2020

 

Bem-vindo ao Comintern (EH)!

 

Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo!

Viva o Estalinismo-Hoxhaismo!

 

Programa Militar

do Comintern (EH)

20

princípios orientadores militares do Comintern (EH)

- adotado em 9 de setembro de 2016 -

 



As tarefas das Secções do Comintern (EH)

adotado em 6 de agosto de 2015

 

 

Resolução do Comintern (SH), de 18 de março de 2020,

sobre os preparativos para o 150º aniversário da Comuna de Paris (2021).


veja: site em inglês sobre a

Comuna de Paris

 

 

 

A vitória da Comuna de Paris

por Wolfgang Eggers

 

 

Há 149 Anos atrás

18 de Março de 1871 

Viva a Comuna de Paris!

O Comintern (EH) saúda todos os comunards mundiais!

 

Viva a ditadura do proletariado!

 

Viva a república socialista mundial!

 

* * *

Por ocasião do 149º aniversário da Comuna de Paris nós publicamos novos textos em línguas diferentes:

Agora disponível em 10 línguas

Inglês

Chinês

Francês

Alemão

Italiano

Português

Russo

Servo-Croata

Espanhol

Turco

 

 

Comuna de Paris – galeria

 

 

 

 

"Códex do coletivismo"


Membro do Comintern (EH) pode ser todo comunista em todo o mundo que dedica sua vida em palavras e ações à libertação e emancipação revolucionária do proletariado mundial, que apoia ativamente a linha político-ideológica do Comintern (SH).

- [Tanto local, como globalmente], que participa ativamente da luta de classes do Comintern (EH) - [também em termos financeiros] e que age incondicionalmente de acordo com todas as regras, diretrizes e decisões do Comintern (SH).

A periodicidade estrita do diálogo entre todos os membros do Comintern (EH) deve ser estabelecida e garantida. Todo membro do Comintern (EH) tem o direito de ser informado sobre a vida interior do Comintern (EH), de expressar livremente sua opinião e de participar ativamente na tomada de decisões e, simultaneamente, tem o dever de dar informações sobre o trabalho pelo qual ele é responsável. O princípio bolchevista de crítica e autocrítica e controle mútuo é indispensável para o fortalecimento do Comintern (EH), em geral, e dos camaradas individuais, em particular. Todo membro do Comintern (SH) mantém a máxima disciplina e responsabilidade no trabalho. Cada camarada do Comintern (EH) é um exemplo exemplar de trabalho altamente consciente e heroico!

Tudo o que fazemos serve ao proletariado mundial e, portanto, assumimos total responsabilidade conjunta na questão revolucionária do proletariado mundial, pelos resultados positivos e negativos de nosso trabalho. Nós nos comportamos em solidariedade uns com os outros, como modelos de genuínos internacionalistas proletários. Todos nós somos guiados juntos pelos ensinamentos dos cinco clássicos do marxismo-leninismo e educamo-nos e apoiamo-nos uns aos outros em seu espírito.

O Comintern (EH) não aceita hierarquia em nossas fileiras. Não aceitamos camaradas "grandes" nem "pequenos", nem camaradas "guiados" nem "guias". Todos os camaradas do Comintern (EH) são iguais, independentes uns dos outros, cada um com suas consequências finais em solidariedade à grande causa da revolução socialista mundial proletária. Prestamos ajuda e assistência mútua, aconselhamo-nos e trabalhamos juntos, coordenamos nossos pensamentos e ações para alcançar nosso objetivo comum. Devemos provar a fidelidade sem limites às ideias do marxismo-leninismo e às ideias do comunismo.

Cada camarada deve tentar ajudar os outros camaradas a melhorar seu trabalho e a corrigir seus erros; no entanto, cada camarada também deve estar totalmente preparado para aceitar críticas e correções vindas dos outros membros do Comintern (EH).

Dessa maneira, os camaradas ajudarão um ao outro (de fato, mesmo durante o processo de trabalho, os camaradas devem apresentar propostas relativamente ao trabalho dos outros e se um deles encontrar algumas fontes ou materiais que possam ser úteis para ajudar outros camaradas participantes, ele não deve hesitar em partilha-las a eles). Somente após esse período de críticas, autocríticas e correções mútuas, os camaradas devem apresentar seu trabalho aos demais membros do Comintern (EH), que não participaram directamente em sua elaboração. E, mais uma vez, o trabalho será submetido às críticas e correções desses outros membros do Comintern. Portanto, antes de serem publicados, os artigos serão examinados, criticados, analisados e corrigidos por todos os camaradas do Comintern.

Essa estratégia tem a vantagem de permitir que todos os membros possam exercer vigilância revolucionária mútua sobre as obras e atividades dos outros camaradas. Isso é muito útil, porque vivemos em um mundo capitalista-burguês, estamos constantemente sujeitos à ideologia anticomunista e isso pode nos levar a cometer erros e sofrer desvios ao genuíno princípio ideológico Marxista-Leninista-Estalinista-Hoxhaista, mesmo se fizermos isso inconscientemente. Pode acontecer que, em um contato bilateral, alguns erros passem despercebidos. Mas isso é muito mais difícil de ocorrer se todos os camaradas analisarem e criticarem um determinado trabalho de maneira autenticamente comunista.

Isso também permite que todas as tarefas realizadas pelo Comintern sejam sempre um trabalho coletivo, sejam de autoria de todos os camaradas, porque todos eles, sem exceção, contribuíram para seu cumprimento.

Os princípios do centralismo democrático, as normas e regras das seções do Comintern (EH) baseiam-se no coletivismo proletário internacionalista. Eles são discutidos e decididos coletivamente, aplicam-se uniformemente a todos e são igualmente autênticos e obrigatórios. Cada seção não é apenas responsável por seu próprio trabalho, mas também pelo trabalho das outras seções e de todo o Comintern (EH). Tudo o que a seção está fazendo serve ao proletariado mundial e, portanto, cada seção assume total responsabilidade conjunta com a questão revolucionária do proletariado mundial, pelos resultados positivos e negativos de nosso trabalho comum. As seções se comportam em solidariedade umas com as outras, como modelos de seções internacionalistas proletárias genuínas. Todos somos guiados pelos ensinamentos dos cinco clássicos do marxismo-leninismo e educamos e apoiamos uns aos outros em seu espírito.

Este é e continua sendo um vínculo firme que une as seções inseparavelmente. Nossa energia coletiva do internacionalismo proletário que compartilhamos é a fonte inesgotável para o desenvolvimento bem-sucedido e o fortalecimento do Comintern (EH). O Comintern (EH) não aceita hierarquia em nossas fileiras. Não aceitamos seções "grandes" nem "pequenas", nem seções "guiadas" nem "líderes". Todas as seções do Comintern (EH) são iguais, independentes umas das outras, cada uma com suas consequências finais em solidariedade à grande causa da revolução socialista proletária e mundial. As seções fornecem ajuda e assistência mútuas, aconselhamo-nos e trabalhamos juntos, coordenamos nossos pensamentos e ações para alcançar nosso objetivo comuns. Sempre e em toda a parte seremos inspirados e guiados pelos ensinamentos dos cinco clássicos do Marxismo-Leninismo.

 

 

 

 

 

O Estado Burguês face à crise epidémica do Coronavírus

Face ao caso da crise epidémica do Coronavírus também designado por COVID19, hoje, dia 18/03/2020, o governo, juntamente com o Presidente da República, preparam-se para declarar caso de emergência nacional.

Portugal foi dos últimos países europeus onde chegou o Coronavírus. Só em final de fevereiro começaram a aparecer alguns casos suspeitos e apenas nos dias 12/13 de março começou a verificar-se uma subida nos casos suspeitos e detetados. Nos últimos dias deram-se cerca de 100 novos casos por dia subindo rapidamente de 0 para 448. Neste momento estão 6.852 pessoas sob vigilância, havendo 1 caso mortal. A faixa etária mais afetada tem sido a de entre os 30 e 60 anos, provavelmente por ser aquela que mais se desloca para trabalhar e tratar de assuntos pessoais.

Ainda não estando numa situação semelhante a Espanha (país vizinho) que apresenta uma taxa 70 vezes maior, num país muito mais populoso, em que alguns de seus habitantes já se estão a dirigir a Portugal, já foram tomadas medidas bastante impactantes.

Já se verifica a quarentena geográfica obrigatória “com nível de calamidade” de uma cidade (Ovar), que começará a partir de 18 de março, até 02 de abril — embora “reavaliado continuamente”. As escolas fecharam, assim como várias empresas, institutos, foram restringidas ou proibidas visitas em Hospitais, prisões e lares de idosos, lojas, alguns centros comerciais, diminuição até 1/3 da lotação em bares, além da suspensão de prazos judiciais, suspensão de voos para a União Europeia, suspensão de barcos de cruzeiro, funcionamento demoradíssimo em vários serviços públicos essenciais, verificando-se como era de esperar uma diminuição no turismo (uma das principais receitas deste país semidesenvolvido), etc…

Apesar de ainda não estarmos no pico da epidemia, a crise já põe a nu a indiferença para a saúde das populações paentes nas reformas neoliberais na saúde com cortes catastróficos, diminuição de pessoal e privatizações. Quando era necessária a existência de maior número de camas o que se verifica são os preços especulativos de produtos de proteção e desinfeção. Mais uma vez se verifica que as privatizações são sempre um meio para enriquecer alguns, mas quando é hora de responder a crises graves, lá está o estado, pago pelo dinheiro dos contribuintes, para as suportar (os diretores de hospitais privados tiveram a lata de enunciar que têm camas livres para ajudar a combater o vírus, mas esqueceram-se de dizer o que farão às pessoas que aparecerem lá com outro tipo de doenças – provavelmente ficam à porta).Contudo esta situação, causada pela crise epidemiológica, não é assim tão simples, levantando diversas questões:

1 - As notícias relativas à epidemia foram públicas desde o início de fevereiro, não se tendo tomado imediatamente medidas de protecção da saúde pública, nem se dando a devida importância ao caso, tomando algumas das medidas que estão a ser tomadas neste momento e verificando o stock de materiais hospitalares e farmacêuticos que se verificam insuficientes com o crescimento da pandemia (um dos exemplos é que não se encontram máscaras à venda nas farmácias), que evitariam que a crise epidémica iniciasse o seu alastramento nos últimos dias. Agora a Diretora Geral de Saúde atira para o ar, números de 1 milhão e possíveis infetados, vá-se lá saber baseada em que estudos. Desta forma, verifica-se o carácter imperioso de apostar no SNS, na valorização dos seus profissionais, no reforço dos meios humanos com a contratação de mais trabalhadores e no investimento que os sucessivos governos PS, PSD e CDS negligenciaram, o que só efectivamente uma sociedade socialista poderá fazer completamente. As enérgicas medidas de emergência que qualquer estado deveria ter tomado imediatamente para travar a contaminação foram contrariados pela relação com os danos que causariam aos lucros dos accionistas, especialmente de companhias aéreas, de multinacionais da área do turismo, mas também de muitas outras; Esta é a primeira prova que um sistema socialista, com planificação e antecipação dos problemas poderia ter evitado ou diminuído inexoravelmente;

2 – O facto do caso do coronavírus ter-se iniciado na cidade de Wuhan, a 6ª cidade mais povoada e uma das mais desenvolvidas economicamente da china, em que se encontram pessoas de todos os continentes e vários países e o seu maior laboratório de armas químicas é, minimamente, estranho. Verifica-se um aproveitamento na compra de acções baixas por parte da China, tornando-se dona ou aumentando o capital em grande parte de empresas mundiais, em vários ramos, incluindo portugueses. Verifica-se igualmente que componentes para telemóveis (cujas peças estão a começar a faltar em várias marcas, mas que as marcas chinesas têm à disposição), e o mesmo acontecendo nos componentes de peças automóveis, por outro lado, dedicam-se a comprar barato os sistemas de preservação dos seus alimentos às novas regras sanitárias. Faz-nos facilmente suspeitar se não foi introduzido para se espalhar rapidamente, fortalecendo o imperialismos chinês, qua conseguiu contê-lo, mostrou eficácia na construção rápida de hospitais e até assistimos hoje, ao facto, do ministério da defesa da China anunciar ao mundo que já conseguiu fabricar uma vacina, para começar com testes em humanos no início do próximo mês – se assim for verificamos mais um esplendoroso destaque desta potência Imperial;

3 – Que no capitalismo global uma recessão trás sempre outra futura mais profunda, estando no momento ideal dos trabalhadores abrirem os olhos e escolherem bem o partido proletário mundial, o Comintern (Stalinista-Hoxista), pois como é óbvio, já não existe nenhuma muralha da china a dividir os países. Quando uma crise é desencadeada, é necessário distinguir entre a causa e o efeito. Nos últimos dois anos, houve uma desaceleração muito significativa na produção material em várias grandes economias como Alemanha, Japão, França e Itália, e a produção industrial reduziu ou desacelerou significativamente (China e Estados Unidos). Em alguns sectores industriais em que se verificou uma retoma após a crise de 2007-2009, como a indústria automobilística, entraram numa crise muito forte durante os anos de 2018 e 2019, com uma queda muito significativa nas vendas e na produção, tal foi o caso da Alemanha. A produção automóvel nos EUA e na China também caíram em 2019, tal como na Índia e França. O mesmo se verificou no sector que produz máquinas e equipamentos, no caso da produção de máquinas-ferramentas e outros equipamentos industriais. Ouve um estagnamento no comércio internacional no qual, num período mais longo, a taxa de lucro caiu ou estagnou na produção material e os ganhos de produtividade caíram. Por outro lado, enquanto em 2018-2019, esses diferentes fenómenos de crise económica na produção e vendas se manifestaram com muita clareza, embora na esfera financeira continuasse tudo a funcionar enganadoramente em pleno, os grandes media e os governos fizeram de tudo para afirmar que a situação era mundialmente favorável ao desenvolvimento; Para disfarçar esta próxima crise nada melhor que uma epidemia, tal como a desculpa do surto de COVID 19, que também tem costas largas, na quebra geral de compras e vendas, de artigos diversos;

4 – Quem paga a crise são sempre os mesmos, os trabalhadores. Quando a garantia que as contribuições para o sistema previdencial de segurança social cumprem a sua finalidade, que é o pagamento de prestações sociais nas eventualidades de perda ou quebra de rendimentos dos trabalhadores, estas não podem nem devem continuar a ser sistematicamente utilizadas como instrumentos de política de apoio às empresas, apoios estes que, a serem necessários, devem ser suportados através de verbas gerais do orçamento do Estado, que a política de défice zero da união europeia não permite, nem a política global tem em conta. A resposta do governo é uma concessão de vários apoios e benefícios às empresas, começando numa espécie de regime simplificado de lay-off – que aponta para uma retribuição dos trabalhadores no valor de 2/3 da sua retribuição normal ilíquida, até um máximo de três salários mínimos (€1905), que são pagos em 30% pelo empregador e 70% pela segurança social (só a AutoEuropa pede ao governo 200 milhões de euros para aplicação desta medida), abertura de uma linha de crédito especial, novos sistemas de incentivos e concessão de várias moratórias ao cumprimento de obrigações fiscais pelas empresas, que comportam o adiamento de 3 000 milhões de impostos.

