A Internacional das Mulheres Comunistas

(Estalinista-Hoxhaista)

 

 

 

 

 

  

 

2017

 

Viva o 8 de Março

Dia Internacional da Mulher!

 

 

 

Viva o 8 de Março

 

 

 

 

BRAZIL - 2017

 

 

HEROÍNAS DA REVOLUÇÃO DE OUTUBRO

em alemão

 

 

 

Exploited and oppressed women - rise up!
It is impossible to eliminate sex-slavery without eliminating class slavery!
Long live the 8th March - the International Women's Day!
Long live the proletarian internationalism of women!
Long live the world communist women's movement!
Long live the revolutionary struggle of women against hunger, war and fascism!
Long live the great achievements of socialist women in the Soviet Union and Albania!
Long live the world violent socialist revolution!
Long live global armed proletarian dictatorship!Long live world socialism and world communism!
Long live the Communist Women's International (Stalinist-Hoxhaist)!

 

March 8, 2017

CWI (SH)

 

 

2017

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

2016

Viva o 8 de Março

Dia Internacional da Mulher!

 

 

 

Mensagens de Solidariedade

em Inglês

Greeting Message of the CWI (SH)

on occasion of the 105th International Women’s day

On the occasion of the 105th International Women's Day and the 5th Anniversary of the founding of the Communist Women's International, the CWI (SH) sends militant, world revolutionary greetings to all revolutionary women all over the world and to all those who support their struggle.

On the International Women 's Day the proletarian women all over the world raise their collective voice against their exploitation and oppression! 
On this particular 105th World Women 's Day the proletarian women begin to organize their world-revolutionary global fight for the overthrow of world capitalism with the goal of world communism, and thus the final liberation of women. The International Woman’s Day is a means of winning the women’s labor reserves to the side of the world proletariat. The struggle for women’s emancipation directly involves a struggle against world capital itself.

The inevitability of oppression and exploitation of women can only be eliminated by means of the removal of the inevitability of capitalism - that is, by the dictatorship of the world proletariat and the establishment of world socialism. Only in the world communism the woman is free.

 It is the foundation of the Communist International which was the world-historical starting point of the revolutionary Communist Women 's World Movement: 

"The Communist International can only fulfill its tasks, can only secure the final victory of the world proletariat and the abolition of the capitalist system through the closely related common struggle of women and men of the working class. The dictatorship of the proletariat can only be lively and active, can only be achieved and maintained by the participation of women of the working-class" 
(See Minutes from March 2 to March 19, 1919, Hamburg 1921).


Today, the common world-revolutionary organization of proletarian women of all countries is the 
COMMUNIST WOMEN'S INTERNATIONAL (SH). 

Revolutionary women all over the world - join the Communist Women_s International (Stalinist-Hoxhaists) !

 

Exploited and oppressed women - rise up!
It is impossible to eliminate sex-slavery without eliminating class slavery!
Long live the 8th March - the International Women's Day!
Long live the proletarian internationalism of women!
Long live the world communist women's movement!
Long live the revolutionary struggle of women against hunger, war and fascism!
Long live the great achievements of socialist women in the Soviet Union and Albania!
Long live the world violent socialist revolution!
Long live global armed proletarian dictatorship!Long live world socialism and world communism!
Long live the Communist Women's International (Stalinist-Hoxhaist)!

 

March 8, 2016

CWI (SH)

 

Women of the world - unite and

fight for communism ! 

 

 

Women fighting all over the world ...

 

in Kudistan

 

 

 

 

 

in Mexico

 

zocalo 3

Muerte, sangre, corrupción

 

 

in Germany

 

in Great Britain

 

Syria

 

 

in India

 

 

in Pakistan

 

in Nigeria

 

 

in South Korea

 

 

 

in Turkey

 

in Chile

 

 

in Great Britain

 

in Italy

 

in Bangladesh

 

 

in Cambodia

 

 

 

in China

 

 

 

in Iran

 

in Liberia

 

 

 

founded on 8th of March, 2011

Communist Women's International (Stalinist-Hoxhaists)

 

Websites in:

ENGLISH

GERMAN

RUSSIAN

ALBANIAN

SPANISH

FRENCH

INDIAN

ITALIAN

PORTUGUESE

FARSI

CHINESE


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Pictures of the Communist Women's World Movement

 

 

 

The 5 Classics of Marxism-Leninism

On the International Communist Women's Movement

 

 

March 5, 1871

145th Birthday of

ROSA LUXEMBURG

ENGLISH

FRENCH

GERMAN

 

5 YEARS

Foundation Declaration of the CWI (SH)

 

(8th of March 2011)

 

 

2015

Viva o 8 de Março

Dia Internacional da Mulher!

 

 

Mensagens de Solidariedade

Saudação do Comintern (EH)

por ocasião do 104º Dia Internacional da Mulher

 

Por ocasião do 104º Dia Internacional da Mulher e do 4º aniversário da fundação da Internacional da Mulher comunistas, o Comintern (EH) envia militantes, saudações revolucionárias mundiais para todas as mulheres revolucionárias em todo o mundo e para todos aqueles que apoiam a sua luta.

Todos os tratamentos violentos de mulheres, sua exploração indizível e opressão são causados ​​por capitalista-imperialista sistema de escravidão assalariada. A propriedade privada capitalista é, finalmente, a raiz da escravidão sexual e escravidão de classes.

Portanto, a libertação das mulheres está intimamente ligada com a abolição da propriedade privada dos meios de produção e sua transformação em propriedade socializada colectiva.

As classes dominantes não são capazes de resolver a questão das mulheres, em particular, como eles também são incapazes de resolver a questão social, em geral.

É por isso que ele foi necessário para fundar um movimento de mulheres proletárias, que - contrariamente aos burgueses e pequeno movimento de mulheres burguesas - quer eliminar a inevitabilidade da exploração e da opressão das mulheres, lado a lado com os homens explorados e oprimidos - por meio da derrubada do burguesia e o estabelecimento do Estado do proletariado.

A inevitabilidade de opressão e exploração das mulheres só pode ser eliminado por meio da remoção da inevitabilidade do capitalismo - isto é, pela ditadura do proletariado mundial eo estabelecimento do socialismo mundial. Só no comunismo mundial a mulher é livre.

Para o movimento das mulheres comunistas, a revolução socialista mundial é a única maneira de libertar todas as mulheres ao redor do mundo.

Sem luta de classe revolucionária mundial do proletariado, não há libertação das mulheres. E, sem a participação da mulher na destruição do capitalismo mundial, não há socialismo mundial e do comunismo mundial.

 

Vamos recordar as palavras do camarada Enver:

"O Partido e da classe trabalhadora devem medir o avanço em direcção á construção completa da sociedade socialista com o aprofundamento e progresso da revolução das mulheres dentro da nossa revolução proletária. Se as mulheres ficam para trás, então a revolução marca o tempo."

 

Mulheres exploradas e oprimidas – Levantem-se!

É impossível eliminar a escravidão sexual, sem eliminar a escravidão de classe!

Viva o 8 de Março - Dia Internacional da Mulher!

Viva o internacionalismo proletário das mulheres!

Viva o movimento de mulheres comunistas do mundo!

Viva a luta revolucionária das mulheres contra a fome, a guerra e o fascismo!

Vivam as grandes conquistas das mulheres socialistas na União Soviética e na Albânia!

Viva a revolução socialista violenta mundial!

Viva a ditadura proletária armada global!

Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!

