávez!

Viva a ditadura do proletariado Venezuelano!

 


 

A revolução socialista mundial varre todos os imperialistas e os reaccionários de distância!

Abaixo o culto de personalidade a CHÁVEZ

que agora é promovido pelos revisionistas e Neo-Revisionistas de todo o mundo para enganar as massas!

 


A Venezuela e a China aumentam o seu Fundo de Investimento Conjunto para 12 biliões de dólares.



No dia 5 de Março de 2013, o governante Venezuelano burguês-capitalista anti-comunista Hugo Chávez morreu. Desde então, os revisionistas de todas as tendências e cores vêm tentando enganar os trabalhadores Venezuelanos e do mundo, retratando Chávez como tendo sido uma espécie de "combatente anti-imperialista" ou mesmo um "mártir socialista". Os revisionistas Portugueses do P "C" P afirmam que:

"O objectivo de Hugo Chávez foi a construção de uma sociedade socialista (...) ele sempre foi um firme opositor à agressão imperialista.” (www.avante.pt/pt/2049/pcp/124163/,


Avante!, Morreu Hugo Chávez, Março de 2013, versão em língua Portuguesa)


E os Neo-Revisionistas da CIPOML, á qual o Partido "Comunista" Italiano ("Marxista-Leninista") está afiliado, qualificam o reaccionário Chávez como um "genuíno e valente anti-imperialista" e declaram que:

"Chávez defendeu a independência da Venezuela e de todos os outros países e povos Latino-Americanos (...) tendo triunfado sobre o imperialismo Americano." (http://pcmlv.blogspot.de/2013/03/hugo-chavez-un-verdadero-y-valiente.html

, Documentos do PCI (ML), Hugo Chávez, un verdadero y valiente anti-imperialista, Março de 2013, traduzido da língua Espanhola)



Na verdade, o chamado "Partido Socialista Unificado da Venezuela" de Chávez afirma estar liderando "o processo socialista na Venezuela", mas a verdade é que não há absolutamente nada de "anti-imperialista" e muito menos de "socialista" nem sobre ele, nem sobre Chávez. A ascensão de Hugo Chávez ao poder pode ser incluída no contexto dos chamados "movimentos de esquerda Latino-Americanos", que conseguiram alcançar o poder no final dos anos 90 e início dos anos 2000 em alguns países da América Latina (a Venezuela de Chávez está longe de ser o único exemplo, além dela temos a Bolívia de Morales, o Equador de Correa, etc.)



Estes regimes "esquerdistas" (que na verdade são completamente capitalistas, escravizantes e anti-socialistas) apareceram num determinado contexto histórico e económico.



Desde o final do século XIX e início de século XX, a América Latina sempre esteve sob o domínio exclusivo dos oligarcas imperialistas Americanos que nunca estavam cansados ​​de saquear, roubar, abusar, corromper, explorar e oprimir os trabalhadores Latino-Americanos mais e mais a fim de maximizar os lucros. Durante este tempo, nunca a oligarquia imperialista Americana hesitou em instalar até mesmo os mais sanguinários regimes coloniais fascistas de tipo compradore em vários países do continente com o objectivo de reprimir as aspirações dos trabalhadores Latino-Americanos á liberdade e ao socialismo, por um lado, e de manter a economia, recursos e mão de obra da América Latina sob o seu domínio absoluto, por outro lado. E, durante muitas décadas, tudo correu bem para os interesses oligárquicos imperialistas Americanos na região.



No entanto, em 1997, uma crise do sistema capitalista-imperialista mundial eclodiu na Ásia, mais precisamente na Coreia do Sul. Esta crise foi devida ao endividamento das multinacionais Sul-Coreanas relativamente ao imperialismo Americano, e rapidamente se espalhou para outros países. Milhões de créditos especulativos fabricados pelos oligarcas imperialistas Americanos rapidamente se desfizeram. Fora da Ásia, os países mais afetados foram os da América Latina, especialmente a Argentina, Brasil, México e, mais particularmente, a Venezuela, porque a crise fez diminuir os preços do petróleo e o país é um dos mais prolíficos produtores de petróleo da América Latina. De facto, a ascensão dos "movimentos de esquerda da América Latina" de que o regime de Hugo Chávez é um dos exemplos mais ilustrativos, foi uma consequência da crise de 1997 do sistema capitalista-imperialista mundial que afectou duramente estas nações neo-coloniais mais dependentes dos imperialismos Americano e ocidental e que empobreceu severamente as já miseráveis ​​e ultra-exploradas massas trabalhadoras da América Latina.