Quanto aos trabalhadores, são aplicadas medidas severas, desde o corte num terço do seu ordenado, passando por empresas que propõe cortar pausas e obrigar os trabalhadores a trabalhar mais de 5 horas seguidas, contenção do crescimento dos salários, retirar direitos específicos aos trabalhadores (tais como a greve e manifestação – o que já se verifica na requisição civil no porto de Lisboa para fazer face aos constrangimentos provocados pela greve dos estivadores), a antecipação praticamente obrigatória das férias dos trabalhadores (a fim de ser permitida a introdução da lay- off), aproveitamento para despedimento de trabalhadores mais precários;

5 - Por último, mas não menos importante: os contágios e paranóias sempre justificaram o abuso e controlo por parte do estado numa lógica alarmista, que permite com alguma facilidade, se as massas não se puserem em guarda, a promoção de medidas reacionárias e antidemocráticas. Principalmente nas últimas décadas em que se assiste a uma tendência crescente a utilizar o estado de exceção como método normal de governo. Por norma, estas atitudes e leis aprovadas imediatamente pelos governos, utilizando como justificação o normal funcionamento da sociedade ou a saúde pública a uma verdadeira militarização dos países ou regiões afetadas, mesmo que exista apenas uma pessoa infectada pelo vírus”. Quando já se esgotou a fase da utilização dos ataques terroristas para estas medidas excecionais, a invenção ou exagero de uma epidemia poderá oferecer o pretexto ideal para estende-las além dos limites normais.
O permanente estado de medo que se espalhou nos últimos anos nas consciências dos indivíduos traduz-se numa situação de estados de pânico coletivos, aos quais uma epidemia oferece o pretexto ideal, caindo-se numa realidade em que a liberdade é abruptamente limitada, em nome de uma segurança que poderá permitir cometer as maiores atrocidades.

É contrastante, como neste momento, em que a Europa se encontra praticamente em estado de sítio, 30 mil soldados norte-americanos desembarcam no continente até Julho nas suas maiores manobras militares em solo europeu nos últimos 25 anos. Ao mesmo tempo estas manobras que contam com vários milhares de soldados de outros países da Nato dão-se numa altura em que o presidente dos Estados Unidos decidiu banir as entradas dos europeus no seu país. Parece que a guerra é imune a qualquer tipo de vírus.


Trabalhadores e restante povo, não continuem a fechar os olhos à realidade da exploração e humilhação capitalista e a uma realidade que apodrece sem retorno!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenin, Stalin e Enver Hoxha!

Viva a revolução socialista violenta e à ditadura do Proletariado!

Vivam o Socialismo Global e Comunismo Global!

Viva o Comintern (SH) e sua Secção Portuguesa em reconstrução!

 

 

Karl Marx e o vírus Corona

 

 

137º Aniversário da

Morte de Karl Marx

14 de Março de 1883 - 2020

 

Karl Marx – faleceu no dia 14 de Março de 1883

 

Hoje, comemoramos o 137º dia da morte do camarada Marx. O legado do camarada Marx é imortal.


Hoje, o Comintern (EH) é o único verdadeiro defensor não só do camarada Marx, mas também de todos os outros clássicos, como é impossível para apoiar um dos clássicos sem igualmente apoiando também todos os outros, sem excepção. Com base nos ensinamentos invencíveis dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo, nós marchamos resolutamente para a revolução socialista mundial, a ditadura do proletariado mundial, o socialismo mundial e do comunismo mundial.


Viva o camarada Marx, o 1º Clássico do

Marxismo-Leninismo!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-

 Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e

 Enver Hoxha!


Viva a revolução socialista violenta mundial

 e a ditadura do proletariado armada mundial!


Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

 

Viva o Comintern (EH)!

 

site especial em Inglês...

 

 

 

NOVO

Karl Marx

 

Salário, preço e lucro

Junho 1865

 

Karl-Marx-Album 

 

em honra do 130º aniversário da Morte de

Karl Marx

(14 de Março de 2013)

 

Karl Marx

e a revolução socialista

mundial 

10 Teses

 


Friederich Engels

Karl Marx

Junho de 1877

 

 

 

O Oportunismo Tático do Bloco de Esquerda

 

Quando surgiu em 1999, como uma frente agrupando os restos da esquerda radical socialista e extrema-esquerda, assim como alguns intelectuais, muitos de uma espécie de esquerda radical socialista, para muitos proletários e intelectuais de esquerda, este facto foi visto como uma brisa de ar fresco, a última esperança revolucionária para Portugal.

Em conjunto com outras forças, quiçá, contribuiria para uma mudança socialista revolucionária, na Europa.

Por fim o movimento que continha os militantes e pensadores anti-sistema alinhados, que embora sem grande base ideológica, contavam com PSR, Política XXI e UDP, como uma espécie de influência dirigente, pré-organizada, para levar o projecto às massas, enquadrá-lo com um fim revolucionário, com base em tudo o que houve de positivo no passado do Marxismo e Movimento Popular, desde a Comuna de Paris à Revolução Bolchevique e imune aos erros do passado que permitiram o advento do revisionismo (mas também já criticando o Stalinismo – por questão ideológica e tática, assim como, para agradar e não assustar todos os entorpecidos com a propaganda burguesa anti-comunista ao longo de décadas) e falta de participação popular.

Embora críticos ao chamado «socialismo real», e Stalinismo, mantinham uma referência à revolução socialista.

Desta forma, foram muitos os que acreditaram nesta força, que em votações, já é a maior “de esquerda” em Portugal e muitos, também, os que foram entrando e saindo decepcionados, com a realidade observada de completa institucionalização, do partido, aproveitando-se do esforço e apoio de muitos proletários bem intencionados, oportunisticamente e de forma arbritária. O facto de se apresentar um movimento com causas ditas fracturantes: direitos LGBT, ambientalistas, pró-aborto livre, casamento homossexual, legalização da droga (cannábis) para fins recreativos, medicinas alternativas (ou charlatanice, digo eu) também trouxeram ao movimento, principalmente dirigentes (pessoas instruídas acima da média).

No início declaravam no seu manifesto Começar de novo: “Em nome da sua perpetuação no poder a partir de 1999, o Partido Socialista comporta-se na sociedade portuguesa como o seu mais poderoso anestesiante. O centrismo é a sua condição de existência, tal como essa é a vocação do PSD agora amparado pela muleta do PP. Mas não será o agitar do "papão" da direita, politicamente debilitada por uma derrota de que ainda se não recompôs, que fará com que os portugueses perdoem aos socialistas, mal se torne evidente que a anestesia é parte de uma doença nacional profunda e escondida, e não um meio de cura, quando neste momento actual já aprovaram ou deixaram passar dois orçamentos de estado, calamitosos, para o povo, enchendo os bolsos à burguesia, por parte de um governo que já exibe toques de autoritarismo, como da última manifestação dos camionistas de matérias perigosas, proibiram totalmente a greve, incluindo serviços mínimos legais, chegando a ir acordar trabalhadores com polícias armados de espingarda. Basta dizer que apoiam um governo que enterrou nos bancos falidos mais de 20 000 milhões de euros e assumiu uma dívida impagável perante o FMI, Banco Mundial e União Europeia, que impede qualquer devenvolvimento vigoroso no país.

No início criticavam o PCP, por procurara entendimentos para um governo com PS há vários anos, que é o que BE ultimamente tem feito.

Defesa das 35 horas de trabalho semanal, já nem fala delas, participação direta dos cidadãos na política, muito menos, que eram as grandes lutas iniciais.

Da linguagem de que: “O Bloco assume as grandes tradições da luta popular no país e aprende com outras experiências e desafios; renova a herança do socialismo e inclui as contribuições convergentes de diversos cidadãos, forças e movimentos que ao longo dos anos se comprometeram com a busca de alternativas ao capitalismo.” Agora apelam à calma e bom senso, tendo um dos seus principais fundadores representados no Conselho de Estado.

Antigamente o PS (Ditos socialistas democráticos) e PSD (basicamente a chamada direita liberal), equivaliam-se e rodavam, enquanto hoje em dia o grande perigo é o tal papão da direita. Isto de um movimento que, ainda para mais, usou, para atrair fervorosos militantes, dos quais se aproveitou e vai aproveitando, de sua boa vontade e incapacidade de compreender a fraude onde estão inseridos, da dita equivalência dos partidos do centrão.

Como isca aos elementos mais radicalizados e honestos lançam iscas como a do VI Congresso: “já não esperamos nada do PS e não ficamos à espera do PCP”. O que contradiz totalmente a prática de hoje em dia.


Já é tempo de surgir um partido verdadeiramente proletário, popular, revolucionário, internacional socialista e comunista.

Um partido que lidere o proletariado e massas populares à sua merecida e justa revolução.

No entanto, para tal só apoiados nos ensinamentos dos 5 grades clássicos: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha! Assim como no Comintern (Stalinista-Hoxaista) e sua secção Portuguesa em restruturação.

 

Viva a ditadura proletária mundial!

Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

Viva o Comintern (EH)!

 

 

 

 

 

 

A frente unida global de todos os antifascistas e anti-social-fascistas

 

Nove tarefas:


1.

-A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas opõe-se a todas as tentativas da burguesia mundial e de suas agências dentro do movimento mundial operário e comunista, de sabotar a luta anti-social-fascista da luta antifascista, respetivamente, para criar uma barreira entre o antifascismo e o anti-social-fascismo.


2.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas opõe-se a todas as tentativas da burguesia mundial e de suas agências dentro do movimento mundial operário e comunista, de enganar os antifascistas e anti-social-fascistas sobre a verdade, que o capitalismo (capitalismo de estado inclusivo) é a fonte do fascismo e do social-fascismo.


3.

- A frente global unida dos antifascistas e anti-social-fascistas desmascara e combate todas as tentativas do revisionista moderno, de desarmar o proletariado mundial e todos os trabalhadores por meio da ideologia e política da "transição pacífica". Isso torna as massas indefesas em sua luta contra o terror fascista e social-fascista. As tarefas da frente unida dos antifascistas e anti-social-fascistas só podem ser cumpridas organizando a luta armada globalmente contra a luta armada organizada da frente mundial fascista / social-fascista.


4.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas desmascara e combate todas as tentativas dos neorrevisionistas de abusar dos ensinamentos dos cinco Clássicos do Marxismo-Leninismo na luta antifascista e anti-social-fascista , especialmente para "justificar" o terror do social-fascismo.

 

5.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas insiste no indispensável da violência revolucionária contra o terror fascista e social-fascista.

 

6.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas luta pelos direitos democráticos de todas as classes exploradas e oprimidas, pela democracia socialista proletária, mas não pelo sistema "democrático" explorador da burguesia que leva inevitavelmente ao fascismo. Portanto, a luta por direitos democráticos é inseparavelmente parte da derrubada do capitalismo mundial e de seu sistema de estado imperialista.

 

7.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas luta pela abolição da inevitabilidade do fascismo e do social-fascismo por meio do estabelecimento da ditadura do proletariado mundial, do sistema soviético global e da república socialista mundial.


8.

- A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas luta pela erradicação das sobras de todas as forças fascistas e social-fascistas dentro do período do socialismo mundial.

 

9.

- O Comintern (EH) é o centro global do movimento internacional antifascista e antissocial-fascista. O Comintern (SH) unifica e lidera as forças antifascistas e antissociais-fascistas de todos os países em direção à revolução socialista mundial.


 

A frente unida global dos antifascistas e anti-social-fascistas insiste no indispensável da violência revolucionária contra o terror fascista e social-fascista.

 

traduzido para o português pelos novos camaradas de Portugal

 

"Aliança dos Combatentes da Frente Vermelha"

 

 

Quinze tarefas importantes da revolução mundial

O revolucionário mundial é apenas educado pela filosofia da classe do proletariado mundial, pelo marxismo-leninismo, pelos ensinamentos de Marx, Engels, Lenin, Stalin e Hoxha.


O revolucionário mundial luta pela vitória da filosofia da classe do proletariado mundial sobre a filosofia da classe da burguesia mundial.


O revolucionário mundial defende a teoria revolucionária mundial, as ideias e ideais revolucionários mundiais, a ciência do movimento proletário mundial, sua direção e objetivos revolucionários.


O revolucionário mundial lidera a luta de classe ideológica no espírito do internacionalismo proletário contra o espírito nacionalista da burguesia mundial – e contra a ideologia do cosmopolitismo imperialista.


O revolucionário mundial subordina todos os interesses políticos e visa o mais alto interesse político e o mais alto objetivo político do proletariado mundial - à revolução socialista mundial.


O revolucionário mundial luta por apenas um partido, pelo partido do proletariado mundial, pelo partido de todos os revolucionários mundiais, pela Internacional Comunista (EH).


O revolucionário mundial é apenas um revolucionário mundial se lutar contra o revisionismo mundial e o oportunismo mundial dentro das próprias fileiras do movimento proletário mundial, se lutar pela vitória do bolchevismo mundial.


O revolucionário mundial lidera as lutas de classes políticas pela libertação revolucionária do proletariado mundial da escravidão salarial, exploração e opressão, pela destruição do imperialismo mundial, fascismo mundial e reação mundial.


O revolucionário mundial luta por um único poder, pelo poder político do proletariado mundial - a ditadura mundial do proletariado.