Viva a Internacional Comunista das Mulheres (Estalinista-Hoxhaista)!

 

site especial em Inglês

 

 

2014

 

 

Declaração do Comintern (EH)


por ocasião


do 103º Dia Internacional da Mulher


8 de Março de 1911 – 8 de Março de 2014


e do


2º aniversário da fundação


da Internacional Comunista das Mulheres (EH)


8 de Março de 2012 – 8 de Março de 2014

 

 



Hoje, celebramos tanto o Dia Internacional da Mulher como o segundo aniversário da fundação da Internacional Comunista das Mulheres (EH).


Há mais de 100 anos atrás, quando o Dia Internacional da Mulher começou a ser comemorado, o movimento comunista das mulheres estava ainda dando os seus primeiros passos e o Dia Internacional da Mulher foi estabelecido como uma data para homenagear essas bravas mulheres proletárias que deram suas vidas lutando contra a repressão e a exploração capitalista. De facto, ao longo da história, as mulheres têm sofrido opressão severa em todos os aspectos (político, económico, social, etc.) ás mãos da sociedade esclavagista, feudal e capitalista. Esta situação não é sequer exclusiva das mulheres da classe trabalhadora. Mesmo as mulheres aristocráticas ou burguesas têm também de suportar os abusos e escravidão por causa de seu género. Isso é inevitável em uma sociedade de classes, onde os meios de produção pertencem às classes exploradoras. Como os dois primeiros Clássicos, os camaradas Marx e Engels disseram, no seio da família o homem representa a burguesia, enquanto a mulher representa o proletariado.


No entanto, a luta pela emancipação das mulheres obteve um carácter genuíno só dentro das fileiras das mulheres proletárias, pois a sua relação com os meios de produção permitiu-lhes adquirir uma consciência revolucionária e tornarem-se integradas na luta de classes com mais facilidade, assim como aconteceu com os homens da mesma classe. Desta forma, enquanto as mulheres proletárias se dedicaram ao movimento feminino comunista que luta pela sua libertação autêntica de todos os tipos de explorações e opressões, havia também o nascimento do movimento burguês "feminista", cujo objectivo era o de calar as demandas das mulheres dando-lhes alguns "direitos democráticos" falsos (de voto, etc.), mantendo-as cada vez mais subservientes á escravidão capitalista. Mais tarde, os revisionistas e neo-revisionistas tornaram-se nos maiores apoiantes deste “feminismo”.


Por exemplo, ainda hoje as "feministas" burgueso-revisionistas reivindicam como uma das suas "maiores vitórias" o alegado "direito de todas as mulheres de trabalhar livremente, sem a permissão dos homens". Mas esta "vitória" das "feministas" burgueso-revisionistas estava, na verdade, em total coincidência com os desejos dos capitalistas pela maximização e acumulação do lucro. Como Clara Zetkin disse claramente:


"O que fez o trabalho da mulher particularmente atraente para os capitalistas não era apenas o seu preço mais baixo, mas também a maior submissão das mulheres."


Isto continua a ser inteiramente válido hoje em dia, quando as mulheres escravas salariais ainda são pagas por trabalho igual substancialmente menos do que os homens escravos salariais. E este é apenas um exemplo que mostra o verdadeiro carácter do "movimento feminista" burguês-revisionista, como o lacaio dos capitalistas que ele sempre é. Na União Soviética Bolchevique dos camaradas Lenine e Estaline e na Albânia socialista do camarada Enver, as massas femininas desfrutaram de uma extensão da liberdade como nunca experimentaram nem antes, nem depois. A libertação autêntica, definitiva e completa das massas oprimidas e exploradas femininas não pode ser realizada dentro do quadro de uma sociedade de classes, mas apenas numa sociedade sem classes, sem estado e sem propriedade - apenas numa sociedade comunista. Mas o comunismo só pode ser alcançado depois de destruirmos o sistema capitalista-imperialista através da revolução proletária violenta armada, após a implementação da ditadura do proletariado e depois de construirmos o socialismo com sucesso. E tudo isso só pode ser garantido com segurança se são atingidos á escala global / mundial. Afinal, esta é a única maneira de evitar a inevitabilidade do cerco e restauração capitalista-revisionista-imperialista.


É por isso que apelamos a todas as mulheres exploradas e oprimidas do mundo para se juntarem á única organização que é capaz de atingir tais objectivos gigantescos: o Comintern (EH) – o partido de vanguarda do proletariado mundial, o porta-estandarte fiel dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo. Instamos essas mulheres a abraçarem o Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo, pois é o único caminho para a sua emancipação autêntica. Instamos essas mulheres a romperem definitivamente com as enganosas "feministas" burgueso-revisionistas que estão ao serviço dos capitalistas mundiais e com os seus falsos "direitos da mulher" cujo objectivo é manter as mulheres sob escravidão para sempre. Como o camarada Lenine, o 3º Clássico do Marxismo-Leninismo, disse uma vez:


"Todos vocês sabem que, mesmo quando as mulheres têm direitos plenos, elas ainda permanecem fatalmente oprimidas, porque todas as tarefas domésticas são deixadas para elas. Na maioria dos casos o trabalho doméstico é o mais improdutivo, o mais bárbaro e o trabalho mais árduo que uma mulher pode fazer. É extremamente insignificante e não inclui nada que de qualquer modo promova o desenvolvimento da mulher."


Só unindo-se no Comintern (EH), ou seja, na sua Internacional Comunista das Mulheres (EH) – cujo aniversário de segunda também estamos celebrando hoje – podem as massas femininas exploradas do mundo serem capazes de conseguir isso, só ao fazê-lo elas podem mostrar á burguesia global capitalista-imperialista que, ao contrário do que pode ter ocorrido em tempos, as mulheres não são mais "cordeiros submissos".



Mulheres exploradas e oprimidas do mundo – uni-vos!


As contradições agravantes inerentes ao capitalismo-imperialismo globalizado só vão escravizá-las mais e mais!


Viva o Dia Internacional da Mulher!


Juntem-se á Internacional Comunista das Mulheres (EH)!


Só o Estalinismo-Hoxhaismo pode levá-las à libertação definitiva e completa!


Não se deixem enganar pelas mentiras do "feminismo" burgueso-revisionista pró-capitalista!


Marchem e lutem lado a lado com os homens explorados e oprimidos pela revolução socialista mundial!


A mulher proletária mundial luta lado a lado com os homens de sua classe contra a sociedade capitalista global!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!


Viva a ditadura proletária mundial!


Viva o socialismo mundial e o comunismo mundial!


Viva o Comintern (EH)!

 

 

 

 

Clara Zetkin

 

5 de Julho de 1857

20 de Junho de 1933


 

 

 

Mensagem

por ocasião do 80º aniversário do dia do falecimento de

Clara Zetkin

 


Hoje, nós comemoramos o 80º aniversário do dia do falecimento de Clara Zetkin. Zetkin foi sem dúvida uma das maiores líderes comunistas que já existiram. Ela entendeu que a igualdade de género não pode ser plenamente alcançada sob um sistema burguês-capitalista e escravizante onde a posição inferior ocupada pela mulher na produção social e na vida doméstica cria a base material que determina a exploração e opressão das mulheres. Portanto, Zetkin defendeu que só o socialismo e o comunismo são capazes de realmente libertar as mulheres, que foram cruelmente escravizadas, exploradas e oprimidas por séculos. Zetkin dedicou-se à tarefa de difundir as ideias do socialismo entre as massas trabalhadoras femininas e defendeu que somente a luta pela realização de uma sociedade socialista e comunista vai permitir que as mulheres sejam finalmente emancipadas do trabalho doméstico não remunerado e também que elas possam chegar a uma completa consciência revolucionária comunista que irá garantir a melhoria da actividade das mulheres em todas as esferas da vida.