Naturalmente, as secções "nacionalistas" da burguesia latino-americana logo aproveitaram a crise para derrubar a burguesia compradore explicitamente pró-Americana e para a apresentar como sendo a causa dos níveis terríveis de miséria que os trabalhadores Latino-Americanos estavam sofrendo em consequência da crise. Desta forma, a burguesia nacional da América Latina em geral e a burguesia nacional da Venezuela em particular conseguiram ganhar os favores das massas trabalhadoras ao dirigir as suas queixas legítimas em direcção a um bode expiatório muito conveniente: a burguesia compradora pró-Americana, que, por sinal, sempre foi a principal rival da burguesia nacional na luta pelo domínio político-sócio-económico-ideológico sobre os recursos nacionais, a mão-de-obra e a maximização do lucro. Ao mesmo tempo, ao descrever-se como "forças anti-imperialistas", as burguesias nacionais da América Latina também estão fazendo o possível para manter os trabalhadores e proletários longe da ideologia comunista autêntica, até porque as revoltas de trabalhadores que aconteceram durante a crise (como por exemplo na Argentina mas também na Venezuela, onde as massas populares lutaram contra as forças militares burguesas-capitalistas pró-Americanas) fizeram a burguesia nacional América Latina compreender o perigo que o ditame ganancioso e predatório de Washington representava para os seus próprios sonhos de, finalmente, serem livres para explorar e saquear os trabalhadores e riquezas Latino-Americanos á sua própria vontade e sem terem que dividir os lucros com mais ninguém. Afinal, a fidelidade neo-colonial explícita da burguesia compradora da América Latina relativamente á oligarquia imperialista Americana incentivava seriamente os trabalhadores e proletários Latino-Americanos a adquirirem uma consciência comunista genuína e a fazerem uma verdadeira revolução socialista, destruindo assim a burguesia nacional e tornando os seus sonhos impossíveis. Diante desse comprometimento da estabilidade social ordem burguesa-capitalista da América Latina, as elites proprietárias começaram a tentar tirar vantagem dos direitos políticos formais concedidos pelo imperialismo Americano e ocidental desde a década de 90 para tentar afrouxar o aperto de sua pilhagem da economia colocando-se sob a protecção de novas potências imperialistas (principalmente da China) num mercado que estava anteriormente sob o controle exclusivo do imperialismo dos EUA (e em grau muito menor do imperialismo Europeu) através da confiança nos enormes recursos naturais, energia e mineração à sua disposição com a esperança de serem capazes de desenvolver o seu próprio mercado interno para seu benefício e não apenas para o benefício exclusivo da pilhagem pelas multinacionais estrangeiras imperialistas (embora esta última finalidade nunca tenha sido realizada, pois o jugo imperialista Norte-Americano foi finalmente substituído pelo jugo imperialista Chinês). Isto é também o que acontece na Venezuela. Portanto, longe de ser socialista, Chávez foi de facto o representante dos interesses de classe da burguesia "nacional" da Venezuela (que mais tarde se transformou em burguesia compradora pró-Chinesa) que foram divergindo cada vez mais dos da burguesia compradora pró-Americana.



Ao contrário do que os social-fascistas e revisionistas afirmam, os "movimentos de esquerda Latino-Americanos" não fazem nada para combater a dependência da América Latina relativamente ao imperialismo mundial. Ao contrário, o endividamento das nações Latino-Americanas relativamente aos capitalistas-imperialistas oligarcas financeiros mundiais nunca parou de crescer. Todos os países da América Latina (incluindo a Venezuela) estão fortemente endividados ao imperialismo. A dívida externa da América Latina era de 32 biliões de dólares em 1970, subindo para 650 biliões em 1995 e para 760 biliões em 2001. Em 2004, o nível de endividamento externo chegava a 891 biliões de dólares e hoje é ainda muito mais elevado. Esses números mostram claramente que para a América Latina, o início do século 21 não reflecte qualquer redução real da sua dívida externa, mesmo nos últimos anos.



Os Neo-Revisionistas da CIPOML afirmam que:

"Chávez teve o mérito de usar as suas nacionalizações em benefício dos interesses de seu próprio povo contra as multinacionais imperialistas, permitindo assim que o governo Venezuelano gerisse o petróleo e os recursos naturais do país a fim de melhorar as condições de vida das massas trabalhadoras e populares Venezuelanas." (http://pcmlv.blogspot.de/2013/03/hugo-chavez-un-verdadero-y-valiente.html(

, Documentos do PCI (ML), Hugo Chávez, un verdadero y valiente anti-imperialista, Março de 2013, traduzido da língua Espanhola)



Mas a própria vida denuncia a falsidade de tais afirmações. E o que poderíamos esperar de representantes das perigosas correntes anti-comunistas que tentam conciliar o Hoxhaismo com o neo-revisionismo? Uma de suas principais características é a negação oportunista do reconhecimento do camarada Enver Hoxha como o 5º Clássico do Marxismo-Leninismo. Este fenómeno pode ser comparado com a antiga linha da chamada "2 e 1/2 Internacional": após a traição da II. Internacional, Lenine deitou fora a máscara da "2 e 1/2 Internacional" dos Kautskistas. E hoje vamos deitar fora a máscara dos defensores dos chamados "4 ½" Clássicos do Marxismo-Leninismo”. Nós, Estalinistas-Hoxhaistas, somos os defensores dos 5 Clássicos que irão triunfar sobre os defensores dos chamados "4 e ½ Clássicos” atrás dos quais os renegados se entrincheiraram! Um dos nossos principais slogans ideológicos é "Abaixo os 4 ½ istas"! Portanto, nós, Estalinistas-Hoxhaistas, aproveitamos esta oportunidade para confrontar e denunciar as posições Neo-Revisionistas da CIPOML relativamente ao regime Chavista burguês-capitalista, social-fascista, explorador, opressor, escravizante, pró-imperialista e anti-comunista.