O revolucionário mundial lidera a luta de classe militar do proletariado mundial pela destruição da contrarrevolução armada da burguesia mundial, pela violenta conquista do poder político do proletariado mundial.

O revolucionário mundial pratica uma disciplina militar de ferro dentro de um único exército, o exército do proletariado mundial - o exército vermelho mundial.

O revolucionário mundial fornece ao proletariado internaccional as armas da burguesia mundial para apontá-las a si mesma.

O revolucionário mundial defende o movimento proletário mundial, defendendo o proletariado mundial que lidera o movimento revolucionário mundial.

O revolucionário mundial luta contra o mundo destrutivo, decadente e parasitário do capitalismo, esse "sujeito sem-teto, ganancioso e lucrativo", e pelo lar do socialismo renovado, pelo novo mundo nativo do proletariado - por seu lar socialista mundial.

O revolucionário mundial é apenas revolucionário mundial, se ele se dá bem no mundo proletário e muda o mundo proletário, assim como o mundo proletário o muda permanentemente por críticas impiedosas e autocríticas.

 

 

 

há 12 anos

Dia 8 MARÇO de 2008

Um oceano de professores em revolta inundou Lisboa.

 

Ultrapassando todas as previsões do governo, 100 000 docentes (leu bem: cem mil, número confirmado às 17h25 pelos sindicatos e mais tarde pelo Comando da PSP) desfilaram, reafirmando, num ambiente impressionante de unidade e firmeza, que "assim não se pode ser professor" e que "a escola pública não aguenta esta política".

Slogans como “Assim não se pode ser professor”, “Ministra para a rua”, Ministra para a rua, que esta escola não é tua”, “Viemos do Norte para ditar a tua sorte” ou “Está na hora, está na hora de a ministra ir embora” foram predominantes, no Terreiro do Paço.

O desfile atingiu o seu momento auge quando se soube que alguns autocarros, que transportavam professores para a manifestação começaram a ser retidos pela polícia ou vindo-se gritos de vários pontos da manifestação proclamando “FASCISTAS”, o que fez governo e altos dirigentes da Associações Sindicais tremerem, apelando imediatamente à calma.

Os dirigentes sindicais prometeram, formas de luta mais elevada, para responder às reivindicações, nesse dia, mas logo de seguida os professores foram traídos por um “Memorando de Entendimento”. Que apenas fez ceder o governo em alguns pontos temporariamente e levou à demissão da actual Ministra da Educação. Após este auge a pouco e pouco, e de forma mais inteligente, os governos precedentes foram degradando cada vez mais as condições da classe docente, em vários âmbitos.

A chamada Marcha da Indignação foi até hoje, a maior manifestação de sempre do sector da Educação. Um oceano de revolta inundou o Terreiro do Paço.

Na frente do protesto, caminhavam os dirigentes das dez estruturas que integram a plataforma sindical, encabeçados por uma faixa onde podia ler-se: “Pela dignidade da carreira docente, contra a precariedade”.

Neste sector como, em praticamente todos, em Portugal, onde a reacção e autoritarismo, cresce a olhos vistos. Fazem falta sindicatos com estratégia política.

 

Viva o Sindicato Vermelho Internacional

Viva o Comintern (EH)!

Viva o Internacionalismo proletário!

Viva a Revolução Socialista Mundial!

 

 

 

 

 


 

 

Mensagens de solidariedade

 

Declaração do Comintern (EH)

por ocasião

do 109º Dia Internacional da Mulher

8 de Março de 1911 – 8 de Março de 2020

e do

8º aniversário da fundação

da Internacional Comunista das 

Mulheres (EH)

8 de Março de 2012 – 8 de Março de 2020

 

Como o camarada Lenine, o 3º Clássico do Marxismo-Leninismo, disse uma vez:

"Todos vocês sabem que, mesmo quando as mulheres têm direitos plenos, elas ainda permanecem fatalmente oprimidas, porque todas as tarefas domésticas são deixadas para elas. Na maioria dos casos o trabalho doméstico é o mais improdutivo, o mais bárbaro e o trabalho mais árduo que uma mulher pode fazer. É extremamente insignificante e não inclui nada que de qualquer modo promova o desenvolvimento da mulher."

Mulheres exploradas e oprimidas do mundo

 uni-vos!


As contradições agravantes inerentes ao

 capitalismo-imperialismo globalizado só

 vão escravizá-las mais e mais!


Viva o Dia Internacional da Mulher!


Juntem-se á Internacional Comunista das

 Mulheres (EH)!


Só o Estalinismo-Hoxhaismo pode levá-las

 à libertação definitiva e completa!


Não se deixem enganar pelas mentiras do

 "feminismo" burgueso-revisionista pró-

 capitalista!


Marchem e lutem lado a lado com os

 homens explorados e oprimidos pela

 revolução socialista mundial!


A mulher proletária mundial luta lado a lado

 com os homens de sua classe contra a

 sociedade capitalista global!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-

 Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e

 Enver Hoxha!


Viva a ditadura proletária mundial!


Viva o socialismo mundial e o comunismo

 mundial!


Viva o Comintern (EH)!




documentos históricos em inglês

 

Internacional Comunista

das Mulheres

(Estalinista-Hoxhaista)

 

INGLÊS - ALBANÊS - PERSA - FRANCÊS - ALEMÃO

- INDIANO - ITALIANO - PORTUGUÊS - RUSSO -

ESPANHOL


 

 

Aviso prévio

LIVRO 3

Sobre o básico e as questões do Stalinismo

será publicado em inglês em breve

 

 

 

LIVRO 2

Stalin, a revolução mundial e o Cáucaso

Sobre o primeiro período criativo de Stalin

(no Cáucaso)

 

LIVRO 1

Stalin, a revolução mundial e o Cáucaso

Sobre os eventos na Geórgia - 2008

escrito por Wolfgang Eggers - 2008

(graças à tradução da seção EUA)

 

 

 

Mensagens de solidariedade

 

5 de Março de 1953

67º dia da morte

O camarada Estaline

nunca morrerá!

 

Ele viverá para sempre

nos nossos corações!

 

 

 

 

 

NOVO

INPRECORR

Jornal do Partido Comunista Internacional


Estes são documentos históricos do Comintern que são, hoje, .de grande valor para o Comintern (EH). Vamos aprender lições importantes com este rico material.

Eles dão uma visão sobre o trabalho do Comintern.

Os documentos fornecem informações sobre as atividades das Seções, em particular as do CPSU (b), sobre a construção do socialismo na União Soviética, sobre as organizações de massa do Comintern e sobre os eventos do movimento comunista mundial.

Não queremos nem podemos publicar estes documentos sem um comentário crítico. Estes documentos contêm textos de elementos oportunistas que foram posteriormente desmascarados e parcialmente excluídos do Comintern ou mesmo condenados à morte.

Ainda estamos muito longe da enorme atividade de imprensa do Comintern, mas estamos fazendo tudo o que podemos para transformar este estado de fraqueza em força, aprendendo com o inprecorr que em si mesmo resultou da atividade de imprensa do partido bolchevique de Lenin e Stalin.

Aprender com o Inprecorr significa não copiar, ou seja, não repetir os seus erros. Aprender com o Inprekorr, isto é, criar um Inprekorr estalinista-hoxhaista sob as condições atuais da globalização, aprendendo com as experiências históricas do Comintern com o método do materialismo dialético e histórico. Acima de tudo, o Comintern (SH) pode nunca cair nas mãos de líderes traiçoeiros, como foi o caso do Comintern e, especialmente, foi expresso em seus artigos de Inprekorr, também.

É um fato histórico que o Comintern não alcançou o objetivo de realizar a vitória da revolução mundial. O Comintern também falhou em ajudar a garantir a vitória da revolução socialista pelo menos em um único país. Isto foi impossível com líderes oportunistas à frente. Mesmo a classe trabalhadora de um pequeno país como a Albânia mostrou ao mundo que a ditadura do proletariado foi estabelecida apesar da dissolução traiçoeira do Comintern. Assim, quando aprendemos com a experiência do Comintern, fazemo-lo com a firme intenção de conduzir a luta pela revolução socialista mundial a um fim vitorioso - apesar de todos os traidores e liquidatários. O Comintern (SH) deve se tornar um partido mundial que realmente ajude o proletariado mundial a se libertar e a estabelecer a ditadura mundial do proletariado.

Vamos criar uma agência de notícias mundial centralizada Stalinistas-Hoxhaistas !

Claro, precisamos do restabelecimento do "Inprecorr". Contudo, o "Inprecorr" estalinista-Hoxista não significa simplesmente uma cópia do "Inprecorr do Comintern". O desenvolvimento do "Inprecorr" será alcançado exclusivamente com base no Estalinismo-Hoxaísmo, e publicado como uma rubrica especial no órgão central do Cominternos (SH).

Quanto ao Hoxaísmo, o Partido do Trabalho da Albânia foi o último partido do mundo que manteve uma verdadeira agência de notícias proletária mundial. Desde que o PLA foi liquidado, não existe mais uma agência de notícias mundial revolucionária, verdadeiramente marxista-leninista. Somente com o Comintern (EH) será possível reconstruir uma agência mundial de notícias proletárias centralizada globalmente. O Comintern (EH) está preocupado em iluminar os acontecimentos mundiais diários à luz do estalinismo-oxaísmo, para mostrar a saída revolucionária da miséria das massas, apontando o caminho para a libertação da exploração capitalista e da opressão pela revolução socialista mundial e, finalmente, para provar cientificamente a lei objectiva do desenvolvimento inevitável da sociedade para o comunismo mundial.

Inprekorr - foi uma grande agência de notícias internacional Comintern sobre dar a resposta revolucionária correta aos eventos mundiais em geral e sobre como liderar o movimento mundial do comunismo em direção à revolução socialista mundial.

A burguesia mundial tem as suas próprias agências de notícias com o propósito de enganar as massas. É por isso que o proletariado mundial precisa de suas próprias agências de notícias: não apenas como um meio de resistência, mas, em última instância, como um meio de eliminação revolucionária da imprensa burguesa em escala global.

Mesmo na época do Comintern, as agências de notícias burguesas ainda tinham a maior influência no serviço noticioso internacional - a imprensa de mentira internacional ao serviço do capitalismo mundial.

A questão das "notícias" é uma questão da luta de classes globalizada do proletariado mundial e da sua luta contra o monopólio das "notícias" da burguesia mundial. Sem este monopólio "noticioso" - (mentiroso) da burguesia mundial, a revolução socialista mundial não prevalecerá. não pode haver monopólio "noticioso" do proletariado mundial sem a destruição da imprensa burguesa em escala global pela qual lutamos.

Que o que o Comintern (SH) escreveu sobre a globalização em geral, especialmente sobre nossa estratégia e tática global, também se aplica às notícias internacionais em nosso órgão central "Revolução Mundial". A "Revolução Mundial" é a voz revolucionária do proletariado mundial. Bolchevique Mundial.

Ainda mais: uma imprensa não só "para" o proletariado mundial, mas uma imprensa do próprio proletariado mundial; uma imprensa que cria a conexão mais próxima entre o Comintern (EH) e as massas. É nosso objetivo que o trabalhador não seja apenas um leitor, mas também um contribuinte e distribuidor da nossa agitação e propaganda.

Uma imprensa comunista mundial não existe apenas para nós comunistas, mas também para cada trabalhador do mundo que não considera o órgão de imprensa do Comintern como um órgão de partido, mas como um órgão de imprensa que não só reflete sua vida, mas também sua luta diária, seus interesses e suas esperanças. O que precisamos é de uma rede mundial de correspondentes dos trabalhadores que informem diretamente de seu mundo de trabalho, criando assim um vínculo entre o partido e a classe trabalhadora. Além disso, o trabalho dos correspondentes operários é um meio indispensável para ganhar novos simpatizantes e membros para o Comintern (EH).

Quando a bolchevização do Comintern começou, também foram tomadas medidas para bolchevizar a imprensa. Este foi um salto qualitativo no desenvolvimento do "Inprecorr". Um exemplo é a convocação de uma conferência de imprensa internacional em 5 de maio de 1925, o dia em que "Pravda" foi fundado em 1912 [ A "verdade" ao invés de mentiras ]. O Comintern (EH) deveria manter esta tradição e decidir em 5 de maio de 2020 concluir um "Dia Agitprop", um dia em que o foco está no fortalecimento da nossa imprensa (online). Sem o jornal do nosso partido, não podemos avançar o processo de bolchevização do Comintern (SH). Sem um órgão central, é impossível propagar com sucesso o estalinismo-oxhaísmo e pô-lo em prática. Sem um órgão central, não podemos criar uma conexão com o proletariado mundial, e não podemos mobilizar o proletariado mundial.

Temos que duplicar o número de leitores este ano sem fazer nenhum compromisso ideológico-político na propagação da nossa linha partidária.

Caso o órgão central seja apagado da Internet por qualquer motivo, é a primeira tarefa dos membros do Comintern (EH) reconstruir o órgão central na Internet. A reconstrução do Comintern (EH) é impossível sem o jornal itsl.

Qual é a tarefa do nosso órgão central "Revolução Mundial" sob as condições atuais?

No presente, ainda primeiro período de construção do Comintern (EH), nosso órgão central serve como propagandista coletivo, agitador e organizador para recrutar os elementos mais avançados do proletariado mundial para a revolução proletária mundial. O cumprimento desta tarefa não é um fim em si mesmo, mas serve - no passo seguinte - como uma etapa prévia para a criação de uma imprensa mundial estalinista-boxista para mobilizar todo o proletariado mundial e todas as massas trabalhadoras. Sem ancoragem nas massas a vanguarda não pode liderar as massas, não pode desenvolver-se em direção a um partido de massas bolcheviques, assim no segundo período de sua construção. Neste momento, o nosso órgão central serve principalmente de orientação para os camaradas de todo o mundo, e para as Secções em particular, como implementar correctamente o estalinismo-hoxhaísmo na sua prática revolucionária. E assim continuará por mais alguns anos até que possamos conquistar um público de leitura em massa na classe trabalhadora.

A nossa futura agência de notícias Stalinista-Hoxhaista mundial precisa de ser construída de acordo com a melhoria geral do equilíbrio de poder na sede do Comintern (EH). O grupo de recrutamento da sede é constituído pelas Secções.