Ao contrário de muitos movimentos feministas burgueses que já envenenavam a consciência das mulheres trabalhadoras em favor da manutenção do capitalismo e da escravidão assalariada, Clara Zetkin reconheceu e firmemente salientou que apenas a União Soviética estava mostrando o caminho correcto para a libertação definitiva e total das mulheres de todos os tipos de opressão, exploração e alienação. Zetkin concluiu que, na União Soviética dos camaradas Lenine e Estaline, o estado de ditadura do proletariado concedia às mulheres uma existência digna, com pleno emprego e formação ideológica e profissional adequada. Zetkin compreendeu que na União Soviética dos camaradas Lenine e Estaline, as necessidades das mulheres foram totalmente satisfeitas em todos os aspectos relacionados não só com a vida profissional, mas também com a vida privada e com a maternidade. É por isso que Zetkin sempre defendeu que as mulheres verdadeiramente revolucionárias se devem unir á União Soviética bolchevique a fim de obterem a verdadeira liberdade que só pode ser alcançada numa sociedade sem propriedade, sem estado e sem classes.


No entanto, apesar dos seus méritos, a verdade é que Clara Zetkin também sofreu sérias debilidades ideológicas. Essas deficiências foram notadas pelos camaradas Lenine e Estaline e estavam relacionadas com a recusa da correcta tese Marxista-Leninista-Estalinista do social-fascismo, que salienta que a “social-democracia” reformista e o Nazi-fascismo são gémeos de classe, pois eles são o produto inevitável da ordem exploradora burguesa-capitalista e a sua inevitabilidade só pode ser inteiramente evitada por meio de uma autêntica ditadura do proletariado e da construção socialista sem qualquer tipo de concessões político-ideológicas às forças burguesas-capitalistas, nem mesmo àquelas que fingem ser "anti-fascistas", pois enquanto o capitalismo está vivo, a forma Nazi-fascista da ditadura da burguesia será sempre inevitável.


Apesar do contributo decisivo que a “social-democracia” deu á ascensão do Nazi-fascismo e de inúmeros outros factos históricos da época provarem a exactidão dessa tese para além de qualquer dúvida, Clara Zetkin rejeitou-a e devido a essa rejeição incorrecta, Zetkin injustamente criticou o glorioso KPD de Ernst Thalmann, que estava aplicando com sucesso a teoria do social-fascismo á luta dos trabalhadores Alemães contra a forma Nazi-fascista da ditadura burguesa, e cujo legado é zelosamente defendido pelo Comintern (EH). De resto, o abandono da tese Marxista-Leninista-Estalinista do social-fascismo será um dos principais factores que abrirá o caminho para a penetração e domínio revisionista no seio do movimento comunista mundial, nomeadamente a partir da sua negação pelas “teorias da frente unida” ultra-oportunistas de Dimitrov.


De qualquer forma, prestamos homenagem aos contributos positivos de Zetkin para o desenvolvimento e avanço do movimento comunista feminino que foram reconhecidos em todo o mundo já durante a sua vida e que são hoje em dia uma fonte de experiências valiosas para nós, Estalinistas-Hoxhaistas, na nossa luta pela ditadura do proletariado mundial, pelo socialismo mundial e comunismo mundial.



Viva o movimento feminino comunista mundial!


Viva a libertação da mulher através da revolução socialista mundial!


Viva o Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo!


Viva o Comintern (EH)!

 

 

Clara Zetkin ARQUIVO

 


1-3 de Junho de 1983 – 1-3 de Junho de 2013

Viva o 30º aniversário do 9º Congresso das Mulheres Albanesas!


Há 30 anos atrás, nos dias 1 a 3 de Junho de 1983, o 9º Congresso das Mulheres Albanesas teve lugar.



Este foi um evento muito importante para todos aqueles que, em todo o mundo, lutam pela verdadeira emancipação das mulheres oprimidas.

 

 

Desde o início, desde os tempos da Guerra de Libertação no seu país, os Marxistas-Leninistas Albaneses lideraram uma luta firme e resoluta para libertarem as mulheres de séculos de opressão e exploração implacáveis. Eles sempre compreenderam que não é possível construir uma sociedade autenticamente socialista e comunista sem a emancipação total e completa das mulheres em todos os aspectos. Assim, em menos de 4 décadas, as mulheres oprimidas Albanesas deixaram de ser seres abusados e reprimidos inexoravelmente sujeitas á exploração e aos preconceitos reaccionários sociais e culturais, tendo-se tornado em combatentes activas pela causa do verdadeiro Marxismo-Leninismo e pela revolucionarização da nova Albânia em direcção á construção do socialismo e do comunismo sempre debaixo da liderança de aço do PTA Marxista-Leninista-Estalinista do camarada Enver – a vanguarda da ditadura proletária Albanesa.


Por todo o mundo capitalista e revisionista, os falsos movimentos “feministas” sempre fingiram e fingem combater pela emancipação das mulheres através de convencerem os legisladores burgueses e revisionistas a passarem algumas leis vazias que longe de serem aplicadas, servirão de facto os interesses do sistema de relações produtivas socio-económicas da ordem de escravidão assalariada capitalista-imperialista-revisionista global e que invariavelmente e inevitavelmente sujeita as mulheres oprimidas á mais dura exploração. Discriminações salariais, maus-tratos no trabalho e na vida familiar, abusos e assédio de todos os tipos são obstáculos que as mulheres oprimidas vão sempre ter de enfrentar enquanto o comunismo mundial não for definitivamente assegurado. Apenas a implementação da ditadura proletária, do socialismo e do comunismo pode emancipar totalmente as mulheres oprimidas de todo o mundo de todos os tipos de exploração e de repressão através da abolição da causa e origem dessas mesmas explorações e repressões: o sistema de lucros e de escravatura assalariada capitalista-imperialista-revisionista. Os capitalistas, revisionistas, imperialistas e social-imperialistas sempre usaram as mulheres como uma fonte de trabalho escravo tão desesperadamente miserável e oprimido que está pronto a trabalhar quase de graça. E esta situação está a tornar-se cada vez pior pois a oligarquia capitalista-imperialista mundial está a explorar cada vez mais as mulheres de forma a obter lucros máximos. Contrariamente àquilo que muitas “feministas” burguesas afirmam, a luta pela emancipação da mulher não é incompatível com a luta pela emancipação do homem oprimido. Opostamente, a emancipação total e definitiva dos homens oprimidos nunca estará completa sem a emancipação total e definitiva das mulheres oprimidas e vice-versa. As mulheres oprimidas do mundo devem unir-se com os homens oprimidos do mundo contra os seus inimigos de classe comuns sem nunca esquecerem que existem também muitas mulheres que são membros da oligarquia dominante exploradora global e que são também elementos opressores que é necessário aniquilar se queremos concretizar a sociedade sem estado, sem propriedade e sem classes na qual ambos os géneros usufruirão finalmente da verdadeira liberdade.

 

Viva a tradição revolucionária da Albânia socialista do camarada Enver na feroz luta Marxista-Leninista-Estalinista-Hoxhaista pela libertação das mulheres oprimidas!