Na verdade, á medida que o tempo passou, foi claramente revelado que a burguesia nacional da América Latina, da qual Hugo Chávez é o representante Venezuelano, nunca foi verdadeiramente anti-imperialista, mas, pelo contrário, ela transformou-se em burguesia compradora pró-Chinesa, em oposição á burguesia compradora pró-Americana. Na verdade, com o rápido fortalecimento do imperialismo Chinês e sua necessidade crescente de matérias-primas (como a energia - petróleo, gás, etc. - e de mineração - aço, cobre, etc.) para apoiar o crescimento imperialista deste país, A clique estatal monopolista burguesa-capitalista-imperialista Chinesa foi rapidamente encorajada a lançar as suas garras neo-colonialistas sobre a América Latina, cuja burguesia nacional não hesitou em buscar a protecção dos imperialistas Chineses contra as pressões Americanas em troca do fornecimento de matérias-primas baratas e força de trabalho aos social-fascistas e social-imperialistas Chineses. Portanto, a hegemonia do imperialismo dos EUA foi superada pela do imperialismo Chinês rival. Claro, a oligarquia imperialista Americana faz o seu melhor para parar este processo que a está privando da sua antiga situação altamente rentável como colonizador exclusivo da América Latina. Isso explica as tentativas de Washington, da CIA e dos seus sátrapas locais para derrubar os novos governos que são menos favoráveis ​​a eles, como o de Chávez. Mas isso não tem nada a ver com o alegado "ódio imperialista Americano ao socialismo" pela simples razão de que em nenhum lugar na América Latina o socialismo foi alguma vez construído, nem na Venezuela nem em qualquer outro lugar. E o mesmo acontece com os falsos "movimentos de massa" pró-Chávez e anti-Chávez na Venezuela que são pagos, respectivamente, pelos imperialistas Americanos e Chineses que lutam uns contra os outros pelo controle e dominação sobre os recursos e a força de trabalho da Venezuela (é por isso que nós nem apoiamos os "manifestantes" anti-Chavistas que são pagos pelos imperialistas Americanos, nem os “manifestantes” pró-Chavistas que são pagos pelos social-imperialistas Chineses). Os oligarcas imperialistas Americanos traiçoeiramente qualificam o regime e as políticas de Chávez como sendo "socialistas" apenas para desacreditarem o socialismo autêntico e para manterem as massas trabalhadoras e proletárias longe dele, contribuindo assim para a manutenção perpétua da ordem mundial burguesa-capitalista-revisionista-imperialista exploradora, escravizante e opressora.



Portanto, além de ser um defensor da ordem burguesa-capitalista, o anti-comunista Chávez também foi um firme defensor do social-imperialismo Chinês. Na verdade, uma verdadeira colonização político-sócio-económica-ideológica da Venezuela pelos social-imperialistas Chineses está ocorrendo através da utilização da burguesia Chavista como seus lacaios mais fiéis. Assim, segundo a "Análise de Venezuela"

http://Venezuelanalysis.com/news/5548

), Sino-Venezuelano comercial foi de menos de 500 milhões de dólares por ano antes de 1999 mas chegou aos 7,5 biliões de dólares em 2009, fazendo da China o segundo maior parceiro comercial da Venezuela e da Venezuela o destino do maior investimento da China na América Latina. Vários acordos bilaterais têm visto a China investir biliões na Venezuela, com este país a aumentar as exportações de petróleo e de outros recursos para a China (incluindo nas áreas de comércio, indústria, tecnologia e energia, etc.)



A oligarquia Chavista se comprometeu a triplicar suas exportações de petróleo para Pequim, atingindo meio milhão de barris por dia em 2009, em vez de 150 000 em 2006. E é essencial observar que a China imperialista não apenas faz comércio com países como a Venezuela, mas ela se comporta como qualquer outro país imperialista investindo directamente: Hu Jintao e Hugo Chávez assinaram dois acordos relativamente às actividades de uma nova joint venture composta por empresas capitalistas estatais dos dois países – a China National Petroleum Corporation (CNPC) e a Petróleos de Venezuela (PDVSA) - para explorar algumas das maiores reservas mundiais de petróleo (localizadas na Venezuela). De acordo com o "Latin American Herald Tribune"(

 

http://www.laht.com/article.asp?ArticleId=327952&CategoryId=10717), com o "Miami Herald" (http://www.miamiherald.com/2012/07 / 12/2893416/china-plays-increasing-role-in.html), "Gold Investing News" (http://goldinvestingnews.com/28547/venezuela-china-major-gold-mine-las-cristinas-citic.html), etc. (http://hotair.com/greenroom/archives/2012/07/10/Venezuela-chavez-gives-china-control-over-oil/)