Isto tem que ser alcançado passo a passo em conexão com a construção das Seções. Sem o envolvimento das Seções, não podemos construir uma rede global centralizada de "Notícias".

Infelizmente, ainda não somos capazes de criar um serviço global diário de notícias Stalinista-Hoxhaista devido à falta de forças, mas estamos a trabalhar nesse sentido.

Isto significa que as notícias ainda não desempenham o papel importante no nosso órgão central, como seria desejável.

Actualmente, os leitores do nosso órgão central são recrutados, em grande parte, de camaradas solteiros que estão interessados na posição do Comintern (EH) sobre o movimento comunista mundial. Entretanto, ainda não há leitores entre os elementos revolucionários do proletariado mundial que estejam interessados no ponto de vista do partido sobre os eventos mundiais diários baseados nos interesses da classe proletária. Lembre-se das lições de Lênin sobre o significado das "revelações políticas". O órgão central é o meio mais importante para o desenvolvimento da consciência de classe revolucionária mundial do proletariado mundial.

A seção "Notícias" sobre eventos mundiais revolucionários foi firmemente estabelecida desde o ano passado - graças aos maiores esforços do partido.

Mas essa não é a única área que precisa de ser coberta.

A área "Notícias" é compartilhada por outras áreas como "História do Movimento Comunista Mundial", informações centrais sobre as atividades do Comintern (EH), agitação e propaganda das seções, assim como as publicações da RILU, a organização juvenil, a organização de mulheres, a International der Communist Solidarity (ICS), a "Red Peasant International”


Seria errado se tentássemos construir a área de "Notícias" à custa de todas as outras áreas da Agitprop. A agitação e propaganda do Comintern (EH) não pode ser limitada ou mesmo reduzida ao campo da informação. Isto não iria ao encontro das lições do Comintern Inprekorr.

O órgão central deve concentrar-se em unir as três principais frentes de batalha, nomeadamente através do Agitprop:

a) a frente de batalha política,

b) a frente de batalha econômica,

c) a frente de batalha teórica.

Assim que tivermos membros mais qualificados, poderemos também criar o nosso próprio departamento central de agitprop. O Comintern (EH) só pode se especializar nas diversas áreas de sua luta na medida em que o número de membros cresça. É por isso que nossa propaganda tem que focalizar na atração de novos membros, que nós equipamos com os conhecimentos teóricos básicos do Estalinismo-Hoxaísmo que é, novamente, necessário para a execução de tarefas especiais da sede.

A sede do Comintern (EH) ainda tem que cobrir a maior parte das áreas da Seção propriamente dita. A seção alemã, a seção egípcia, a seção americana e o posto avançado do Uganda entregam as contribuições atuais de seus próprios países, ou de outros países, ao órgão central "Revolução Mundial". Esta é uma expressão encorajadora para o fortalecimento do nosso órgão central. Para melhorar nosso trabalho de "notícias", é imperativo que as seções estabeleçam sua própria rede de notícias para seu próprio país (ou para seus países vizinhos). Um exemplo positivo é a seção egípcia, que está criando uma rede de "notícias" para o mundo árabe inteiro.

Na época em que Inprekorr foi publicado pelo Comintern, o acesso gratuito da propaganda comunista ainda não estava disponível. Isto foi assegurado pelo Comintern (EH) pela primeira vez na história do movimento comunista mundial. Nós criamos o maior arquivo de agitação e propaganda comunista do mundo (em particular o maior arquivo dos 5 clássicos do marxismo-leninismo). E nós já criamos nossa própria base teórica sólida sobre a qual podemos construir uma agência de notícias mundial Estalinista-Hoxhaist.

As vintages Inprecorr 1922 - 1933 foram agora adicionadas aos nossos arquivos. Pretendemos avaliar sistemática e criticamente este rico material num futuro próximo. Em particular, vamos nos concentrar em examinar criticamente a maioria dos autores do Inprecorr. Não é apenas um facto que não só traidores como Zinoviev, Bukharin e Dimitrov lideraram o Comintern, mas o facto é que a maioria dos autores de Inprekorr acabaram no campo inimigo de classe. O Comintern (EH) aprendeu as lições certas com isso e continuará a fornecer as informações necessárias para desmascarar os traidores e renegados.

O partido bolchevique desenvolve sua força através de sua purificação a partir de oportunistas.

Viva o 101º aniversário da fundação do Comintern Lênin e Estalines!

Viva a revolução socialista mundial!

Viva Marx, Engels, Lenin, Stalin e Enver Hoxha!

Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

4 de Março, 2020

Wolfgang Eggers


 

A fundação

do Comintern

 

Viva o 101 º aniversário da

Internacional Comunista!

04 de março de 2020

 

Mensagens de solidariedade

 

Mensagem de saudação do Comintern (EH)


Viva o 101º aniversário do Comintern!


O nosso slogan para o 101º aniversário da fundação do Comintern é:

Aprender com "Inprecorr" significa aprender a vencer!

Saudamos todos os camaradas ao redor do mundo no 101º aniversário do Comintern, no dia 4 de março de 2020!

Quando implementamos com sucesso nossa campanha pelo 100º aniversário do Comintern no ano passado, decidimos não desistir nos anos que se seguiram quando se tratou de propagar o Comintern e suas publicações. Este ano, fizemos uma nova grande contribuição. Publicamos as edições do Inprekorr de 1922 a 1933 em inglês. É uma enorme conquista da qual nos orgulhamos.

 

 

 

 

 

Documentos históricos do movimento mundial marxista-leninista do camarada Enver Hoxha

Telegrama do PCP (R)
por ocasião da morte do camarada Ernst Aust

31. 8. 1985 - 8.30h

( Hoje Eduardo Pires é um renegado! )

 

PCP (R)

Tal como o seu nome indica, o objectivo do partido era reconstruir o movimento comunista português, era expurgá-lo de toda a espécie de tendências revisionistas e oportunistas que infiltravam as classes trabalhadoras portuguesas. O PCP (R) foi o primeiro e, até este momento, o único partido político português que defendeu a Albânia Socialista e a luta anti-revisionista do PTA. O partido também seguia os ensinamentos de Enver Hoxha e honrava a herança de Estaline. O PCP (R) constituiu uma importante secção do Movimento Mundial Marxista-Leninista liderado pelo Camarada Enver Hoxha.


Em Janeiro de 1976, o Congresso fundador do PCP (R) enviou uma mensagem de saudações ao Comité Central do Partido do Trabalho da Albânia:


“O Congresso para a reconstrução do Partido Comunista Português gostaria de enviar as mais calorosas saudações ao PTA, ao seu grande líder, o Camarada Enver Hoxha e ao heróico povo Albanês. A Albânia Socialista é o país da ditadura proletária, é a luz que guia o socialismo na Europa. A sua luta corajosa e combativa contra o imperialismo internacional e contra o revisionismo constitui um grande exemplo para a defesa dos princípios Marxistas-Leninistas e para a defesa da causa do comunismo.



Desde os primeiros momentos da traição revisionista, o PTA sempre conseguiu erguer a bandeira da revolução sem se submeter a qualquer tipo de ameaças ou intrigas e ultrapassando todas as espécies de obstáculos. (…) A experiência do PTA é uma fonte inspiradora para os Marxistas-Leninistas portugueses na sua luta contra o imperialismo e o fascismo, (…) contra a traição revisionista e a sabotagem do movimento operário a partir do seu interior, contra a ideologia burguesa (…) e a favor da revolução popular e da edificação do socialismo no nosso país (…).


Em 1921, foi criada a vanguarda organizada da classe trabalhadora. Durante várias décadas, o PCP orientou a luta do povo português contra o fascismo e contra a exploração capitalista, contra o imperialismo e o colonialismo e a favor da democracia popular e do socialismo. O passado glorioso do PCP, os seus heróis e combatentes pertencem aos Marxistas-Leninistas e não á clique revisionista de Cunhal. O PCP (R) foi formado após 12 anos de luta contra o revisionismo moderno (…) (que) tentou extinguir o fogo revolucionário no nosso país (…). O PCP (R) dá continuidade ás tradições da luta de classes no nosso país e levanta bem alto o estandarte de Marx, Engels, Lénine e Estaline (…) o PCP (R) quer ser a força principal na concretização da missão histórica do proletariado português que consiste em preparar o caminho para a edificação do socialismo e do comunismo (…).”


No dia 6 de Março de 1976 (o 55º aniversário do PCP), uma delegação do PCP (R) deu uma entrevista á Rádio Tirana sobre: “A situação em Portugal e as tarefas presentes do PCP (R)”:


“O PCP (R) guia-se pelo Marxismo-Leninismo e as suas fileiras são compostas pelos mais corajosos combatentes proletários. O PCP (R) sublinha a tarefa essencial que cabe ao partido no que respeita á unificação do povo e á afirmação do papel dirigente da classe operária no contexto da luta revolucionária.


Portugal atravessa uma situação muito difícil. As massas têm de resistir a um inimigo que multiplicou as suas forças e que está pronto para tudo. Os representantes dos grandes monopolistas e do imperialismo internacional são guiados pelo Imperialismo Americano que deseja um regresso á antiga ditadura fascista. Entretanto, os preços sobem, os salários estão congelados, o desemprego afecta quase meio milhão de pessoas e o panorama geral revela uma grande pobreza. De maneira a conseguirem sair da crise económica, o governo está a pedir mais créditos aos capitalistas e aos revisionistas, o que só aumenta a dependência de Portugal relativamente a outros países. Nesta situação, o PCP (R) estabeleceu que a sua primeira tarefa é unir o povo português com o propósito de evitar o regresso do fascismo. Vamos lutar contra as políticas anti-populares da burguesia! Vamos defender a liberdade, a independência nacional e a vitória popular! Estes são alguns dos principais slogans do partido.


(…) o partido também aumentou a vigilância em relação ás actividades dos social-imperialistas soviéticos que estão em luta contra o imperialismo americano com o objectivo de conquistar posições dominantes na península Ibérica.

Nenhuma destas tarefas terá sucesso sem uma luta honesta contra a clique revisionista que ainda usa slogans socialistas para se infiltrar nas organizações de massas, para praticar a reconciliação das classes e para dividir o povo trabalhador. Os revisionistas enganam as massas através da ilusão de que a forma democrática do domínio capitalista pode resolver os seus problemas. A política dos revisionistas opõe-se directamente aos interesses do povo e esta é uma situação muito complicada porque dificulta a luta popular contra o inimigo.


O PCP (R)(…) desenvolve a luta ideológica contra o revisionismo através da imprensa do partido com o objectivo de educar as classes trabalhadoras (…). Além disso, o partido leva a cabo um trabalho diário para remover as influências revisionistas no interior das organizações de massas, sindicatos e cooperativas (…) este é um trabalho difícil que requer contactos com as massas, que requer uma dedicação firme á defesa dos interesses das classes trabalhadoras.


O propósito do partido é isolar a clique revisionista que está a enganar os elementos honestos envolvidos na luta revolucionária.”


O PCP (R) desenvolveu laços de amizade com todos os outros partidos Marxistas-Leninistas e recebeu muitas mensagens de saudações logo após a sua fundação. Essas mensagens de saudações vieram do Partido Comunista da Bolívia/ML, do Partido do Trabalho do Irão (Toufan), do Partido Comunista do Brasil, etc.


Por exemplo, o carácter internacionalista do PCP (R) evidenciava-se nas relações calorosas que o partido mantinha com o PC do Brasil. Numa declaração conjunta do PCP (R) e do Partido Comunista do Brasil intitulada “Os Partidos Marxistas-Leninistas fortalecem a solidariedade mútua”, ambos os partidos afirmavam que:


“As ligações entre os partidos Marxistas-Leninistas devem ser consolidadas de uma maneira internacionalista baseada na solidariedade mútua e na luta comum contra o capital monopolista, contra o imperialismo e a reacção. Os encontros entre os representantes dos partidos Marxistas-Leninistas constituem uma prova viva do carácter e da unidade internacional do Movimento Marxista-Leninista. (…) (Ambos os partidos) expressam a sua determinação em aprofundarem a cooperação mútua (…) de forma a estarem sempre na vanguarda das lutas revolucionárias das massas trabalhadoras e a orientá-las na direcção da revolução proletária.


O proletariado português deve saber que por detrás da sua fraseologia “comunista” e “revolucionária”, os revisionistas da clique de Cunhal não são mais do que traidores detestáveis, eles são lacaios da burguesia e do social-imperialismo soviético. A clique de Cunhal não tem nada em comum com o Marxismo-Leninismo, não tem nada em comum com a classe trabalhadora nem com as lutas dos povos Latino-Americanos. (…) as nossas fileiras estarão sempre na primeira linha da luta das massas trabalhadoras contra os regimes fascistas impostos pelo imperialismo Americano, elas combaterão sempre a favor da libertação dos povos.”


Em Agosto de 1976, o PCP (R) definiu as suas tarefas principais:


“Recentemente, teve lugar a 6ª Sessão Plenária do Comité Central do PCP (R). Este encontro caracterizou-se pelo sentido proletário da unidade e da responsabilidade e também pelo debate franco e aberto. A Sessão foi um passo em frente na consolidação do trabalho do partido e na liderança da luta das massas oprimidas. (…) Foi apontada a necessidade de estender as actividades a todo o país de forma a aumentar a influência do PCP (R) entre as massas de camponeses e a colocar o partido na linha de frente das suas lutas. O encontro lidou ainda com o trabalho que deve ser levado a cabo pelos membros do partido entre as mulheres e a juventude, porque estas duas secções da população constituem uma força decisiva da luta de classes

.


O Comité Central do PCP (R) realçou a importância da aplicação dos métodos do trabalho revolucionário de maneira a revolucionarizar as fileiras e a concretizar a proletarização de todas as organizações do partido. Isto contribuirá para aumentar a sua influência e fortalecerá o próprio partido (…).


(…) O Comité Central do PCP (R) também decidiu organizar a juventude comunista revolucionária, e expressou a convicção de que esta decisão será recebida com grande entusiasmo pelos operários, camponeses, estudantes e pela juventude do partido. Eles têm a oportunidade de criar rapidamente uma poderosa organização comunista da juventude constituída por milhares de jovens operários, camponeses e estudantes e contando com o apoio total das massas militantes da juventude portuguesa (…).”