Vivam os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo: Marx, Engels, Lenine, Estaline e Enver Hoxha!


Viva a revolução socialista mundial!


Viva a ditadura proletária mundial, o socialismo mundial e o comunismo mundial!


Viva o Comintern (EH)!


 

 

 

 

 

 

8 de Março de 2013

 

Viva o 102º Dia

Internacional da Mulher!  

Mulheres da Comuna de Paris

 

8 de Março de 2011 – 8 de Março de 2013 

Viva o Segundo Aniversário da Fundação da

Internacional das Mulheres Comunistas

(Estalinista-Hoxhaista)!

Viva a luta das mulheres pela preparação e

organização da revolução socialista mundial!

 

 

Mensagem de saudações do

Comintern (EH)



Por ocasião do 102º Dia Internacional da Mulher e do 2º Aniversário da fundação do Partido Comunista Internacional da Mulher, o Comintern (EH) envia saudações militantes e revolucionárias a todas as mulheres do mundo.

Saudamos todos aqueles que apoiam o movimento das mulheres na sua luta contra o aumento da exploração e da opressão causada pela actual crise do capitalismo mundial. O estupro horrível do dia 16 de Dezembro de 2012 na Índia deu origem a protestos em massa, não só no próprio país, mas em todo o mundo. Isso mostra que o movimento de libertação revolucionária de mulheres está crescendo e ganhando força á escala global.


Nem a classe dominante Indiana, nem a burguesia mundial são capazes de acabar com a violência contra as mulheres. Pelo contrário, os governantes do mundo ocultam estas atrocidades, protegem os criminosos e deixam as vítimas em apuros. Não é apenas o destino pessoal de uma mulher, mas com ela, milhões de mulheres em todo o mundo compartilham o mesmo destino.

É o capitalismo em si que provoca todas as violências contra as mulheres, a sua dupla exploração e opressão.


As classes dominantes não são capazes de resolver o problema das mulheres, em particular, como também são incapazes de resolver a questão social, em geral. A propriedade privada capitalista é a raiz da escravidão sexual e da escravidão de classes. Portanto, a liberação das mulheres está intimamente ligada com a abolição da propriedade privada dos meios de produção e sua transformação em propriedade social.


Governos e instituições prometem reformas para apaziguar a ira das mulheres. Há belas palavras, ás quais não se seguem acções e o protesto das mulheres cresceu ainda mais. Há também um crescimento do fascismo e da reacção, que é especialmente dirigido contra as mulheres revolucionárias.

A burguesia não só divide a classe proletária para manter o seu sistema de exploração e opressão, como também divide as mulheres.

Assim, surgiram dois movimentos de mulheres. O movimento de mulheres burguesas e pequeno-burguesas e o movimento das mulheres proletárias – um é reformista-revisionista e o outro é revolucionário e comunista.


O movimento das mulheres burguesas e pequeno-burguesas é limitado a um máximo de demandas para "eliminar" os excessos extremos da opressão e exploração das mulheres (contra o apedrejamento, mutilação, pelos direitos democráticos, etc.) No entanto, todos esses movimentos de mulheres defendem o sistema capitalista actual – em maior ou menor medida.

O movimento de mulheres proletárias não é contra as reformas. Pelo contrário. No entanto, a luta por reformas está subordinada á luta pela revolução. O movimento das mulheres proletárias é fundamentalmente diferente do movimento burguês e pequeno-burguês - especialmente no facto de que queremos eliminar a inevitabilidade da exploração e da opressão das mulheres, lado a lado com os homens explorados e oprimidos - através da derrubada da burguesia e do estabelecimento da ditadura do proletariado.

A inevitabilidade da opressão e exploração das mulheres só pode ser eliminada por meio da remoção da inevitabilidade do capitalismo - isto é, pela ditadura do proletariado mundial e pelo estabelecimento do socialismo mundial. Só no comunismo mundial a mulher será livre.

Para o movimento das mulheres comunistas, a revolução socialista mundial é a única maneira de libertar todas as mulheres ao redor do mundo.

Sem luta de classes revolucionária mundial do proletariado, não pode haver libertação das mulheres. E sem a participação das mulheres na destruição do capitalismo mundial, não pode haver socialismo mundial ou comunismo mundial.


Por ocasião do Dia da Mulher, queremos lembrar todas as mulheres que perderam a vida na luta pela liberdade e pelo socialismo. O seu sangue não foi derramado em vão. O movimento das mulheres revolucionárias só vai deixar o campo de batalha quando a última mulher for para sempre libertada neste mundo.


Mulheres – ergam-se!

Libertem-se das garras da escravatura de sexo

e de classe!

Lutem pelo comunismo!



Viva o dia 8 de Março – o Dia Internacional da

Mulher!

Viva o internacionalismo proletário das

mulheres!

Viva o movimento comunista mundial das

mulheres!

Viva a luta revolucionária das mulheres contra a

fome, a guerra e o fascismo!

Vivam as grandes conquistas das mulheres

socialistas da União Soviética e da Albânia!

Viva a revolução socialista mundial!

Viva a Internacional das Mulheres Comunistas

(Estalinista-Hoxhaista)!

nota:

Por ocasião deste dia 8 de Março, nós abrimos dois


novos sites da Internacional das Mulheres Comunistas


(EH):

em língua Russa

em língua Albanesa  



Este ano, celebram-se dois aniversários importantes que estão intimamente ligados ao movimento revolucionário das mulheres proletárias:



Primeiro


20 de Junho de 1933

O 80º Aniversário da Morte de Clara Zetkin.




Por isto, o Comintern (EH) vai publicar em muitas


línguas do mundo um


"Site Clara Zetkin"


 

 

Segundo


13 de Agosto de 1913

TO 100º Aniversário da Morte de August Bebel



Em 1902, ele escreveu o seu famosos livro "A Mulher e o Socialismo". Este livro será publicado em várias línguas diferentes. Nós também publicaremos em muitas línguas um


"Site August Bebel"

  

 


 

 

 

Viva a vitória da revolução socialista Indiana pelo

 

derrube do estado fascista e imperialista Indiano


pelo estabelecimento da ditadura proletária!


 

 

A luta de classes proletária e a


luta pela libertação das mulheres na Índia


estão inextrincavelmente ligadas á


revolução socialista mundial. 


 

 

Abaixo a Índia fascista e imperialista!

 

 

Dezembro de 2012 / Janeiro de 2013

 

Um estado que não

 

protege as mulheres e

 

que abusa delas não

 

merece existir!


As Universidades, os seus alunos e os jovens da classe trabalhadora estão nas ruas da capital do país pedindo por justiça contra um sistema político e a sua classe dominante que só tem garantido os seus próprios interesses egoístas em detrimento da grande maioria.

65 anos depois de se tornar num país independente que prometeu construir uma nova sociedade em que os direitos de todas as pessoas seriam respeitados, o povo está nas ruas exigindo o direito mais básico para metade da população - o direito à dignidade das mulheres.

A resposta do governo após o estupro horrível de uma jovem mulher e da agressão sobre ela e o seu amigo num autocarro de Deli no dia 16 de Dezembro reflecte a insensibilidade absoluta da classe dominante Indiana para com o povo. Em primeira instância, o incidente não provocou qualquer resposta oficial. No entanto, o que o governo não previu foi o nível de protestos públicos que este acto criminoso invocou entre grande parte da população jovem. A capital foi sacudida por uma tempestade de protestos que se espalharam por outras cidades em todo o país. Em Deli, os manifestantes reunidos na Porta da Índia marcharam até a Rajpath Rashtrapati Bhavan e manifestaram-se em frente da casa de Sonia Gandhi.