, em Setembro de 2009, a oligarquia Chavista anunciou um novo acordo de 16 biliões com os social-imperialistas Chineses para a prospecção de petróleo numa joint venture com a PDVSA para produzir 450 mil barris por dia. Além disso, um recente acordo entre os governantes oligárquicos dos dois países foi assinado aumentando para 12 biliões de dólares o fundo estratégico bilateral para financiar diferentes projectos na Venezuela (a burguesia Chavista conseguiu até mesmo quase 80 biliões de dólares em financiamento e investimento estrangeiro directo de acordo com os interesses dos imperialistas Chineses). Como já referido, as exportações de petróleo para a China estão a aumentar substancialmente. Em Fevereiro de 2009, as oligarquias da Venezuela e da China concordaram em dobrar o seu fundo de investimento conjunto pata 12 biliões de dólares e assinaram acordos para impulsionar a cooperação que incluem crescentes exportações de petróleo da Venezuela. E uma refinaria de petróleo está prevista ser construída na China para lidar com o petróleo Venezuelano da bacia do Orinoco. O objectivo de tudo isso é aumentar as exportações de petróleo Venezuelano para o gigante imperialista Asiático para 1 milhão de barris por dia em 2015. No que respeita à mineração, a Venezuela também está sofrendo uma colonização Chinesa, e a burguesia Chavista incentiva os imperialistas Chineses a extrair cobre e ouro desenvolvendo Las Cristinas, uma instalação de mineração gigantesca que está localizado no estado Venezuelano de Bolívar, tudo isso depois de uma reunião com membros do China International Trust and Investment Corporation, mais conhecido como CITIC. A corporação estatal Chinesa burguesa-capitalista China State Grid Corp, a maior operadora e distribuidora de energia do país, também assinou um acordo de 1,31 biliões de dólares acordo com o National Venezuela Electric Corp Este acordo cria o maior projeto de transmissão de energia Chinês na Venezuela e é o primeiro grande contrato da State Grid no exterior.



Além disso, a "BBC News" (

http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/7634871.stm, http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/country_profiles/1229348.stm,http://news.bbc.co.uk/2/hi/americas/7898809.stm),

a "Al Jazeera" (

http://english.aljazeera.net/news/americas/2009/09/200991741755683835.html

) e muitas outras fontes (

http://www.venezuelanalysis.com/news/4232, http://www.caribbeannetnews.com/news-17995--12-12--.html, http://www.breitbart.com/article.php?id=080921230912.0dszz961&show_article=1, http://www.mcclatchydc.com/homepage/story/52959.html)

 

informam que mais acordos comerciais no valor de 12 biliões de dólares foram assinados em Fevereiro de 2009 e a primeira fábrica de telemóveis Venezuela, construída com apoio Chinês, foi inaugurada. Em 2009, os imperialistas Chineses entraram numa parceria com a burguesia Chavista Venezuelana para lançar uma companhia ferroviária na Venezuela que vai ligar as regiões produtoras de petróleo da Venezuela e as áreas de cultivo agrícola, com a China também a construir muitas outras plataformas de perfuração, plataformas de petróleo, ferrovias, etc., a fim de maximizar os lucros dos social-imperialistas e social-fascistas Chineses, que também não poupam esforços para militarizar a América Latina em geral e a Venezuela, em particular com o objectivo de maximizar os seus interesses gananciosos pelos lucros. Esta situação intensificou-se com a aquisição de dois esquadrões (24) de jactos Chineses de estilo Karakorum-8 e de radares terrestres pela oligarquia burguesa-capitalista e pró-imperialista Chavista.



Isto é o que os revisionistas, os social-fascistas e os social-imperialistas se atrevem a chamar de "inabalável anti-imperialismo de Chávez "!



Mas este apoio aberto ao imperialismo Chinês predatório que aspira ao domínio total e exclusivo sobre o mundo (e que, apesar das suas falsas máscaras "progressistas" e até mesmo "esquerdistas / socialistas" é tão capitalista burguês, explorador, opressor, neo-colonialista, ganancioso e anti-comunista como qualquer outro imperialismo) não é surpreendente se levarmos em conta o carácter ideológico de Chávez. Na verdade, a Venezuela Chavista e outros países Latino-Americanos "de esquerda" dizem seguir um caminho muito semelhante ao da “revolução” burguesa-capitalista, anti-socialista Cubana e que estão a caminhar para o "socialismo". Recentemente, o Comintern (EH) publicou um artigo sobre o revisionismo social-fascista Cubano em que vimos o que o "socialismo" Cubano realmente é e em que analisamos as suas origens, causas e consequências.



Consequentemente, o que se pode esperar dessa "virada esquerdista" da qual a Venezuela Chavista é apresentada pelos revisionistas e social-fascistas como sendo um grande exemplo?



Em primeiro lugar, a integração de países como a Venezuela Chavista na Divisão capitalista-imperialista Internacional do Trabalho continua tão intocada quanto antes, e, portanto, o comércio desigual perpetua relações de dependência e de ultra-exploração para com os capitalistas-imperialistas mundiais. Esta "viragem à esquerda" significa simplesmente a recusa da dominação imperialista americana total e exclusiva e a mudança de mestres imperialistas a favor dos social-imperialistas Chineses. Na verdade, a chamada "virada esquerdista" simbolizada por Chávez pode ser sintetizada assim: a substituição da dominação absoluta neo-colonialista ultra-exploradora e opressora imperialista Americana pela dominação absoluta neo-colonialista ultra-exploradora e opressora dos social-imperialistas Chineses. Consequentemente, hoje em dia, as disputas surgidas dentro da burguesia Latino-Americana não são, portanto, nenhum conflito entre a ala "nacional-patriótica" e a ala compradora, mas são conflitos internos unicamente dentro das fileiras da burguesia compradora, ou seja, entre a ala pró-Americana e a ala pró-Chinesa. Está, portanto, fora de questão falar de "revolução socialista" ou mesmo de "virada para a esquerda"!