No início do ano de 1977, no III Congresso do KPD/ML, o PCP (R) declarou que:


“ (…) O Partido Comunista Português (Reconstruído) é uma jovem secção do movimento comunista internacional. Após 12 anos de luta, ele foi novamente reconstituído em Dezembro de 1975 e irá agora realizar o se Segundo Congresso (…).




Durante os 12 meses da sua existência, o nosso partido fortaleceu-se: por um lado, pela luta contra o revisionismo moderno contra-revolucionário de Cunhal, o espírito comodista e o carreirismo das classes médias; por outro lado, o nosso partido está determinado em participar na acção política revolucionária e lutou constantemente de maneira a ganhar a confiança dos trabalhadores e das massas populares e a liderar a sua luta em direcção á revolução democrática popular, ao socialismo e ao estabelecimento da ditadura do proletariado (…).


Com o colapso da mais longa ditadura fascista da história da humanidade, Portugal mergulhou numa crise profunda. Muitas secções do povo estão envolvidas na luta revolucionária. Houve muitos factos positivos que foram consolidados pela acção da classe operária e do povo. O proletariado rural ocupou pela força as terras pertencentes aos grandes latifundiários, nas cidades o povo ocupou as casas dos ricos e a classe operária ocupou fábricas e expulsou os empresários fascistas.



Queridos Camaradas!


O internacionalismo proletário é um princípio intocável que é agora de importância vital para os Comunistas e para os povos do mundo. A crise do sistema capitalista, especialmente nas duas maiores e mais perigosas superpotências capitalistas que são os EUA e a URSS, está a intensificar a rivalidade e a competição e entre elas em todas as partes do mundo. Ao mesmo tempo, a luta revolucionária da classe operária e dos povos explorados e oprimidos está a recrudescer. Nestas condições, o objectivo comum dos nossos dois partidos consiste em fazer tudo o que for possível para fortalecer ainda mais a unidade do movimento comunista internacional na base dos princípios eternamente válidos do Marxismo-leninismo.”


Em 1977, o PCP (R) elogiou e apoiou a luta dos povos Latino-Americanos contra o fascismo e o imperialismo:


“Os partidos Marxistas-Leninistas tomaram conhecimento das notícias acerca do encontro multi-nacional das delegações dos partidos Marxistas-Leninistas da América Latina e da publicação da sua declaração conjunta. Eles dão as boas-vindas a este encontro dos partidos fraternais da América Latina com todo o seu coração e apoiam as conclusões e as teorias correctas que foram formuladas pelos partidos fraternais da América Latina e (…) avalia o encontro como sendo uma grande passo em frente no fortalecimento da unidade dos partidos Marxistas-Leninistas. Nesta ocasião, os partidos Marxistas-Leninistas reiteram a sua determinação em consolidar os esforços conjuntos para promover a solidariedade e a cooperação entre todos os partidos Marxistas-Leninistas na luta contra os seus inimigos comuns, a burguesia reaccionária e o imperialismo americano; o social-imperialismo soviético e o revisionismo moderno e a favor da vitória da revolução e do socialismo.


O Partido Comunista Português (Reconstruído) expressou a sua total solidariedade com a declaração conjunta dos partidos Marxistas-Leninistas da América Latina e qualifica essa declaração como um documento histórico. O progresso das forças revolucionárias em qualquer país requer o fortalecimento do partido Marxista-Leninista e a (…) solidificação do internacionalismo proletário (…).


O Partido Comunista Português (Reconstruído) qualifica o encontro dos Partidos da América Latina como uma acção de grande significado histórico para o movimento comunista e como um exemplo para os mais jovens partidos Marxistas-Leninistas (…).


A unidade dos Marxistas-Leninistas revolucionários do mundo é consolidada pelo encontro e pela declaração conjunta dos partidos fraternais da América Latina.


(…) o fortalecimento das ligações internacionalistas entre eles é muito importante Porque significa a consolidação de uma verdadeira cadeia de departamentos do proletariado revolucionário em luta aberta contra a hegemonia do imperialismo americano e contra os regimes fascistas que dominam quase todos os países da América Latina.”



Em Abril de 1977, o Comité Central do PTA enviou o seguinte telegrama ao Comité Central do Partido Comunista Português (Reconstruído):


“O Comité Central do PTA, (…) tomou conhecimento de que o Segundo Congresso do vosso partido está a realizar-se. (…) nós queremos expressar a nossa confiança de que o Segundo Congresso do Partido Comunista Português (Reconstruído) inspirado nos ensinamentos imortais de Marx, Engels, Lénine e Estaline será coroado com total sucesso. As vossas decisões devem seguir o caminho da luta revolucionária do vosso partido a favor dos interesses vitais da classe operária portuguesa e do povo trabalhador com o propósito de atingir o progresso social e o socialismo em Portugal; e contra o perigo fascista que ainda existe no país e que promove a exploração e a opressão pelo capital e pelo imperialismo americano.


O galante e patriótico povo português tem uma longa história de aspirações e de lutas pela liberdade e pela independência. Sob as condições da brutal ditadura fascista de Salazar, o povo português lutou pela libertação social contra a exploração fascista e contra a opressão provocada pela burguesia nacional. A batalha decisiva do povo português derrubou a ditadura fascista, mas o partido revisionista de Cunhal, lacaio do social-imperialismo soviético e agente da burguesia, está a tentar (…) afastar a classe operária portuguesa do caminho da revolução.


A fundação do Partido Comunista Português (Reconstruído) constitui um ponto de viragem na história das lutas revolucionárias do povo português. A classe operária portuguesa tem agora a sua vanguarda Marxista-Leninista, e em aliança com o proletariado rural e com as outras massas exploradas, a classe operária portuguesa luta pelo avanço da causa da revolução democrática e popular. Os proletários portugueses marcham com determinação em direcção aos seus objectivos mais elevados, o socialismo e o comunismo. A fundação do vosso partido é uma vitória considerável dos Marxistas-Leninistas sobre o revisionismo moderno e sobre os outros inimigos dos interesses da classe operária. A organização e a unidade dos verdadeiros Marxistas-Leninistas em redor do Partido Comunista Português (Reconstruído) e a denúncia da traição dos revisionistas modernos, dos Trotskistas e de todos os outros oportunistas constitui uma vitória não apenas para a classe operária portuguesa, mas também para a revolução mundial (…).


O PTA e o Partido Comunista Português (Reconstruído) mantêm relações de amizade. Os nossos partidos irmãos aprendem um com o outro e ajudam-se um ao outro, lutando lado a lado na mesma barricada da luta de classes contra as agressões e as políticas hegemónicas das duas superpotências, o imperialismo americano e o social-imperialismo soviético.


A participação da delegação do Partido Comunista Português (Reconstruído) no 7º Congresso do PTA em Novembro de 1976 foi uma expressão clara do internacionalismo proletário, da estreita amizade que une os nossos dois partidos irmãos e um grande encorajamento para os nossos comunistas e para os nossos povos.”



O PCP (R) insistiu sempre na luta contra as tendências revisionistas com base no internacionalismo proletário e no fortalecimento do Movimento Marxista-Leninista. Em Setembro de 1977, a “Resolução do 2º Plenário do Comité Central do Partido Comunista Português (Reconstruído) acerca da necessidade de consolidar a luta contra o revisionismo moderno” declarava que:


“Um dos aspectos mais importantes do trabalho dos partidos Marxistas-Leninistas consiste no seu esforço e na sua luta para desmascarar as actividades e as políticas traidoras e anti-populares dos partidos revisionistas, e para defender o Marxismo-Leninismo contra os ataques e as distorções dos revisionistas, promovendo assim a eliminação das influencias revisionistas no seio das massas trabalhadoras.


(…) o fortalecimento da luta contra a clique revisionista e burguesa de Cunhal com o propósito de a isolar das massas constitui uma das principais tarefas do partido. O PCP (R) (…) sabe que a luta contra o revisionismo é complexa, prolongada e requer muita força e energia da parte do partido revolucionário e da classe operária.


É dever do nosso Partido (…) agir como um poderoso movimento Marxista-Leninista e mostrar ás massas que o revisionismo não pode ser capaz de interromper a grande batalha que está a ser travada desde o tempo de Lénine. É dever do nosso partido publicitar os sucessos do Movimento Internacional Marxista-Leninista entre a classe operária Portuguesa e expor a degeneração burguesa das correntes e tendências que dividem o revisionismo actual.


O Comité Central do PCP (R) (…) está atento ao facto de que (…) o estudo do Marxismo-Leninismo e as ligações com as massas devem ser consolidados nos interesses da revolução proletária.


O Comité Central do PCP (R) destaca a tarefa (…) da defesa do Marxismo-Leninismo e do fortalecimento das ligações com a classe operária e com as massas no sentido de criar um movimento revolucionário forte e unificado (…) a nossa perspectiva é a conquista do poder político.”


Em Agosto de 1978, no seguimento da ruptura entre a China e a Albânia, o jornal “Bandeira Vermelha” [o órgão central do Partido Comunista Português (Reconstruído)], escreveu um artigo denunciando as acções criminosas dos revisionistas chineses em relação á Albânia Socialista:


“ (…) com o cancelamento dos contratos e da ajuda á Albânia, eles alinharam-se com os revisionistas Krushchevistas. (…) Mas apesar das dificuldades que eles causaram á economia Albanesa, eles não conseguirão deter o heróico povo albanês, unido em redor do PTA e liderado pelo Camarada Enver Hoxha, erguendo bem alto a bandeira do Marxismo-Leninismo e constituindo um exemplo para todos os outros comunistas. (…) a liderança chinesa, que segue o caminho da aliança com o imperialismo americano e com a burguesia, está a afastar-se da classe operária e dos povos progressistas de todo o mundo.


Os verdadeiros partidos Marxistas-Leninistas, incluindo o Partido Comunista Português (Reconstruído), estão do lado do PTA, apoiam a causa indestrutível de Marx, Engels, Lénine e Estaline e sairão vitoriosos da batalha contra o revisionismo. Nós aplicamos o internacionalismo proletário que se exprime concretamente no nosso apoio ao PTA e á Albânia Socialista (…). Com as suas acções criminosas, os líderes chinese não irão conseguir causar dificuldades inultrapassáveis ao povo Albanês nem irão conseguir impedir a edificação do socialismo na Albânia Socialista. Os novos revisionistas (…) não atingirão os seus objectivos através da ruptura económica.”


Durante o mesmo período, o jornal Albanês “Zeri i Rini” publicou as impressões da Delegação do Concílio Nacional da Associação da Juventude Comunista Revolucionária de Portugal que tinha visitado a Albânia Socialista a convite do Comité Central da Associação da Juventude da Albânia:


“Se a liderança chinesa insistir com as suas actividades traidoras, hostis, arbitrárias e anti-Marxistas contra a Albânia Socialista, nós apoiaremos solidariamente o povo Albanês, o PTA e a sua determinação em defender os princípios Marxistas-Leninistas. Nós combinaremos a nossa voz com as vozes poderosas de todos os outros Marxistas-Leninistas e de todos os povos revolucionários do mundo para condenar as acções arbitrárias daqueles que tentam por todos os meios aplicar uma linha anti-socialista e anti-Marxista, que tentam promover a reconciliação com o imperialismo e com a reacção sob o disfarce da “teoria dos três mundos”. (Neste texto, é possível notar não apenas a defesa da Albânia Socialista contra o imperialismo chinês, mas também o esforço no sentido da luta ideológica contra o Maoismo).


A nossa bandeira (…) é a bandeira da revolução e do socialismo, é a bandeira da libertação da classe operária, é a bandeira da ditadura do proletariado, do Marxismo-Leninismo e do internacionalismo proletário. (…) O que torna memorável a nossa visita á Albânia é o facto de que nós tivemos oportunidade de ver com os nossos próprios olhos como este país está a erguer heroicamente o estandarte do Marxismo-Leninismo. O internacionalismo proletário é cada vez mais forte (…).”


Em Setembro de 1978, o jornal “Bandeira Vermelha” também publicou um artigo intitulado “Uma nova luta pelo Marxismo-Leninismo”:


“O novo oportunismo está a tentar (…) disfarçar-se de maneira a evitar que o proletariado realize a revolução e a impedir a construção do socialismo, contribuindo assim para proteger o sistema capitalista explorador e opressivo. Estes novos oportunistas estão a seguir uma política pragmática e estão a promover a contra-revolucionária “teoria dos três mundos”. Esta teoria (…) não passa de uma teoria anti-Marxista-Leninista. A luta contra esta teoria é agora uma luta entre os princípios do Marxismo-Leninismo e o revisionismo. O PTA e o movimento comunista mundial opõem-se a esta pseudo teoria (…). Forjado na heróica luta de Libertação nacional, fortalecido na luta contra os inimigos imperialistas e revisionistas, o PTA revelou a tempo as actividades dos revisionistas Krushchevistas e liderou uma luta persistente contra eles. Por causa disso, foram exercidas fortes pressões e chantagens sobre o PTA e sobre o povo Albanês (…). As políticas seguidas pelos líderes chineses contra o PTA e contra o povo Albanês (…) são a prova da sua política reaccionária baseada também nas pressões e nas chantagens. O seu método é, em forma e conteúdo, o mesmo que foi utilizado pelos Krushchevistas nos anos 60 (…). Uma coisa é certa: as pressões contra a Albânia sofrerão uma derrota. O PTA é (…) um modelo de determinação inflexível na defesa do Marxismo-Leninismo e revela, com base em factos concretos e argumentos sólidos, as verdadeiras razoes por detrás da atitude hostil dos líderes chineses. Com as suas firmes posições Marxistas-Leninistas, o PTA está na linha da frente da luta contra todos os tipos de revisionismo moderno.”


Nós devemos notar que o PCP (R) não apenas propagou a luta contra o social-fascismo chinês no interior das suas fileiras, mas também a difundiu entre as massas trabalhadoras. Por exemplo, o Concílio Central dos Sindicatos Albaneses recebeu uma carta do povo trabalhador e revolucionário do sector da construção civil no distrito de Braga (em Portugal). A carta elogia e apoia as corajosas posições Marxistas-Leninistas da Albânia Socialista contra as acções despóticas, chauvinistas e anti-Marxistas dos líderes fascistas chineses:


“ (…) foi com uma profunda indignação que tomámos conhecimento da atitude dos líderes do Partido Comunista da China contra a Albânia Socialista. É óbvio que um tal acto de traição tem como objectivo afastar a Albânia do seu caminho revolucionário. Os líderes chineses querem restaurar o capitalismo na China e liquidar um verdadeiro país socialista como a Albânia. Todos os inimigos do socialismo agem da mesma forma: se são desmascarados, então agem sem qualquer tipo de escrúpulos, de uma maneira desrespeitosa e cancelam todos os compromissos (…) a Albânia aparece aos olhos dos trabalhadores de todo o mundo como grande país por causa da sua destemida determinação revolucionária.