Qual foi a resposta do governo? Eles atacaram os manifestantes e tentaram dissuadi-los com canhões de água e gás lacrimogéneo. As suas principais preocupações eram que os manifestantes não devem marchar em direcção ao complexo presidencial ou que o Presidente Russo que estava de visita não deveria tomar conhecimento acerca deste terrível crime contra dois jovens aqui na capital! Entretanto, alguns arruaceiros foram deliberadamente enviados para entre os manifestantes para causar provocações para que a polícia pudesse recorrer à violência, desencadeando a sua fúria em muitos manifestantes inocentes.

No entanto, isto não acalmou o espírito da juventude. Eles estão determinados a continuar os protestos até ao momento em que o governo vai realmente tomar algumas medidas para proteger as mulheres. As pessoas, especialmente os jovens, não estão dispostos a aceitar qualquer ordem apaziguadora pelo Primeiro-Ministro, pelo Ministro Chefe de Deli ou pelo Ministro do Interior. Eles não estão dispostos a ouvir promessas que sabem por experiência própria que são chavões vazios. Eles estão claramente rejeitando movimentos de qualquer partido político para acabar com a agitação.

Não há escassez de leis em nosso país para punir os culpados de crimes sexuais. Mas a realidade é que poucos criminosos foram indiciados ou mesmo julgados. Em Deli, como noutras cidades e vilas em toda a Índia, as quadrilhas criminosas circulam livremente e aterrorizam as pessoas. Eles operam com impunidade porque eles sabem que não vão ser punidos pela lei, o sistema existente necessita de tais criminosos para defender os interesses dos ricos e poderosos - seja para garantir votos para os partidos políticos, para despejar as pessoas de suas casas em favor dos senhores das favelas e da máfia, para atacar trabalhadores em greve em nome dos capitalistas ou participar de genocídios, etc., sem o conhecimento e a protecção da polícia e dos politicamente poderosos, estes arruaceiros não poderiam existir.

Dentro deste contexto, as mulheres são especialmente vulneráveis. A sociedade indiana não tem experimentado a revolução social que teria feito uma ruptura com o seu passado medieval. As mulheres continuam a ser oprimidas e humilhadas pelos costumes sociais retrógrados que ainda prevalecem na sociedade, incluindo o sistema de castas e costumes religiosos. Nos tempos coloniais, quando o capitalismo estava em desenvolvimento, e nos tempos modernos, com o maior desenvolvimento do capitalismo, a burguesia conseguiu preservar algumas das práticas medievais de castas e da discriminação contra as mulheres a fim de melhor realizar a exploração do povo.

Sob o capitalismo, o patriarcado continua a negar às mulheres o seu lugar e elas estão entre as mais discriminadas numa sociedade muito desigual. Eles estão sempre a dizer que elas têm que "saber o seu lugar." Elas são abusadas
​​e atacadas por supostamente saírem fora da linha. Elas não têm uma palavra a dizer, nem mesmo em relação ás suas vidas pessoais e elas são culpadas por todos os crimes cometidos contra elas! Ao mesmo tempo, no sistema capitalista, tanto as meninas como os meninos são abusados ​​por gratificação sexual. Não é de admirar, então, que as mulheres não se sintam seguras nem mesmo na nossa capital.

Quando as classes dominantes Indianas afirmam que estão à frente de uma sociedade moderna, elas estão falando de uma esfera muito limitada de indústria, de desenvolvimento dos mercados financeiros e de operações comerciais que lhes permitam maximizar os seus lucros sobre o investimento. Elas não estão preocupados com o bem-estar e com a dignidade dos seres humanos, elas não estão preocupadas com a situação das mulheres.

Uma sociedade que permite tais agressões às mulheres também não pode oferecer qualquer dignidade para os homens. O avanço de uma sociedade depende muito do grau de emancipação das mulheres. Se a sociedade não pode garantir a segurança e a dignidade das mulheres, e se de facto perdoa a violência perpétua contra elas, então esta sociedade deve ser fundamentalmente transformada! Juntos, todos os que estão indignados com a crescente onda de violência contra as mulheres devem trabalhar por um novo sistema em que os direitos humanos de todos sejam garantidos e na qual um tal incidente não será tolerado. As mulheres têm que estar na vanguarda desta luta porque a emancipação da mulher depende da emancipação da sociedade como um todo. É por isto que temos de lutar: por uma sociedade em que homens e mulheres sejam respeitados igualmente e na qual todos os seres humanos possam viver com dignidade.

[Esta é uma cópia de um artigo do órgão do Partido Comunista da Índia Ghadar intitulado "Preparemo-nos para a tempestade revolucionária"]

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 

 


APENAS O


COMUNISMO MUNDIAL


Significa um mundo livre da violência sexual contra as mulheres !!

 

 

 

LUTEM PELA


Internacional das mulheres Comunistas


(Estalinista-Hoxhaista)



 

 

 

 

 

 

 

 

8 março 2012

Desejamos enviar saudações a todos os camaradas de todo o mundo neste Dia Internacional da Mulher!

 

 

O Comintern (EH) é a única organização que luta verdadeiramente pela emancipação das mulheres, porque o Estalinismo-Hoxhaismo é a única ideologia autenticamente proletária e revolucionária que é capaz de libertar as mulheres das amarras milenares com as quais as classes exploradoras as têm oprimido ao longo da história.

No que respeita aos falsos “movimentos feministas”, eles não são mais do que bodes expiatórios fabricados pela burguesia reaccionária para enganar as mulheres, tentando dar-lhes a impressão de que a época do domínio masculino já passou e que elas são “livres” sob o capitalismo. Isto é totalmente falso. As mulheres proletárias continuam a ser duramente oprimidas e discriminadas, as diferenças salariais entre os trabalhadores e as trabalhadoras continuam a ser enormes. Nalguns casos, elas até são maiores do que tinham sido há algumas décadas atrás. Por isso, o capitalismo nunca libertará as mulheres porque a sua discriminação e inferiorização maximiza os lucros da burguesia. O único caminho para a libertação das mulheres é a revolução socialista mundial e a ditadura proletária mundial! Tudo o resto é reaccionário, anti-comunista e serve apenas para manter as trabalhadoras na servidão.

Outra das tácticas usadas pelas classes exploradoras é elogiar algumas mulheres burguesas e reaccionárias. Isto acontece no âmbito político-económico, onde as mulheres pró-capitalistas são apresentadas como sendo “modelos ideológicos” que todas as outras mulheres devem seguir. No entanto, todas estas tácticas vão fracassar. É a nós, mulheres Comunistas, que o futuro pertence.

 

 

 

 

 

 

 

 

A Internacional das Mulheres Comunistas (Estalinista-Hoxhaista)

 

1911 – 2011

 

100º Aniversário do Dia Mundial da Mulher
Hoje, a
Internacional das Mulheres Comunistas (Estalinista-Hoxhaista)
é fundada!
O único caminho para a emancipação das mulheres é a sua participação na revolução mundial proletária e socialista!