No caso da Venezuela Chavista, é impossível até mesmo falar de "movimentos revolucionários", pois o velho aparelho do Estado e a polícia militar permanecem totalmente intactos. Na Venezuela, a burguesia Chavista certamente falhará no que respeita a melhorar fundamentalmente a situação económica e social de todos os trabalhadores, os problemas de corrupção e a divergência crescente, sempre mais acentuada, entre os interesses dos exploradores por um lado, e dos trabalhadores e desempregados por outro lado, no contexto do desenvolvimento das forças produtivas (pois o desenvolvimento deve ser unilateral e desequilibrado, uma vez que irá

ser guiado pelo "investimento" estrangeiro, nomeadamente através da invasão e ocupação imperialista Chinesa). É claro que em países como a Venezuela Chavista, os imperialistas Chineses nunca permitirão o desenvolvimento da indústria pesada dos meios de produção que poderiam assegurar a verdadeira independência económica – e isto para não mencionar a concorrência de produtos manufacturados Chineses que perpetuam e intensificam a divisão internacional do trabalho. Mantendo-se sob o domínio do sistema burguês-capitalista-imperialista, a Venezuela será sempre uma nação tipicamente neo-colonial: exportadora de matérias-primas para as superpotências imperialistas e importadora de produtos manufaturados e de tecnologia das superpotências imperialistas.



E mesmo a suposta "firme oposição ao imperialismo Norte-Americano" de Chávez é falsa. Por exemplo, a Venezuela Chavista ridiculamente afirmou que iria se esforçar para formar e oferecer uma alternativa à ALCA, a Área de Livre Comércio das Américas promovida por Washington. E a "alternativa" Chavista foi a ALBA: Alternativa Bolivariana para as Américas. O único problema é que a ALBA explicitamente respeita e assume todos os "acordos" exploradores e desiguais com a oligarquia imperialista americana e aceita abertamente injunções e recomendações das organizações económicas internacionais (FMI e OMC) que estão principalmente nas mãos do imperialismo dos EUA! Esta é a verdadeira natureza "revolucionária" da ALBA de Chávez (da qual os social-fascistas Castro e Morales também são grandes fãs).



Na verdade, ao contrário das aparências ilusórias conferidas pela falsa natureza "anti-imperialista" e até mesmo "socialista" que os revisionistas atribuem automaticamente a qualquer regime capitalista burguês que, aparentemente, "critica" a hegemonia do imperialismo Americano, a burguesia Chavista Venezuelana não poderia ser mais dependente do imperialismo mundial: ela assegurou completamente os “créditos” neo-colonialistas e exploradores aos imperialistas e mantém os compromissos anteriores com o FMI! Toda a sua risível fraseologia "esquerdista" ou mesmo "socialista" destina-se apenas a enganar os trabalhadores e os proletários!



E as tentativas do imperialismo Americano para desestabilizar o regime de Chávez e outros do mesmo tipo nada mudam acerca do seu carácter burguês compradore. Isto só mostra que a burguesia Chavista recusa a antiga dominação exclusiva do imperialismo Norte-Americano, preferindo substituí-lo pelo do imperialismo Chinês. Infelizmente, não há um partido comunista autêntico na Venezuela. Todos os chamados movimentos "comunistas" e "Marxista-Leninista" estão totalmente influenciados pelas políticas locais pró-Chinesas da burguesia compradora Chavistas e apoiam a colonização social-imperialista Chinesa. Isto mostra sem dúvida a necessidade da formação de um partido Estalinista-Hoxhaista genuíno na Venezuela que seja capaz de cumprir as tarefas revolucionárias indicados pelos cinco Clássicos do Marxismo-Leninismo.



Durante A sua vida, Chávez costumava afirmar que estava "levando a Venezuela rumo ao socialismo" mas isso é falso. Só porque Chávez dava um pouco de sopa e pão para os pobres das favelas de Caracas, isso não faz dele socialista e muito menos comunista (embora explique em parte porque é que esses pobres vêem Chávez como uma espécie de "santo socialista" - pois eles não têm qualquer tipo de formação ideológica MLSH, eles entendem o "socialismo" como sendo uma mera questão "redistributiva" e compassiva). O "socialismo Latino-Americano" de Chávez não pode ir além de dar algumas migalhas aos explorados a fim de os desviar do Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo e do verdadeiro socialismo e comunismo.



Em Maio de 2006, na Cimeira de Viena entre a América Latina e a União Europeia, Chávez assegurou os "investidores" imperialistas-capitalistas e afirmou que: "Não haverá compensações devido ao simples facto de que as multinacionais não vão ser expropriadas."



Isto é o que revisionistas gostam de qualificar como "a coragem revolucionária e socialista de Chávez"!



É hora de abrir os olhos para as realidades económicas e sociais dos países Latino-Americanos como a Venezuela Chavista. Por exemplo, ao contrário do que afirmam os revisionistas, as recentes falsas "nacionalizações" burguesas-capitalistas que ocorrem na Venezuela Chavista e destinadas a favorecer os interesses da burguesia compradora Chavista pró-Chinesa no sector de petróleo não conseguiu reduzir a pobreza apesar da explosão de receitas de exportações. Na verdade, a situação no país é tão ruim quanto na década de 1970, e o nível de vida dos trabalhadores também não foi aumentado em comparação com a época. Se o número de ricos aumentou consideravelmente nos últimos anos de governo de Chávez, o número de pobres também aumentou. Mesmo o Instituto Nacional de Estatística da Venezuela pró-Chavista reconheceu que o índice de pobreza aumentou de 42,8% para 53% apenas durante o período 1999-2004. Esta é a suposta "melhoria Chavista das condições de vida das massas trabalhadoras" que os Neo-Revisionistas da CIPOML se adoram gabar!