Os trabalhadores portugueses olham para a Albânia Socialista hoje mais do que nunca. Possam os trabalhadores Albaneses continuar a marchar resolutamente em direcção ao socialismo. Os líderes chineses estão enganados se pensam que podem parar a luta revolucionária dos povos. (…) eles nunca conseguirão evitar o colapso do capitalismo e do imperialismo através do auxílio que eles dão á reacção mundial. Em nome dos trabalhadores das obras públicas do distrito de Braga, nós condenamos firmemente as acções traidoras levadas a cabo pelos líderes chineses contra o povo Albanês. Nós estamos em total solidariedade com o governo Albanês, com o PTA e com o seu grande líder, o Camarada Enver Hoxha. Em Braga, os trabalhadores da construção civil estão do lado dos trabalhadores Albaneses e apoiam a sua luta pela completa edificação da sociedade socialista.”


É claro que o P “C”P não gostou do facto de que um verdadeiro partido Marxista-Leninista estavam a crescer e a desenvolver-se, e para evitar isto, os revisionistas portugueses usaram a estratégia tipicamente revisionista que consiste em retratar os comunistas autênticos como “sectários” e “ultra-esquerdistas”. Para além disto, o PCP (R) condenou corajosamente a contribuição activa que os revisionistas portugueses deram para o colapso da reforma agrária e para a reabilitação dos latifundiários exploradores. O PCP (R) afirmou em 1976:


“As recentes medidas têm como propósito a devolução aos grandes latifundiários das propriedades abaixo de uma determinada dimensão. O Sindicato dos trabalhadores rurais (que é dominado pela linha revisionista de Cunhal) também apoiou esta lei.”


Infelizmente, o PCP (R) tinha uma fraqueza que iria acabar por ditar a sua posterior extinção. O calcanhar de Aquiles do PCP (R) consistiu em que o partido nunca conseguiu livrar-se completamente da influência do Maoismo. As influências Maoistas existiram no partido desde o início, mas com a ajuda dos ensinamentos Marxistas-Leninistas do Camarada Enver, o partido demarcou-se aparentemente do Maoismo e do social-imperialismo chinês. Por exemplo, durante a ruptura entre a Albânia e a China em 1978, o PCP (R) ficou do lado da Albânia. Infelizmente, este “anti-Maoismo” do PCP (R) provou ser apenas superficial e o partido começou-se a desintegrar no início dos anos 90, num processo que conduziria ao total desaparecimento do partido em 1992. É claro que não devemos esquecer que a ascensão do revisionismo Albanês e a consequente queda da Albânia Socialista nos anos 1991-1992 foram também factores externos decisivos que determinaram a morte do PCP (R).


Nós, Estalinistas-Hoxhaistas portugueses, devemos aprender com os erros do passado. Nós devemos reflectir acerca dos erros que levaram á liquidação do PCP (R) de maneira a nunca mais os repetirmos. Principalmente, devemos lutar ferozmente contra todo o tipo de tendências Maoistas que possam enfraquecer a consciência revolucionária dos verdadeiros elementos Marxistas-Leninistas.)



Actualmente, a principal tarefa no que respeita á continuação da trajectória revolucionária do PCP consiste em tirar as lições necessárias tanto das suas vitórias como das suas derrotas.


As duas principais lições são:


Em primeiro lugar:


O PCP ultrapassou vitoriosamente a degeneração causada pelos revisionistas modernos através da sua reconstrução pelo PCP (R) no início de 1976.


Em segundo lugar:


O PCP deve agora ultrapassar vitoriosamente a degeneração causada pelo neo-revisionismo através da reconstrução Estalinista-Hoxhaista.

De ambas as vezes, o PCP foi destruído pela pressão externa da burguesia e pela infiltração revisionista no sei do partido. A lição a tirar é clara: devemos evitar que isto aconteça pela terceira vez baseando-nos nas lições dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo.


Uma das principais maneiras de evitar que a degeneração suceda pela terceira vez é erguendo a bandeira Marxista-Leninista do PCP (R).


A fundação do PCP (R) foi o momento mais significativo na gloriosa história do PCP e em toda a história da luta revolucionária do povo português. A classe operária portuguesa readquiriu a sua organização de vanguarda Marxista-Leninista. O PCP (R) lutou pelo avanço da revolução democrática em aliança com os camponeses e com todas as outras classes exploradas. O PCP (R) marchava resolutamente em direcção aos mais elevados ideais – o socialismo e o comunismo. A fundação do PCP (R) foi uma importante vitória dos Marxistas-Leninistas sobre o revisionismo moderno e sobre todos os outros inimigos da classe operária. A organização e a unidade dos verdadeiros Marxistas-Leninistas em redor do PCP (R) provou ser bem-sucedida na luta contra os revisionistas modernos, contra os Trotskistas e contra toda a espécie de oportunistas. Isto não foi apenas uma vitória para a classe operária portuguesa, mas foi também uma vitória para a revolução mundial.


Entre o PCP (R) e o Partido do Trabalho da Albânia - liderado pelo Camarada Enver Hoxha e no centro do Movimento Mundial Marxista-Leninista – estabeleceram-se ligaçoes fraternais. O PCP (R) também estabeleceu laços de amizade com todos os outros partidos Marxistas-Leninistas irmãos. Estes laços eram expressão do internacionalismo proletário, eles eram a expressão da unidade e da força do Movimento Mundial Marxista-Leninista do Camarada Enver Hoxha. A luta do PCP (R) constitui um guia indispensável do caminho que deve ser hoje seguido pelos Estalinistas-Hoxhaistas.


Entretanto, o P “C” P estava enterrado no processo degenerativo comum a muitos outros partidos revisionistas da Europa Ocidental. De facto, durante o fascismo, os revisionistas portugueses eram forçados a executar actividades clandestinas e ainda faziam um esforço para manterem uma certa fachada “revolucionária”. No entanto, após a Revolução dos Cravos e com o estabelecimento da “democracia” burguesa, eles aceitaram abertamente uma linha parlamentarista e legalista que exclui qualquer tipo de trabalho ilegal entre as massas. Esta foi também a linha seguida pelo Partido Comunista de França, pelo Partido Comunista de Itália, pelo Partido Comunista de Espanha, etc.… Estas tendências são já claramente perceptíveis na atitude adoptada pelo P “C”P relativamente ás greves dos trabalhadores imediatamente após a Revolução de Abril. No dia 30 de Maio de 1974, a Comissão Executiva do Comité Central do P”C”P fez uma declaração intitulada “O PC apela ao sentido de responsabilidade” na qual os líderes revisionistas portugueses afirmavam desonestamente que: “Nós denunciamos a colaboração dos elementos reaccionários e o apoio directo ou indirecto por parte de grupos de aventureiros e de esquerdistas que tentam provocar uma crise económica com o objectivo de destruir as conquistas democráticas.” Mas a quem é que os social-fascistas portugueses se estão a referir ao mencionarem os “aventureiros e esquerdistas”? Eles estão a referir-se aos trabalhadores como os condutores de autocarros que faziam greves para lutarem pelo seu salário, mas na visão do P “C”P “os condutores de autocarros desorganizaram o trânsito na capital e paralisaram a produção e o comércio.” Eles estão a referir-se aos padeiros que lutam e fazem greve, mas que são cinicamente denunciados pelo P “C”P como sendo culpados por prejudicarem “a alimentação dos trabalhadores e das famílias pobres” (nesta ocasião, os revisionistas portugueses ultrapassaram todos os limites no que respeita á hipocrisia e á demagogia. Só os lacaios dos capitalistas é que falam desta maneira!!!). Os líderes revisionistas portugueses expõem ainda mais a sua ideologia social-imperialista quando declaram que é necessário “prevenir os conflitos sociais, e as greves desorganizariam a produção, os transportes e o fornecimento de bens essenciais ao povo, o que poderia ser usado em favor da contra-revolução.” Concluindo, durante quase 50 anos de domínio fascista, os trabalhadores portugueses estavam proibidos de organizar greves. E agora, após o 25 de Abril de 1974, é PRECISAMENTE o P “C”P revisionista que proíbe os trabalhadores de fazerem greve!!!

No dia 1 de Junho de 1974, numa entrevista aos meios de comunicação da RDA intitulada “Os comunistas têm a confiança da classe operária”, Cunhal afirmou que: “Nós pensamos que neste momento, uma nova onda de greves, (…) ANTES de todos os outros meios de negociações serem tentados, serviria interesses que não corresponderiam aos dos trabalhadores.” Esta afirmação é uma prova clara da horrenda ideologia social-fascista que Cunhal praticava. Afinal, como é que as greves dos trabalhadores podem ser perigosas para os próprios trabalhadores?!!! Por um lado, Cunhal “defende” o direito dos trabalhadores á greve (puramente económica), mas por outro lado ele entende que as greves não devem ser permitidas se forem dirigidas contra o governo provisório (greves políticas dos trabalhadores)! Isto significa que o governo deve lutar pelas exigências políticas enquanto que os trabalhadores devem estar limitados á luta pelas exigências de carácter económico (esta é a velha ideologia do economismo que foi refutada por Lénine). Cunhal também argumentou que as greves dos trabalhadores “favoreceriam a contra-revolução”. Com estas palavras, Cunhal expõe-se a si próprio como o lacaio burguês e social-imperialista que é; ele confirma explicitamente a sua vontade de perpetuar o capitalismo através da eliminação das lutas de classes que poderiam conduzir á revolução socialista. A verdade é que as greves contra o governo provisório burguês serviriam o proletariado e não a burguesia, mas o propósito de Cunhal era defender o governo provisório burguês e não os interesses revolucionários dos trabalhadores.


Apesar de tudo, os revisionistas portugueses foram muito mais astutos do que os seus homólogos Franceses, Espanhóis, ou Italianos. Por exemplo, a maioria dos partidos revisionistas da Europa Ocidental rejeitaram abertamente o Marxismo-Leninismo, substituindo-o pelas teorias “Eurocomunistas” que promoviam a capitulação face á ordem burguesa e ao sistema capitalista. Pelo contrário, os revisionistas portugueses continuaram a pintar-se a si próprios como “Marxistas Ortodoxos” e como “verdadeiros defensores da União Soviética”. No entanto, nada disto era mais do que palavras vazias e desde 1974 que os “grandes” objectivos dos revisionistas portugueses estão limitados á obtenção de alguns lugares no parlamento burguês e á obstrução da luta de classes ao retratarem-se como sendo os “representantes das classes trabalhadoras portuguesas”.


Na realidade, as acções dos revisionistas portugueses são muito benéficas para a ordem capitalista porque eles contribuem para a idealização da “democracia” burguesa e para dar aos trabalhadores explorados a falsa impressão de uma “liberdade” que pura e simplesmente não pode existir enquanto o capitalismo existir. Por exemplo, no que respeita aos sindicatos, após a Revolução dos Cravos o P “C”P formou o seu próprio sindicato com o objectivo de enganar o proletariado português e de extinguir qualquer sinal de sindicalismo revolucionário. A CGTP (Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses), cujo propósito é a manutenção do capitalismo, tenta aliviar as tensões e evitar as lutas de classes.


A GCTP corresponde ao estereótipo do sindicato revisionista que foi desmascarado pelo Camarada Enver Hoxha:


(Os sindicatos revisionistas) “procuram manter o proletariado subjugado, adormecê-lo e, quando ele se revolta e se enfurece, conduzi-lo pela via das conversações com o patronato e calá-lo com alguma pequeníssima migalha dos superlucros capitalistas. Portanto, para o proletariado se libertar do capitalismo, ele precisa necessariamente de escapar ao jugo dos sindicatos dominados pela burguesia e pelos oportunistas bem como de toda a espécie de organizações ou partidos social-democratas e revisionistas. Todos esses organismos apoiam o patronato de diferentes formas e procuram criar a ilusão de serem «uma grande força», «um freio», de que «se podem impor aos grandes capitalistas» supostamente em favor do proletariado. Issonão passa de uma grande mentira (…).” (Enver Hoxha, O Imperialismo e a Revolução, Tirana, 1979, edição em português).


Consequentemente, uma das principais tarefas do proletariado português é eliminar os sindicatos pró-capitalistas. Mas como é que o proletariado português irá fazer isso?


(O proletariado deve) “destroçá-los combatendo a direcção desses sindicatos, erguendo-se contra as suas traiçoeiras ligações com a burguesia, rompendo a «tranquilidade», a «paz social» que eles tentam instituir, uma «paz» que se disfarça com pseudo-revoltas periódicas dos sindicatos contra o patronato. Também se pode actuar para destroçar esses sindicatos penetrando neles, para combatê-los e corroê-los por dentro, para contestar as suas decisões e acções injustas. (…) O enérgico desmascaramento de todos os elementos traidores à frente dos sindicatos, das direções sindicais e dos sindicatos reformistas em geral liberta os operários de muitas ilusões que eles ainda possam alimentar quanto a essa liderança e a esses sindicatos.” (Enver Hoxha, O Imperialismo e a Revolução, Tirana, 1979, edição em português).


Em 1976, o PCP (R) também notou os efeitos prejudiciais do sindicalismo revisionista e apontou soluções revolucionárias para este problema:


“Os partidos Marxistas-Leninistas devem prestar uma especial atenção ao desenvolvimento das actividades revolucionárias no interior dos sindicatos (…) (os sindicatos) são instrumentos cruciais para a concretização da unidade das massas trabalhadoras na sua luta para defender os seus interesses básicos. (…) O partido [PCP (R)] pensa que uma das principais tarefas dos comunistas consiste não apenas em evitar que os revisionistas coloquem os sindicatos ao serviço da sua traição, mas também em motivar a luta do proletariado português no seio dos sindicatos.