IMC (EH)

 

 

A Internacional das Mulheres Comunistas (Estalinista-Hoxhaista)

 

Declaração fundadora
8 de Março de 2011

 

Hoje, nós celebramos o 100º Dia Internacional da Mulher juntamente com a nossa fundação!
Enviamos saudações proletárias e internacionalistas para todas as mulheres exploradas e oprimidas de todo o mundo!
A emancipação das mulheres só pode resultar do trabalho colectivo que nasce da união das mulheres de todo o mundo!
Mulheres proletárias – unam as mulheres de todos os países para a revolução socialista mundial!
No Dia Internacional da Mulher, as mulheres proletárias de todo o mundo levantam a sua voz contra a sua exploração e opressão!
Em particular, neste 100º aniversário do Dia Mundial da Mulher, as mulheres proletárias começam a organizar a sua luta revolucionária global pelo derrube do capitalismo mundial com o propósito de atingir o comunismo mundial, e assim, a libertação final das mulheres. A organização revolucionária mundial das mulheres proletárias de todos os países é a INTERNACIONAL DAS MULHERES COMUNISTAS (EH)
Em 27 de Agosto de 1910 – liderada por Clara Zetkin e sob a sua iniciativa – a Segunda Conferência Internacional das Mulheres realizada em Copenhaga declara o dia 8 de Março como o Dia Internacional da Mulher em memória das corajosas mulheres proletárias de uma fábrica de algodão de Nova Iorque que foram assassinadas pela polícia no dia 8 de Março de 1908 durante uma greve na qual exigiam salários iguais aos dos homens e o estabelecimento do limite de 10 horas de trabalho por dia.
Em 1917/1918, as mulheres socialistas de todo o mundo dão entusiasticamente as boas-vindas á Revolução Bolchevique de Outubro e juntam-se a Lenine. O movimento das mulheres socialistas nunca poderia ser transformado no movimento mundial das mulheres comunistas sem que se estabelecessem princípios e objectivos verdadeiramente comunistas e sem que se criasse uma unidade Bolchevique firme e sólida. Da mesma forma, o movimento mundial das mulheres socialistas nunca se poderia organizar sob as condições da estrutura frágil e insegura da Segunda Internacional. Graças á pressão das mulheres socialistas, os líderes oportunistas da Segunda Internacional foram forçados a apoiar a luta organizada e internacionalista pela libertação das mulheres. De facto, enquanto os líderes da Segunda Internacional – com a sua “defesa da pátria” – se colocaram abertamente do lado da burguesia em 1914, as mulheres da Segunda Internacional incentivaram de maneira veemente a luta revolucionária contra a guerra imperialista. Por ocasião da Terceira Conferência Internacional das Mulheres – realizada em Berlim – as mulheres Socialistas organizaram um encontro internacional anti-guerra dirigido ás mulheres e adoptaram uma resolução contra a guerra imperialista. O poster – acima exposto – foi feito em 1914 precisamente para o referido encontro internacional anti-guerra em Berlim. Ele representa e simboliza não apenas a luta das mulheres socialistas contra a guerra imperialista como também a sua luta de vanguarda contra a traição ao socialismo, contra o oportunismo e revisionismo. Para nós, mulheres Estalinistas-Hoxhaistas, é uma grande honra erguer o estandarte do Dia Mundial da Mulher enquanto membros da Internacional das Mulheres Comunistas (Estalinistas-Hoxhaistas) e transformar o poster de1914 no nosso próprio emblema da IMC (EH).
Foi a fundação da Internacional Comunista que constituiu o ponto de partida histórico do Movimento Revolucionário Mundial das Mulheres Comunistas:
“A Internacional Comunista só pode concretizar as suas tarefas, só pode assegurar a vitória final do proletariado mundial e a abolição do sistema capitalista através da luta comum dos trabalhadores, sejam eles homens ou mulheres. A ditadura do proletariado apenas pode ser dinâmica e activa, apenas pode ser atingida e mantida através da participação das mulheres da classe operária.” (Ver: Artigos de 2 de Março a 19 de Março de 1919, Hamburgo, 1921).
A Internacional das Mulheres Comunistas (Estalinistas-Hoxhaistas) segue a tradição da gloriosa Internacional Comunista de Lenine e de Estaline e da sua luta revolucionária para organizar a libertação das mulheres á escala global.
A 8 de Julho de 1921, o Comintern adoptou unanimemente a “Resolução acerca das formas e métodos do trabalho comunista entre as mulheres.” Esta resolução declara que:
“A Segunda Conferência Internacional das mulheres Comunistas que se realiza em Moscovo incita os Partidos Comunistas de todo o mundo a cumprirem esta resolução e a decisão da III Internacional, a levarem a sério a organização das amplas massas das mulheres trabalhadoras em benefício da luta e da construção revolucionárias, a levarem a cabo a propaganda e a agitação entre o proletariado feminino de maneira a expandirem as ideias Comunistas e a direccionar estas mulheres para o Partido Comunista, aprofundando e desenvolvendo assim a sua vontade e habilidade para serem activas e para lutarem.”
….
“Cada Partido na III Internacional deve organizar secções relacionadas com os Comités de Partido, secções essas destinadas ao trabalho entre as mulheres e que devem ser dirigidas por um membro do Comité. Os departamentos do trabalho entre as mulheres não constituem organizações especiais dentro dos Partidos Comunistas; o seu papel é específico – mobilizar e educar as amplas massas das mulheres trabalhadoras na luta pela ditadura do proletariado e pela sociedade Comunista. Os departamentos do trabalho entre as mulheres levam a cabo o seu trabalho sob a liderança do Partido, mas as suas formas e métodos de trabalho devem ser flexíveis o suficiente de maneira a adaptarem-se ás particularidades da condição da mulher na família e na sociedade. O trabalho destes departamentos é descrito em pormenor nas teses aprovadas pela conferência. Os departamentos do trabalho entre as mulheres devem ser sempre conscientes de que a sua é uma tarefa dupla. Eles devem contribuir para:
1 – inculcar nas massas do proletariado feminino um nível mais elevado de consciência de classe e uma decisão firme no sentido de aprofundarem a luta de classes revolucionária, a luta de todos os povos humilhados e oprimidos contra a burguesia e a luta pelo comunismo;
2 – envolver essas mesmas massas do proletariado feminino no trabalho conjunto necessário para a construção de uma sociedade Comunista de maneira consciente e dedicada logo após a vitória da revolução proletária.
Os departamentos do trabalho entre as mulheres devem recordar que as suas tarefas envolvem mais do que apenas propaganda e agitação verbais e escritas. O seu principal objectivo é levarem a cabo agitação através da acção – o método mais efectivo ao seu dispor – e, em todos os países capitalistas, encorajarem as mulheres trabalhadoras a participarem activamente em todas as acções e lutas do proletariado revolucionário, nas greves, manifestações e revoltas armadas; enquanto que nos países Soviéticos eles devem proporcionar ás mulheres trabalhadoras a oportunidade de desempenharem um papel activo em todas as esferas da construção do Comunismo.”
A IMC (EH) não é uma “Internacional Comunista das Mulheres” que se opõe ao Comintern (EH) enquanto “Internacional Comunista dos Homens”.  A IMC (EH) não é uma organização especial que separa as mulheres do proletariado mundial. Pelo contrário, é uma organização que ajuda as mulheres a juntarem-se á luta revolucionária constituindo um forte destacamento do exército gigantesco do proletariado internacional. O Comintern (EH) facilita a auto-organização das mulheres comunistas no mundo e apoia-as da mesma forma que os Partidos Comunistas nos países individuais apoiam as suas próprias secções femininas.
A IMC (EH) é assim um destacamento completo e uma parte auto-organizada do Comintern (EH). Em palavras e em actos, a IMC (EH) participa no trabalho de liderança do Comintern (EH) de maneira directa e indirecta (ver: Clara Zetkin – a líder das mulheres comunistas – que foi eleita membro da ECCI).
A IMC (EH) coopera com as secções femininas dos Partidos Comunistas dos países individuais.
Além disto, a IMC (EH) organiza a instrução de todas as organizações de massas respeitantes aos assuntos das mulheres, tal como, por exemplo, acontece dentro da Internacional dos Sindicatos Vermelhos.
Com base nesta organização sólida e global, as mulheres de todo o mundo libertam a sua consciência proletária e internacionalista com o propósito de dedicarem todas as suas forças ao apoio á revolução socialista mundial e, consequentemente, á sua própria libertação.
A IMC (EH) vai cumprir as tarefas que lhe couberem nas condições da ditadura do proletariado mundial e contribuirá de maneira valiosa para o desenvolvimento do socialismo mundial.
A IMC (EH) só terminará de desempenhar o seu papel quando a meta da sociedade mundial sem classes tiver sido atingida, pois só então a Mulher será verdadeiramente e finalmente libertada.
Os 5 princípios essenciais da IMC (EH) no que respeita á igualdade de género são os seguintes:
1.
Nas suas posições sociais, políticas, económicas e culturais, o Homem e a Mulher são globalmente iguais. Qualquer tipo de discriminação ou privilégio baseado no género é contrário ao princípio da igualdade entre o Homem e a Mulher.
2.
Para trabalho igual, salário igual – em todo o mundo e sem excepção. Qualquer tipo de discriminação ou privilégio baseado no género dentro do local de trabalho, não interessa em que sectores da produção ou dos serviços, é inadmissível. Em toda a vida económica da sociedade, o princípio da igualdade entre Homens e Mulheres é válido e aplica-se de forma rigorosa.
3.
A principal causa da maior parte das formas de miséria social, exploração física e mental e opressão política das mulheres trabalhadoras de todo o mundo reside na subjugação económica da força de trabalho das mulheres por parte do capital mundial. A emancipação económica das mulheres trabalhadoras é assim a base essencial do movimento político da libertação das mulheres trabalhadoras. Sem a abolição da propriedade privada dos meios de produção não pode haver abolição da escravatura assalariada das mulheres, e sem a abolição da escravatura assalariada não pode haver libertação política e social do proletariado feminino mundial.