Em simultâneo com este grave empobrecimento das massas trabalhadoras exploradas Venezuelanas e enquanto Chávez proclamou o seu "socialismo", um desenvolvimento sem precedentes da burguesia pró-Chinesa Venezuelana constituída pelos banqueiros, empresas de petróleo e empresários que beneficiaram do aumento de receitas do petróleo graças ás chamados "nacionalizações revolucionárias" ocorreu em conjunto com um aumento exponencial da colonização imperialista Chinesa do país. O camarada Marx estava totalmente certo quando disse que o desenvolvimento do capitalismo nas condições mais favoráveis ​​conduz necessariamente à polarização da riqueza, e até mesmo nas raras ocasiões em que as condições dos pobres melhoram, elas só melhoram de um ponto de vista absoluto e, portanto, em proporções muito menores do que o ritmo a que a riqueza e os lucros das classes exploradoras se multiplicam! Nos países imperialistas, os políticos burgueses, por vezes, vangloriam-se de querer "reduzir o abismo social". Os seus homólogos dos países dependentes pró-Chineses como a Venezuela Chavista também estão tentando jogar o mesmo jogo para enganar as massas trabalhadoras.



No início de 2007, Chávez reiterou que o seu objectivo era construir o "socialismo do século 21" e ainda afirmou que na Venezuela "a revolução socialista continua." Disse Chávez que, através das nacionalizações", teremos tudo o que é a propriedade social." Como se as meras nacionalizações burguesas-capitalistas com o poder sócio-económico-político-ideológico permanecendo firmemente nas mãos da burguesia pró-Chinesa e dos seus patrões social-imperialistas Chineses poderiam ser um sinónimo de "socialismo"! No nosso artigo sobre o revisionismo Cubano, nós já tínhamos reflectido um pouco sobre a questão das falsas "nacionalizações" burguesas-capitalistas e pró-imperialistas (como aquelas que acontecem na Venezuela Chavista) e como é um erro grosseiro confundi-las com a revolução e com a construção socialista autêntica. Entretanto, tais falsidades conseguem enganar muitos trabalhadores Venezuelanos, que vêem Chávez como o seu "herói socialista" e como um "símbolo" contra o imperialismo Americano. Infelizmente, o ultra-revisionista Partido "Comunista" da Venezuela também contribui para este mito e se fundiu com a ala "radical" da burguesia compradora pró-Chinesa Chavista. Um membro do Bureau Político do P "C" V até lidera o "Ministério da participação popular" no governo Chavista. Tal é o estado deplorável do "movimento comunista" da Venezuela. É óbvio que as classes trabalhadoras Venezuelanas precisam desesperadamente de uma Secção Venezuelana da Internacional Comunista (EH) para as liderar na luta não só contra a escravidão assalariada e a exploração capitalista-imperialista, mas também contra todos aqueles que visam enganar os trabalhadores Venezuelanos através de máscaras "populistas" e de uma falsa fraseologia "socialista e anti-imperialista".



Na verdade, a alegada e muito divulgada "oposição" de Chávez à oligarquia imperialista Americana não impediu a Venezuela de exportar mais de 60% da sua produção de petróleo para os EUA em 2005. De facto, é necessário mencionar que a burguesia Chavista está envolvida em negócios com o imperialismo Americano predatório, burguesa-capitalista, explorador, opressor, ganancioso, neo-colonialista, escravizante e anti-comunista dos EUA, contribuindo activamente para as suas políticas mundiais predatórias capitalistas-imperialistas (uma das características do Chavism é, portanto: "Anti-imperialismo Americano" em palavras – mas apoio aos imperialistas Americanos em actos). E nós nunca podemos esquecer que o combustível da Venezuela é usado pelos tanques da burguesia Árabe para derrubar as revoluções Árabes e também é o mesmo combustível da Venezuela que é necessário para os tanques Sionistas abaterem os Palestinianos na Faixa de Gaza.



Consequentemente, está nas mãos do proletariado Venezuelano influenciar o destino da luta de libertação do proletariado de outros países. Nós devemos tornar o proletariado Venezuelano consciente sobre o seu papel de interferir activamente nos eventos do mundo actual no espírito do internacionalismo proletário. Estas são todas as contribuições necessárias dos proletários de diferentes países para coordenar as suas acções anti-imperialistas para o propósito de facilitar as condições para a eclosão da revolução socialista mundial.



O petróleo Venezuelano também é uma fonte importante para a manutenção do Estado social-fascista dos Castristas. Com o petróleo nas mãos do proletariado Venezuelano, este seria um apoio essencial para que o proletariado cubano se livrasse dos social-fascistas Castristas. Nas mãos do proletariado Venezuelano, o petróleo poderia facilitar a revolução dos trabalhadores em toda a América Latina... e isso seria uma grande ajuda para a revolução socialista mundial. A burguesia teme este cenário perigoso de ações coordenadas do internacionalismo proletário. É por isso que ela precisa de enganar os trabalhadores Venezuelanos com a ideologia do Chavismo. E é por isso que precisamos do Comintern (EH), que abre os olhos do proletariado Venezuelano para o seu papel activo na preparação da revolução mundial.