O PCP (R) desmascara a traição política da clique de Cunhal no que respeita aos sindicatos. Esta clique tenta imobilizar as massas e prejudicar a sua luta. Os revisionistas querem controlar a liderança dos sindicatos de forma a deterem a luta da classe operária contra o sistema de exploração. Enquanto se escondem por detrás dos seus falsos slogans “socialistas”, o que os revisionistas querem é manter a sua influência sobre os povos e convencer a burguesia de que ainda são populares e podem por isso servir os interesses dessa mesma burguesia.

O PCP (R) realça os importantes esforços que estão a ser desenvolvidos por todos os membros do partido com o propósito de isolarem os líderes revisionistas dos sindicatos e de os separar das massas.


Para atingir estes objectivos (…) nós devemos trabalhar no seio das massas, nós devemos mobilizá-las e devemos mostrar-lhes o caminho da revolução. Nós só seremos capazes de ganhar os sindicatos para o nosso lado (…) se conseguirmos defender esta linha geral. Nestas circunstâncias, o PCP (R) deve formar células do partido nas fábricas e noutros lugares onde se concentra o proletariado. Isto é muito importante para o fortalecimento do partido no contexto da luta nos sindicatos e no contexto das acções revolucionárias entre as massas. Nós devemos lutar contra os revisionistas com o objectivo de desmascarar a sua traição perante os olhos de todos aqueles que foram iludidos e enganados por eles (…).”


Os revisionistas portugueses tentam fazer com que os trabalhadores acreditem que a CGTP é um verdadeiro sindicato “proletário” através do jogo das falsas contradições. Em Portugal, também há sindicatos abertamente revisionistas. A CGTP aproveita-se deste facto e tenta retratar-se como um sindicato “revolucionário” que se aparentemente se opõe aos sindicatos “reformistas”. O P”C”P também tenta jogar o mesmo jogo com os partidos explicitamente reaccionários que existem em Portugal. Como é óbvio, tudo isto não passa de uma grande fraude. No Portugal de hoje não existem sindicatos revolucionários Marxistas-Leninistas tal como não existem partidos revolucionários Marxistas-Leninistas.

Lénine disse uma vez que os sindicatos devem ser escolas do comunismo. Infelizmente, os sindicatos portugueses não são mais do que escolas de oportunismo.


Nós, Estalinistas-Hoxhaistas, devemos ajudar o proletariado a demolir o sindicalismo burguês-revisionista, e para isso devemos trabalhar no interior dos sindicatos reformistas. No entanto, nós nunca nos desviaremos da correcta linha Leninista. Neste sentido, as palavras do Camarada Enver Hoxha são esclarecedoras:


“Ao penetrar nos sindicatos existentes, os marxistas-leninistas nunca caem nas posições trade-unionistas, reformistas, anarco-sindicalistas e revisionistas que caracterizam as lideranças dessas entidades. Eles nunca se tornam parceiros dos revisionistas e dos outros partidos oportunistas e burgueses na direcção dos sindicatos. O seu objectivo é desmascarar o caráter burguês e o papel reaccionário que os sindicatos actuais desempenham, em geral, nos países capitalistas e revisionistas, minar essas organizações e abrir caminho para a criação desindicatos verdadeiramente proletários.” (Enver Hoxha, O Imperialismo e a Revolução, Tirana, 1979, edição em português).


No final dos anos 80 e no início dos anos 90, os revisionistas portugueses sofreram uma derrota da qual nunca recuperaram completamente. O social-imperialismo soviético e os seus satélites desintegraram-se. Isto foi um duro golpe para o P “C”P, cuja principal referência e apoio externo era precisamente o social-imperialismo soviético. Os revisionistas portugueses ainda tentam apresentar a extinção do social-fascismo soviético como o “retrocesso do comunismo”. Esta visão dos factos é completamente falsa. Desde a morte de Estaline e da tomada do poder pelos Krushchevistas, nunca mais houve socialismo na União Soviética. Pelo contrário, o sistema capitalista de exploração e de opressão da classe operária foi restaurado (isto sucedeu não apenas na União Soviética, mas também nos seus satélites governados pelas novas burguesias social-fascistas) e a União Soviética tornou-se numa superpotência imperialista cujo propósito era dominar os mercados mundiais através da expansão colonial e neo-colonial. É claro que os revisionistas portugueses não compreendem nem querem compreender isto e culpam Gorbatchev por este ter alegadamente “destruído o socialismo”. Esta visão é totalmente errónea. Quando Gorbatchev chegou ao poder em meados dos anos 80, ele nunca poderia ter destruído o socialismo simplesmente porque na União Soviética de 1985 já não havia nem rastos de socialismo. A perestroika de Gorbatchev foi apenas a parte final de um longo processo que começou após a morte de Estaline. A perestroika representou a restauração final do capitalismo clássico na União Soviética.

Por outro lado, a visão dos ideólogos do capitalismo que afirmam que, com a desintegração da União Soviética, “o capitalismo provou ser superior ao comunismo” é igualmente falsa. Os EUA e a URSS pós-Estaline eram ambos capitalistas. De facto, eles eram ambos superpotências imperialistas. Quando o Imperialismo Americano minou a União Soviética, ele não estava a destruir um país que representava um sistema social oposto, mas estava simplesmente a remover um imperialismo rival.

Nós não podemos pensar como os revisionistas portugueses, que ainda acreditam que a liquidação do socialismo ocorreu durante os anos 1989-1991. Na realidade, o que aconteceu durante esse período foi o desmantelamento do social-imperialismo soviético. Há muito tempo atrás, o Camarada Enver Hoxha previu tudo isto:


“Ele (o Imperialismo Americano) vai explorar a União Soviética, e com essa exploração vai fazer lucros fabulosos que fortalecerão o seu império mundial. Para além disto, a introdução do capital americano na União Soviética vai eliminar rapidamente os últimos sinais das vitórias da Grande Revolução Socialista de Outubro, vai conduzir ao desmantelamento da União Soviética enquanto união independente de repúblicas. Este é o objectivo do Imperialismo Americano: destruir a União Soviética enquanto perigosa potência capitalista rival. Os “especialistas” dirão: “Isso será algo difícil de acontecer”. Pelo contrário, isso será perfeitamente realizável a partir do momento em que a União Soviética se afastou do caminho do Marxismo-Leninismo.” (Enver Hoxha, Reflexões sobre a China, 30 de Junho de 1973, traduzido a partir da edição em Inglês).


Actualmente, o P “C”P tornou-se num mero partido burguês sem quaisquer sinais de iniciativa revolucionária. O partido revisionista português não passa de um instrumento usado pela burguesia para enganar e iludir as massas trabalhadoras e para as afastar da revolução proletária e da autêntica ideologia Marxista-Leninista.


Lénine ensina-nos que uma das principais diferenças entre os revisionistas e os Marxistas-Leninistas consiste em que os revisionistas não aceitam a ditadura do proletariado como um dos princípios mais básicos do Marxismo-Leninismo. E de facto, se nós observarmos os estatutos e o programa do P “C”P, nós não conseguimos encontrar uma única palavra acerca da necessidade e da inevitabilidade da ditadura do proletariado. Em vez disso, nós deparamo-nos com o seguinte:


A democracia avançada no limiar do século XXI que o PCP propõe ao povo português contém cinco componentes ou objectivos fundamentais:


1ª - um regime de liberdade no qual o povo decida do seu destino e um Estado democrático, representativo, participado e moderno;


2ª - um desenvolvimento económico assente numa economia mista, moderna e dinâmica, ao serviço do povo e do País;


3ª - uma política social que garanta a melhoria generalizada das condições de vida do povo; (ou seja, um estado-providência de tipo capitalista – nota dos autores)


4ª – (…)


5ª - uma pátria independente e soberana com uma política de paz, amizade e cooperação com todos os povos.


(Programa do PCP



Economia mista? Estado-providência? Estes objectivos não são revolucionários nem Marxistas-Leninistas. De facto, eles representam uma capitulação abjecta á ideologia burguesa. Onde está a afirmação da inevitabilidade da ditadura do proletariado? Onde está o apelo á revolução proletária armada? Onde está a defesa da necessidade de uma economia colectivizada e planificada?

Um regime de liberdade? A liberdade não existe fora do comunismo. O comunismo é a liberdade da mesma maneira que a verdadeira liberdade só pode ser comunista. Mas para atingirmos o comunismo, temos primeiro de atingir o socialismo. E nada disto pode ser realizado sem a ditadura do proletariado, que os revisionistas portugueses negam abertamente.


No plano internacional, o P “C”P está alinhado com as forças mais pérfidas do social-imperialismo e do social-fascismo. Em 2003, Cunhal escreveu um artigo intitulado “O Mundo de Hoje” no qual ele afirma desavergonhadamente:

"Os países nos quais os comunistas no poder (China, Cuba, Vietname, Laos, Coreia do Norte) insistem em que o seu objectivo é a construção de uma sociedade socialista. (…) e é essencial para a humanidade que alcancem com êxito tal objectivo.”


Portanto, segundo o líder dos revisionistas portugueses, a China, Cuba, Vietname, Laos e Coreia do Norte são países nos quais “os comunistas estão no poder” e que lutam pela “construção de uma sociedade socialista” !!! A verdade é que os países mencionados não são mais do que estados social-fascistas, opressores dos povos, isto para não falar do facto de que, com esta afirmação, Cunhal está a defender o social-imperialismo Chinês. Para além disso, a China, Cuba e a Coreia do Norte são os países de origem de algumas das mais perigosas e enganosas correntes revisionistas: o Maoismo, o Castroismo e o KimIlSungismo, que devem ser persistentemente combatidas por todos os verdadeiros Marxistas-Leninistas.

No entanto, independentemente dos desejos dos revisionistas portugueses, a revolução proletária mundial é inevitável e a eliminação do sistema capitalista, longe de ser um “sonho”, é uma necessidade histórica objectiva.


O proletariado e as classes trabalhadoras portuguesas precisam de um autêntico partido Marxista-Leninista-Estalinista-Hoxhaista, precisam de um partido que energicamente rejeite todas as espécies de revisionismo (quer de direita, quer de “esquerda”), um partido que honre o estandarte do Movimento Mundial Marxista-Leninista, um partido que baseie coerentemente as suas acções e a sua organização nos ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lénine, Estaline e Enver Hoxha. Contrariamente aos revisionistas portugueses, que estão totalmente amarrados ás normas reaccionárias da “legalidade democrática”, o partido Estalinista-Hoxhaista português não pode hesitar em desenvolver trabalho ilegal e, se necessário, em violar as leis e as regras burguesas que não são mais do que instrumentos do domínio da classe capitalista.

Tal como afirmou o Camarada Enver Hoxha:


“Os partidos marxistas-leninistas são partidos da revolução. Contrariando as teorias e práticas dos partidos revisionistas, que estão mergulhados dos pés à cabeça no legalismo burguês e no «cretinismo parlamentar», eles não reduzem a sua luta ao trabalho meramente legal nem o encaram como sendo a sua principal actividade. (…) eles dedicam uma especial importância à combinação do trabalho legal com o trabalho ilegal, dando prioridade a este último enquanto factor decisivo para a derrubada da burguesia e para a verdadeira garantia da vitória.”


“Os marxistas-leninistas não se importam se a sua actuação revolucionária viola ou ameaça a constituição, as leis, regras e normas da ordem burguesa. Eles lutam para minar essa ordem, para preparar a revolução. Portanto, o partido marxista-leninista prepara-se a si mesmo e às massas para fazer frente aos contragolpes que a burguesia pode desferir em resposta às acções revolucionárias do proletariado e das massas populares.” (Enver Hoxha, O Imperialismo e a Revolução, Tirana, 1979, edição em português).


Este partido denunciará resolutamente o social-fascismo do P”C”P, despertando assim as massas oprimidas de Portugal e conduzindo-as á verdadeira ideologia revolucionária e proletária.

Nós não temos ilusões acerca da natureza reaccionária e exploradora da “democracia” burguesa:


“O que é a democracia burguesa? É uma forma de domínio da burguesia na qual os direitos e as liberdades “para todos” possuem um carácter formal e ilusório porque num regime baseado na propriedade privada, os meios socio-económicos que poderiam garantir a sua aplicação efectiva estão em falta. Numa democracia burguesa, podemos criticar esta ou aquela pessoa nos comícios ou no parlamento, podemos criticar um determinado partido político ou um certo governo, podemos dizer aquilo que quisermos, mas não podemos mudar nada; temos de nos limitar ás meras palavras porque o poder político e económico capitalista, com o seu aparato repressivo, ataca implacavelmente todos aqueles que lutam contra as classes dominantes e a oligarquia financeira.” (Enver Hoxha, A democracia proletária é a verdadeira democracia, discurso de 20 de Setembro de 1978, traduzido da edição em Francês).


Nós não temos dúvidas quanto ao facto de que se o movimento Estalinista-Hoxhaista português começar a crescer para além dos limites “aceitáveis”, então a burguesia recorrerá certamente á repressão e ao derramamento de sangue, porque as forças capitalistas e revisionistas sabem muito bem que o Estalinismo-Hoxhaismo é a única ideologia que representa um verdadeiro perigo para o sistema capitalista, que é a única ideologia que representa os interesses do proletariado e das massas trabalhadoras e oprimidas, e é também a única ideologia que dá continuidade e que desenvolve o Marxismo-Leninismo de forma correcta e fiel.

Os Estalinistas-Hoxhaistas portugueses não devem ter medo de assumir a sua nobre ideologia. Eles não devem temer os insultos e as calúnias das forças burguesas e revisionistas. Eles devem estar preparados para enfrentar todos os tipos de obstáculos e para sacrificarem tudo em favor da revolução proletária mundial. Nesta tarefa, eles podem contar com o apoio firme, honesto e internacionalista do Comintern (Estalinistas-Hoxhaistas), que é o único verdadeiro defensor da revolução proletária mundial!

Sobretudo, os Estalinistas-Hoxhaistas portugueses nunca podem esquecer que o seu objectivo final é a implementação e o fortalecimento da ditadura do proletariado e a edificação da sociedade socialista e comunista.

A formação em Portugal de uma Secção Portuguesa do Comintern (EH) poderosa e militante não é apenas crucial para o desenvolvimento da luta revolucionária do proletariado português. A formação de uma Secção com estas características e com esta ideologia é também muito importante para o desenvolvimento da luta revolucionária do proletariado á escala global.