4.
A escravatura assalariada, a contradição e a competição entre “ele” e “ela”, especialmente na divisão entre homens e mulheres no mercado de trabalho mundial, devem ser combatidas e ultrapassadas através da remoção da inevitabilidade da contradição entre a mão de obra assalariada global e o capital. “Ele” e “ela” pertencem á mesma classe proletária, e juntos eles formam o exército do proletariado mundial contra a burguesia mundial. Assim, nós lutamos pela unidade proletária entre homens e mulheres, pela sua solidariedade e apoio mútuo na luta de classes organizada contra os capitalistas. A vitória do proletariado baseia-se na unidade dos homens proletários e das mulheres proletárias. Nem as mulheres proletárias nem os homens proletários são capazes de abolir a escravatura assalariada por si sós. Atingir o comunismo é algo que diz respeito a ambos, a homens e a mulheres.

5.
A divisão do proletariado mundial por parte dos países capitalistas, a divisão das mulheres proletárias e dos homens proletários pelas barreiras nacionais, pelo chauvinismo nacional, pelo racismo, etc.…deve ser combatida e ultrapassada, tal como também deve acontecer com o cosmopolitismo misógino do imperialismo mundial. A IMC (EH) deve centrar a sua atenção nas mulheres dos trabalhadores migrantes, porque elas encontram-se numa relação particularmente desvantajosa e vulnerável não apenas em relação aos trabalhadores homens migrantes, mas sobretudo relativamente aos proletários locais. No espírito do internacionalismo proletário, os trabalhadores migrantes e os proletários locais devem unir-se e organizar-se de forma a lutarem e a ultrapassarem aquilo que os divide.
Pela igualdade das mulheres migrantes!
A emancipação das mulheres não é nem um problema local nem um problema nacional, mas sim um problema social internacional que por isso só pode ser resolvido através da revolução socialista mundial:
Trabalhadores de todo o mundo – uni-vos!
Proletários de todo o mundo – unam todos os países!
Estes dois slogans do Comintern (EH) só fazem sentido juntos e são também válidos na luta global pela libertação das mulheres.
A exploração e a opressão dos homens e das mulheres pelos homens e pelas mulheres só serão finalmente abolidas na época do comunismo mundial. A igualdade completa e total entre os homens e as mulheres apenas poderá concretizada com o comunismo mundial.
Tal como a equivalência entre o trabalho físico e o trabalho mental, entre a cidade e o campo, etc.…também a igualdade entre homens e mulheres não será ainda totalmente realizada no período do socialismo mundial. Mas o socialismo mundial é o período de transição necessário para a libertação das mulheres da opressão e da exploração, é o período de transição da sociedade capitalista de classes para a sociedade sem classes do comunismo mundial.
A luta pela emancipação das mulheres – que se opõe ao “movimento feminista” burguês e pequeno-burguês – é parte inseparável do movimento proletário mundial. A luta de classes proletária e o combate pela libertação das mulheres estão intimamente ligados na luta pela revolução socialista mundial, nas lutas de libertação nacional, nas lutas anti-imperialistas ou até mesmo nas lutas diárias por melhores condições de vida; ou seja, a luta pela libertação das mulheres é sempre uma parte indispensável de todas as formas de luta de classes. O caminho do reformismo é uma ilusão burguesa. Só através da revolução violenta é que a “questão feminina” pode ser resolvida. A solução do problema da “questão feminina” faz parte da resolução da questão social, ela está subordinada e serve a revolução socialista mundial. A questão das reformas está subordinada á questão da revolução.
O movimento revolucionário mundial das mulheres desenvolve as suas próprias formas características de luta de classes e constitui uma alavanca essencial do derrube do capitalismo mundial, pela vitória da revolução socialista mundial e pelo estabelecimento da ditadura do proletariado mundial.
A vitória da revolução proletária mundial só é possível se a liderança feminina do proletariado mundial estiver em condições de igualdade total em relação ao Homem. Na época do socialismo mundial, os homens proletários e as mulheres proletárias partilham o seu papel comum na futura hegemonia mundial da classe operária. A hegemonia mundial do proletariado baseia-se na unidade e na solidariedade, nos direitos e deveres iguais dos homens proletários e das mulheres proletárias. A ditadura mundial do proletariado deve ser implementada, consolidada e defendida tanto pelos homens proletários como pelas mulheres proletárias.
As mulheres da Comuna de Paris de 1871, as mulheres da Revolução de Outubro de 1917, na Rússia e as mulheres socialistas da União Soviética e da Albânia fizeram os maiores sacrifícios e contribuíram enormemente para a libertação da mulher no mundo. Elas conseguiram conquistas históricas no que respeita á sua igualdade em relação ao Homem através da ditadura do proletariado.
Portanto, a partir daqui podemos concluir que o proletariado feminino mundial atingirá a igualdade em relação ao Homem através da ditadura do proletariado á escala mundial.
Nós baseamos o nosso trabalho Bolchevique global na experiência dos países socialistas onde a ditadura do proletariado foi estabelecida, ou seja, na experiência da União Soviética de Lenine e de Estaline e na experiência da Albânia Socialista de Enver Hoxha. Nestes países, a igualdade entre homens e mulheres não estava apenas consagrada na Constituição porque todas as medidas e serviços que permitem o livre desenvolvimento das mulheres em todos os campos da sua vida foram concretizadas. Por exemplo, nos países mencionados havia um sistema seguro, desenvolvido e completo de protecção social á maternidade e á infância.
Com a restauração do capitalismo as grandes conquistas das mulheres socialistas foram destruídas, mas esta situação não se eternizará. As mulheres Estalinistas-Hoxhaistas devem sempre preocupar-se em publicitar estas conquistas históricas das mulheres socialistas emancipadas e o seu papel heróico na história socialista do seu país. Na época do socialismo mundial, nós levantaremos cada vez mais alto a bandeira das conquistas das mulheres em benefício dos interesses da sociedade mundial.
É necessário combater o revisionismo e o neo-revisionismo de todas as cores e feitios. Nós lutamos contra os movimentos políticos femininos burgueses e pequeno-burgueses – e fazemo-lo até mesmo no interior das organizações femininas burguesas e pequeno-burguesas, tal como Lenine nos ensinou. Nós lutamos contra os reformistas, os revisionistas, os anarquistas, os sindicalistas, os Maoistas e contra todos os tipos de “comunistas” que nos querem excluir a nós, mulheres Comunistas, do caminho da revolução socialista mundial. No entanto, isto não significa que sejamos sectárias. Tomando sempre em consideração as 12 regras Estalinistas da Bolchevização, nós não negamos a unidade de acção ocasional com elementos de outras classes não proletárias sempre que isso se revelar benéfico para os nossos propósitos e objectivos.
A base das políticas revolucionárias de género da IMC (EH) é constituída pelos ensinamentos dos 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo.
Nós lutamos pela união, educação e organização do proletariado feminino mundial sob o estandarte vermelho da revolução socialista mundial!
VIVA A
INTERNACIONAL DAS MULHERES COMUNISTAS
(Estalinista-Hoxhaista)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Movimento Comunista Mundial
das Mulheres:

 

 

 

 

Documentos

Os 5 Clássicos do Marxismo-Leninismo
acerca da

Mulher

 

 

 

 

 

Lenin

A Contribuição da Mulher na Construção do Socialismo

28 de Julho de 1919

 

 

 

 

Lenin

As Tarefas do Movimento Operário Feminino na República dos Sovietes

25 de Setembro de 1919

 

 

 

 

Lenin

O Poder Soviético e a Situação da Mulher

6 de Novembro de 1919

 

 

 

Lenin

O Dia Internacional da Mulher

7 de Março de 1920

 

 

Lenin

O Dia Internacional da Mulher

1921

 

 

A Instituição do Divórcio Não Destrói a Família

12 de Março de 1922

 

 

 

 

 

Lênin e o Movimento Feminino

Clara Zetkin

1925

 

 

 

 

 

 

Terceiro Congresso da Internacional Comunista

 

Métodos e Formas de Trabalho entre as Mulheres do Partido Comunista


8 de Julho de 1921

 

 

 

 Quarto Congresso da Internacional Comunista
27 de Novembro de 1922


 Resolução acerca do Trabalho do Secretariado das Mulheres da Internacional Comunista

 

 

 

 

 

Clara Zetkin


A organização das Mulheres Trabalhadoras 

 

Discurso proferido durante o Quarto Congresso da Internacional Comunista
Novembro de 1922

 

 

 

Clara Zetkin


O socialismo só vencerá se contar com o proletariado feminino!

Discurso durante o Congresso de Gotha
1896

 

 

 

 

Clara Zetkin – fundadora e líder da ICM

(Abril de 1920 – Agosto de 1930) 

 

Viva o 94º aniversário da fundação da

Internacional Comunista das Mulheres 

"A libertação das mulheres não é possível sem a revolução socialista mundial.


E a vitória da revolução socialista mundial não é possível sem movimento comunista mundial das mulheres guiado pela Internacional Comunista das Mulheres (EH) como uma sub-organização do Comintern (EH)."
 
O slogan da Internacional Comunista das Mulheres (Estalinistas-Hoxhaistas)


"Tudo pela emancipação das mulheres!


Tudo através da emancipação das mulheres!"
 

 

 

 

 

 

 


As mulheres sovieticas a guerra patriotica

 

 

 

“Uma controladora de tráfego da União Soviética”,

 1 de maio de 1945.

 

 

 


 

 

 

 

11

Queremos abolir completamente os privilégios e discriminação de género.



Somos pelo desenvolvimento emancipado da personalidade de cada ser humano no mundo, independentemente do género.

Apenas o comunismo mundial cria a perfeita igualdade social entre homens e mulheres. A plena satisfação das necessidades específicas de género pressupõe a plena emancipação das mulheres em relação aos homens. E sem a emancipação social das mulheres há desenvolvimento de relações sociais e económicas harmónicas possíveis.

A liberdade de género pressupõe a abolição da dependência económica mútua não só entre homem e mulher, mas também entre a esposa e toda a sociedade.

"A verdadeira emancipação da mulher, o comunismo verdadeiro, começará somente quando e onde uma luta em todos os âmbitos começa (liderada pelo proletariado empunhando o poder do Estado) contra este sistema capitalista mesquinho, ou melhor, quando a sua transformação numa economia socialista em grande escala começa." (Lenine, Um grande começo, Collected Works, Volume 29, página 429, traduzido do Inglês)

Engels:

"Qual será a influência da sociedade comunista sobre a família?

Ela vai transformar as relações entre os sexos numa questão puramente privada que apenas diz respeito às pessoas envolvidas e na qual a sociedade não tem a oportunidade de intervir. Ela pode fazer isso, uma vez que acaba com a propriedade privada e educa as crianças numa base comum, e desta forma elimina as duas bases do casamento tradicional - a dependência enraizada na propriedade privada, das mulheres para com o homem e dos filhos para com os pais.

E aqui está a resposta ao clamor dos filisteus altamente morais contra a "comunidade de mulheres." A comunidade de mulheres é uma condição que pertence inteiramente a sociedade burguesa e que hoje encontra a sua expressão completa na prostituição. Mas a prostituição é baseada na propriedade privada e desaparece com ela. Assim, a sociedade comunista, em vez de introduzir a comunidade das mulheres, de facto elimina-a." (Engels, Princípios do Comunismo, Resposta nº 21, traduzido do Inglês)

O comunismo mundial só pode ser alcançado através da plena emancipação e igualdade das mulheres. E, inversamente, a completa emancipação e igualdade de direitos para as mulheres pode ser realizada no comunismo mundial. No comunismo mundial, a exploração e a opressão da mulher pelo homem será abolida para sempre.

O comunismo mundial não inventa a influência da sociedade sobre o género e a educação. Ele só muda o seu carácter, ou seja, o facto de que a relação entre marido e mulher e a educação tem lugar na sociedade sem classes.

Numa sociedade sem classes, o desdobramento de homem e mulher, de pais e filhos serão levados para um nível qualitativo superior, porque a influência das classes dominantes sobre a relação entre homens e mulheres e sobre a educação será abolida para sempre. No comunismo mundial, não será necessário um estado que salvaguarde e proteja os direitos das mulheres. Tantos os homens como as mulheres respeitam o sexo oposto de forma consciente e voluntária através da aderência às regras da vivência em conjunto.