É claro, o proletariado mundial (através das acções centralizadas coordenadas dos proletários dos países) é o único poder no mundo que é capaz de destruir o imperialismo mundial como um todo – em primeira linha, tanto as superpotências imperialistas como os outros lacaios da burguesia nos países.



A nossa linha geral é a luta contra ambas as superpotências e os seus campos (Hoxhaismo). Os revisionistas e Neo-Revisionistas tentam unir todas as forças "contra" o imperialismo Americano em favor do fortalecimento do outro campo imperialista da China, Rússia, Brasil, etc. (de facto, imperialismos como o Europeu, o Brasileiro, etc. detêm certo domínio sobre a Venezuela, apesar de reduzido se comparado com o do todo-poderoso imperialismo Chinês) – com a intenção de prolongar e adiar a decadência do imperialismo mundial. O enfraquecimento dos diferentes imperialistas só faz sentido se usarmos as suas contradições para o objectivo da revolução socialista mundial. É por isso que é muito importante desmascarar os imperialistas e os seus lacaios que se escondem por detrás do "anti-imperialismo". Isso é uma parte importante da nossa luta contra o revisionismo e o neo-revisionismo de hoje.



A ideologia anti-comunista Chavista da "via Latino-Americana e Venezuelana para o socialismo" recorda-nos as "vias" e "caminhos" para o "socialismo específico" da África Negra, Ásia e Média Oriente. Estes "socialismos específicos" estiveram e estão intimamente relacionados com o "movimento não-alinhado" e eles são apenas máscaras para desviar a luta dos trabalhadores dos objectivos genuinamente comunistas com a cumplicidade e o apoio das potências imperialistas que querem perpetuar essas mistificações para manterem os trabalhadores e proletários mundiais longe do Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo. Estes "socialismos específicos" como o de Chávez negam as leis universais revolucionárias da revolução e construção socialista e comunista, eles são defensores das posições inevitavelmente oportunistas, reformistas e social-democratas. Os chamados "socialismos específicos" como o de Chávez recusam os ensinamentos dos Clássicos sobre as leis gerais da revolução e da construção socialista / comunista, seguindo os passos de todos os outros "modelos" e "formas socialistas" como os de Tito, Castro, Khrushchev, Mao, dos Eurocomunistas, etc. bem como dos "caminhos para o socialismo" Italianos, Franceses, Espanhóis, Africanos, Islâmicos, etc. Independentemente das suas diferenças, todos eles (incluindo o "socialismo específico do século 21" Chavista Venezuelano / Latino-Americano) concordam no que realmente importa: rejeição total e completa dos ensinamentos fundamentais do Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo – que é a única ideologia verdadeiramente revolucionária, socialista e comunista. Esta rejeição e difamação têm o objectivo de preservar sempre o capitalismo de uma forma ou de outra.



Os gloriosos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo estavam absolutamente certos quando consideraram que este tipo de mistificações burguesas representa um risco enorme para a vitória da verdadeira luta anti-imperialista, isto é, para a vitória da revolução socialista. Essas pseudo "revoluções socialistas" ou "caminhos para o socialismo" fornecem a burguesia imperialista e os seus cúmplices indígenas (como a burguesia compradora Chavista pró-Chinesa na Venezuela) com a garantia de que nada vai mudar fundamentalmente enquanto traiçoeiramente fazem as classes trabalhadoras das nações neo-coloniais dependentes sentir (às vezes, sinceramente) que as coisas vão mesmo mudar!



A própria vida tem mostrado que essas mistificações imperialistas-revisionistas de que o "socialismo" Chavista está entre os exemplos mais recentes não têm qualquer intenção de desafiar a ordem capitalista-imperialista mundial. Pelo contrário, a sua finalidade é mantê-la eternamente viva. E o que poderíamos esperar de "movimentos" que se baseiam na defesa factual da escravidão assalariada?



De acordo com os Clássicos, o socialismo necessariamente inclui a abolição da propriedade privada dos meios de produção e do trabalho assalariado. Agora, é evidente que as falsas "revoluções de esquerda" na Venezuela Chavista e na América Latina não fizeram nem fazem nada disso. Elas não têm a intenção de derrubarem as relações e forças de produção escravizantes, opressivas, predatórias e exploradoras capitalistas-imperialistas e substituírem-nas por outras socialistas e comunistas. Pelo contrário, elas apenas estimulam a exacerbação das rivalidades inter-imperialistas a fim de obter algumas migalhas adicionais. A essência da "revolução socialista Bolivariana" Chavista é composta pelos interesses da burguesia compradora pró-Chinesa Venezuelana disfarçada sob a máscara do populismo pequeno-burguês para enganar os trabalhadores / proletários do mundo em geral e da Venezuela em particular.



Como é que a exploração do trabalho á escala nacional não vai levar à subjugação e pilhagem das nações capitalistas mais fracas pelas mais poderosas á escala global? Como pode a venda dos activos, dos recursos e dos meios de produção rentáveis ​​nacionais em benefício dos imperialistas Chineses e em detrimento dos trabalhadores que os produzem não poderia conduzir à manutenção da Venezuela como um país inteiramente dependente e neo-colonial? A "diversidade" enganadora de variedades aparentemente específicas de "socialismo" ou de "caminhos para o socialismo" de que o Chavismo é um dos exemplos mais recentes nunca pode ofuscar as suas características essenciais comuns: a renúncia da luta de classes, utilização de uma falsa fraseologia burguesa "socialista" como disfarce para a perpetuação da subjugação dos países ao sistema do capitalismo-imperialismo-revisionismo mundial (no caso da Venezuela Chavista, ao social-imperialismo Chinês).