Por ocasião do 90º aniversário do PCP, os Estalinistas-Hoxhaistas portugueses sublinham a necessidade da fundação de uma Secção Portuguesa do Comintern (EH). Camaradas, ajudem-nos a realizar esta tarefa primordial!


Antes da sua degeneração revisionista, o PCP propagava e praticava o espírito do genuíno internacionalismo proletário e das ideias revolucionárias do Leninismo e do Estalinismo como representante do Comintern em Portugal, como uma das suas secções, como um dos grandes destacamentos do exército revolucionário do proletariado mundial, como participante na marcha em direcção á revolução mundial proletária e socialista cujo objectivo é aniquilar o capitalismo mundial e estabelecer a República Soviética Mundial.


A Secção Portuguesa do Comintern (EH) deverá dar continuidade a esta gloriosa tradição comunista em Portugal – incluindo a do PCP (R), que em tempos fez parte do Movimento Mundial Marxista-Leninista do Camarada Hoxha.


A Secção Portuguesa do Comintern (EH) deverá propagar e praticar o verdadeiro espírito do internacionalismo proletário e as ideias revolucionárias dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo como representante do Comintern (EH) em Portugal, como uma das suas Secções, como um dos grandes destacamentos do exército revolucionário do proletariado mundial, como participante na marcha em direcção á revolução mundial proletária e socialista cujo objectivo é aniquilar o capitalismo mundial e estabelecer a ditadura do proletariado mundial.


Por ocasião do 90º aniversário do PCP, nós enviamos saudações militantes aos camaradas do Comintern (EH) e a todos os camaradas nos quatro cantos do mundo que têm de enfrentar os mesmos problemas que nós.


Estamos convictos de que todos estes problemas podem ser resolvidos no espírito do internacionalismo proletário. Se nos ajudar-mos uns aos outros solidariamente, a vitória será inevitavelmente nossa.



Trabalhadores Portugueses – uni-vos!


Formem a vossa própria Secção Portuguesa do Comintern (EH) inspirada nos ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo!


Destruam a burguesia através da violência revolucionária!


Aniquilem a ordem socio-económica capitalista através da revolução armada!


Desmascarem os traidores revisionistas portugueses!


Lutem contra a traição do P “C”P!


Não se rendam nunca á falsa “democracia” burguesa!


Estabeleçam a ditadura do proletariado!

 

Lutem por uma verdadeira democracia proletária!

 

Viva o Comintern (EH)!


Viva o Internacionalismo proletário!


Viva a Revolução Socialista Mundial!

 

 

 

 

"Aliança dos Combatentes da Frente Vermelha"

 

The entry of a deputy from the extreme right, with fascist and racist support, has changed the situation in Portugal in recent months. The fascist phenomenon, and not just normal capitalist authoritarianism, is growing and the so-called "left-wing" parties are not coping with this populist and extremist growth of a force in Portugal (party ARRIVES) to fight for the proletariat and the most despoiled. This phenomenon of fascination has also arrived in Portugal.

 

 

 

 

 

 

Linhas gerais

do Comintern (EH)

CAPÍTULO III

A estratégia e tática do Comintern / ML

(2001/2002)

 

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21 de Janeiro de 1924

21 de Janeiro de 2020

 

96 ANOS APÓS A MORTE DE LENINE

 


 

 

 

 

27 de Janeiro de 1924

 

 

 

Por Motivo da Morte de Lênin

26 de Janeiro de 1924

 

 

Lembre-se,

amar e estudar Lenine, nosso mestre e líder.

Lutar e vencer os inimigos, interna e externa

- Como Lenine nos ensinou

Construa a nova vida, a nova existência, a nova cultura

- Como Lenine nos ensinou.

Nunca se recusam a fazer as coisas pequenas, a partir de pequenas coisas são construídas as coisas grandes

- Este é um dos importantes ensinamentos de Lenine.

J. Estaline

 

 

 

Nada pode derrotar o Leninismo,

A herança revolucionária de Lenine

- Nenhuma violência, nenhuma traição, nenhuma demagogia.

Enver Hoxha

 

 

 

Viva o camarada imortal Leninr, o terceiro Clássico do Marxismo-Leninismo!

Viva o Leninismo - um letreiro infalível para a revolução socialista mundial!

Viva a Revolução de Outubro!

Viva a revolução socialista mundial!

Viva a ditadura do proletariado mundial!

Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

Viva o Comintern (EH) - o único defensor autêntico e seguidor dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo:

Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!

 

 

 

Site especial

 

96 ANOS APÓS A MORTE DE LENINE

 

 

 

 

Compilação de imagens

 

acerca da morte de Lenine

 

Stalin on Lenin

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Saudações de Ano Novo são saudações da luta de classes do proletariado internacional!

 

2020

Viva o

Estalinismo-Hoxhaismo!

 

 

19 anos
Comintern (EH)

 

19 anos - 5 clássicos do marxismo-leninismo

 

Viva o dia da fundação

31 de dezembro de 2000

 

 

Mensagens de solidariedade

 

Mensagens de Saudações do Comintern (EH)

  19º aniversário do Comintern (EH)

dezembro 31, 2000 - dezembro 31, 2019

 

O Comintern (SH) cumprimenta todos os verdadeiros comunistas do mundo, todos os trabalhadores revolucionários, todas as massas revolucionárias em todas as ruas do mundo.

O dia da libertação humana do imperialismo mundial está próximo. Vamos lutar juntos pela queda do sistema podre, corrupto e parasitário de exploração e opressão do capitalismo mundial. Vamos lutar juntos por um mundo melhor, pelo mundo do socialismo, pelo mundo do comunismo.

Em 2019, o aprofundamento da crise do capitalismo e o crescente perigo de uma nova guerra mundial apenas abalaram a crença em um futuro melhor para o mundo.

A radicalização do proletariado mundial em 2019 desencadeou uma cadeia interminável de lutas revolucionárias em massa em todos os continentes, que continuaram a aumentar, especialmente no segundo semestre de 2019.

A situação dramaticamente deteriorada da maioria da população mundial continuará no novo ano e levará a mais protestos e greves em massa, maiores, mais militantes e mais duradouras. A contrarrevolução derramará ainda mais sangue, mas acabará por ser impotente sob a pressão das massas revolucionárias do mundo. A burguesia é impotente. Ele só pode neutralizar a tempestade de massas com violência policial e militar, o que reduzirá sua existência como uma classe dominante mais rapidamente.

Por trás da máscara da "democracia" está oculta a ditadura da burguesia com sua cabeça feia de fascismo e fascismo social. Essa máscara também cairá em 2020. O principal inimigo é o imperialismo mundial, e as massas procurarão por isso sempre mais claro. O proletariado mundial organizará a luta de classes global sob a liderança do Comintern (SH).

Não é mais apenas uma questão de revolucionar as massas nesses países, mas um novo nível de lutas de massa globalizadas, como a luta pelo fim dos crimes contra a natureza cometidos pelo sistema dominante do capitalismo no mundo.

A situação revolucionária em mais países desenvolve-se para a única e revolucionária situação global. A globalização das lutas de massas se desenvolverá em tão grande impulso em 2020 que acelerará a revolução socialista mundial se for liderada pelo proletariado mundial e seu partido mundial, o Comintern (SH). E o Comintern (SH) pode ter certeza de que a chamada das massas para um partido mundial revolucionário se tornará cada vez mais alto, a fim de finalmente parar, superar e eliminar esse sistema mundial capitalista podre e corrupto. Haverá mais e mais pessoas interessadas no que o Comintern (SH) responde à pergunta, o que será depois do capitalismo mundial, o que o Comintern (SH) tem para ideias sobre o comunismo mundial e como isso pode ser alcançado na prática. É a contrarrevolução que irá conduzir as massas para os nossos braços. Quanto mais a política do fascismo social abre caminho para o fascismo, tanto mais as massas se distanciam dos fascistas sociais. A radicalização do proletariado mundial começa contra o fascismo social e o fascismo. Isso corresponde à lei dialética da revolução e da contrarrevolução. Desapego do fascismo social é desapego de todo o sistema da democracia burguesa. São os neorrevisionistas que tentam em vão salvar a democracia burguesa por meio de reviver a "Política de Frente Popular" de Dimitroff. A democracia burguesa não pode ser salva. A democracia burguesa é eliminada pelo fascismo ou pela revolução socialista.

E a Internacional Comunista é a organizadora da revolução socialista.

Somos nós que apontamos o caminho para a vitória da revolução socialista mundial e podemos realmente garantir essa vitória assim que as massas nos seguirem.

Até agora, teremos que nos contentar com agitação e propaganda, mas não está longe o dia em que lideraremos as grandes lutas de massas em escala mundial. Nós formaremos o invencível exército mundial vermelho.

O Comintern (SH) é o partido mundial da revolução socialista mundial há 19 anos e sempre será o partido mundial da revolução socialista mundial.

Nós, comunistas do mundo, somos a única esperança para a humanidade superar a necessidade, a miséria, a guerra e o fascismo, deixá-lo para sempre e construir uma nova sociedade mundial comunista.

Vamos salvar este planeta de ser destruído.

Criaremos um novo mundo, um mundo em que todos os pré-requisitos para seu florescimento serão restaurados.

Vamos libertar a humanidade da exploração e opressão capitalistas.

Vamos esmagar a ditadura da burguesia mundial e estabelecer a ditadura do proletariado mundial!

Viva o 19º aniversário da fundação do Comintern (SH)!

Viva a revolução socialista mundial!

Viva a ditadura do proletariado mundial!

Viva a república socialista mundial!

Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

Viva o stalinismo-Hoxhaismo!

Viva Marx, Engels, Lenin, Stalin e Enver Hoxha!

Viva o Comintern (SH) e suas seções!

Wolfgang Eggers

dezembro 31, 2019


 

 

 

 

 

 

 

Proletários de todos os países - uni-vos!
Proletariado mundial - unir todos os países!
Os trabalhadores de todo o país fazem parte do proletariado mundial e eles se unem como partes do proletariado mundial.
Assim, as Secções são parte do Comintern (EH) e eles se unem como partes do Comintern (EH).
O proletariado mundial não tem outra arma na luta pelo poder político mundial que suas organizações mundiais - com a Internacional Comunista no topo.
O Comintern (EH) cria, suporta, combina, une e centraliza as secções de todos os países para se propagar, para se preparar, para liderar e para garantir da revolução socialista mundial para a derrubada violenta do governo da burguesia mundial, para a ditadura do proletariado mundial, para a remoção e eliminação do capitalismo mundial, para a construção do socialismo mundial e para a transformação global do seu avanço para o comunismo mundial.
O proletariado mundial é guiado pela ideologia do Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo.
O Comintern (EH) foi fundado com base nos ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo, e isto faz também preocupação com o fundamento de cada Secção do Comintern (EH).

 

 

A INTERNACIONAL

(L. Eugéne PottierIM. Pierre
Degeyter)

De pé. o vítimas da fome
De pé, famélicos da terra
Da idéia a chama já consome
A crosta bruta que a soterra
Cortai o mal bem pelo fundo
De pé, de pé, não mais senhores
Se nada somos em tal mundo
Sejamos tudo produtores
/:Bem unidos, façamos nesta luta final
uma terra sem amos a Internacional:/
Senhores, patrões, chefes supremos
Nada esperemos de nenhum
Sejamos nós que conquistemos
A terra mãe, livre, comum
Para não ter protestos vãos
Para sair deste antro estreito
Façamos nós com nossas mãos
Tudo o que a nós nos diz respeito
O crime do rico a lei o cobre
O Estado esmaga o oprimido
Não há direito para o pobre
Ao rico tudo é permitido
À opressão não mais sujeitos
Somos iguais todos os seres
Não mais deveres sem direitos
Não mais direitos sem deveres
Abomináveis na grandeza
Os reis da mina e da fornalha
Edificaram a riqueza
Sobre o suor de quem trabalha
Todo o produto de quem sua
A corja rica o recolheu
Querendo que ela o restitua
O povo quer só o que é seu
Nós fomos de fumo embriagados
Paz entre nós, guerra aos senhores
Façamos greve de soldados
Somos irmãos trabalhadores
Se a raça vil cheia de galas
Nos quer à força canibais
Logo verá que nossas balas
São para os nossos generais
Pois somos do povo os ativos
Trabalhador forte e fecundo
Pertence a terra aos produtivos
ó parasita deixa o mundo
ó parasita que te nutres
Do nosso sangue a gotejar
Se nos faltarem os abutres
Não deixa o sol de fulgurar

 

Partitura

mp3

 

Long live Stalinism-Hoxhaism ! (English)


RROFTE STALINIZEM-ENVERIZMI! (Albanian) SHQIPTAR


Es lebe der Stalinismus-Hoxhaismus ! (German) DEUTSCH

Да здравствует сталинизм - Ходжаизм ! (Russian)

გაუმარჯოს სტალინიზმ–ხოჯაიზმს! (Georgian)

Viva o Estalinismo-Hoxhaismo! (Portuguese)

Viva Stalinismo-Hoxhaismo! (Italian)


斯大林霍查主义万岁! (Chinese)


Viva el Stalinismo-Hoxhaismo! (Spanish)


Vive le Stalinisme-Hoxhaisme! (French)


At zije Stalinismus-Hodzismus! (Czech-Slovak)


Ζήτω ο σταλινισμός - χοτζαϊσμός! ! (Greek)


Živeo Staljinizam - Hodžaizam! (Bosnian)

! زنده باد استالینیسم-خوجهئیسم (Farsi)

Niech zyje Stalinizm-Hodzyzm! - (Polski)

 

Længe leve Stalinismen-Hoxhaismen (Danish)

Hidup Stalinisma dan Hoxhaisma! (Malay) Bahasa Melayu

Staliniyamum-Hoxhaiyamum niduzhi vazga (Thamil)

Viva o Stalinismo e o Hoxhaísmo (Português Brasil)

 

स्टालिनबाद-होक्जाबाद जिन्दाबाद! (Nepali) 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

"Sem a hegemonia mundial do proletariado sob a liderança da Internacional Comunista não haverá abolição da sociedade de classes e, portanto, não haverá futura Comuna Mundial."

O Comintern (EH)

 

 

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