É claro, os revisionistas tentam esconder tudo isso e eles teimosamente insistem nas suas mentiras sobre a "luta de Chávez pelo socialismo". Por exemplo, o pró-Maoista pró-Trotskista ultra-revisionista "Parti des Travailleurs de Belgique" (PTB), um dos maiores defensores do anti-comunismo Chavista, afirma de maneira oportunista que "o modelo socialista de Chávez" consiste "na existência de fortes empresas públicas em sectores como as telecomunicações, electricidade e transportes e também de algumas indústrias de base relacionadas com a indústria nacional de petróleo". Isto mostra o absoluto anti-socialismo do PTB. Se os líderes burgueses do PTB não estivessem tão implacavelmente submersos em dogmas reaccionários e pró-capitalistas, eles nunca iriam confundir o verdadeiro socialismo com as políticas sócio-económicas-ideológicas pró-Chinesas burguesas e "populistas" Chavistas cujo único objectivo é facilitar e intensificar a dependência neo-colonial económica, comercial e financeira relativamente ao imperialismo Chinês! E os ultra-revisionistas do PTB vão ainda mais longe com os seus delírios anti-comunistas:



"Na Venezuela, Hugo Chávez espera juntar dentro do partido revolucionário único diferentes organizações e partidos que apoiem a sua política." (Documentos do PTB, L’Amérique latine toujours plus à gauche, 2006, traduzido da versão em língua Francesa)



Como pode ser concluído, ao reconhecerem abertamente que o socialismo de Chávez é realmente um resultado de múltiplas correntes burguesas e anti-socialistas, os revisionistas admitem que o Chavismo está em total oposição aos ensinamentos Marxistas-Leninistas-Estalinistas-Hoxhaistas, afirmando que a revolução socialista só pode ser triunfante se for guiada por um partido monolítico comunista de tipo Leninista-Estalinista que será a vanguarda proletária que liderará todos os trabalhadores contra a opressão, as influências e forças burguesas-capitalistas-imperialistas. O falso "partido único revolucionário" de Chávez é de facto uma quantidade de vários partidos burgueses-capitalistas e anti-comunistas que representam as várias alas da burguesia compradora pró-Chinesa Venezuelana dominante.



O "caminho específico para o socialismo" Chavista não é nada mais do que anti-comunismo capitalista, burguês e pró-imperialista. Apenas o socialismo mundial e o comunismo mundial podem definitivamente abolir a inevitabilidade dos regimes de tipo Chavista. Como já dissemos, assim como ocorreu com todos os outros "socialismos específicos", também o "socialismo Venezuelano e Latino-Americano" Chavista é um mero "movimento" pseudo-popular liderado pela burguesia compradora pró-Chinesa Venezuelana com o objectivo de facilitar a exploração da Venezuela pelos vorazes social-fascistas e social-imperialistas Chineses que já estão superando os imperialistas Americanos como a superpotência mais poderosa do mundo. Afinal, nem todos os países burgueses-capitalistas podem alcançar a dominação político-sócio-económica mundial, pois esta é restrita a alguns blocos e a algumas grandes potências imperialistas, entre os quais os EUA, UE, Japão e, mais recentemente, a China. As outras nações burguesas-capitalistas como a Venezuela Chavista estão condenadas a serem anexadas à esfera de influência deste ou daquele candidato imperialista á hegemonia global que fará de tudo para manter o status quo capitalista-imperialista neo-colonial, esclavagista e explorador mundial.



Os trabalhadores / proletários do mundo em geral e da Venezuela em particular devem saber que o único caminho para a sua libertação total e definitiva de todos os tipos de escravidão, opressão e exploração é a luta contra todos os tipos de ilusões anti-socialistas promovidas pelos regimes "populistas" burgueses-capitalistas, pró-imperialistas e anti-comunistas do tipo Chavista e a aderência total e completa ao Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo com o objectivo de assegurar o triunfo da revolução socialista mundial e da ditadura proletária mundial em direcção ao socialismo e ao comunismo mundiais – sempre sob a liderança de aço do Comintern (EH), o único porta-bandeira e defensor da autêntica ideologia proletária e comunista.


Trabalhadores e proletários do mundo – unam-se contra o anti-comunismo burguês-capitalista "populista" Chavista!

Lutem contra todos os tipos de "socialismos específicos" reaccionários!

A chamada "virada á esquerda Latino-Americana" não é nada mais do que a brutal neo-colonização pelos social-fascistas e social-imperialistas Chineses!

Não se deixem enganar pelos slogans Chavistas aparentemente "revolucionários" e "socialistas"!

O
Chavismo não tem absolutamente nada a ver com o verdadeiro socialismo e comunismo, mas ele apenas representa os interesses da burguesia compradora pró-Chinesa Venezuelana!

Vamos denunciar os crimes dos social-imperialistas Chineses e dos seus lacaios Chavistas Venezuelanos, que não param diante de nada para maximizar os lucros!

Vamos estabelecer a Secção Venezuelana do Comintern (EH)!

Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!

Viva a revolução socialista mundial violenta e armada!

Vamos estabelecer a ditadura proletária mundial!

Vivam o socialismo e o comunismo mundiais!

Viva o Comintern (EH)!

 

 

 

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