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História do

Partido Comunista (Bolchevique) da URSS

[completamente]

 

CAPÍTULO VII

O Partido Bolchevique durante o período de preparação e realização da revolução socialista de Outubro (1917 - 1918)

 

 

 

O Partido Social-Democrata da Rússia e Suas Tarefas Imediatas

Dezembro de 1901

 

 

Como a Social-Democracia Considera a Questão Nacional?

1 de Setembro de 1904

 

 

Carta de Kutais

[primeira carta]

Setembro de 1904

 

 

Carta de Kutais

[segunda carta]

Outubro de 1904

 

 

A Classe dos Proletários e o Partido dos Proletários


(A propósito do artigo primeiro do Estatuto do Partido)

1 de Janeiro de 1905

 

 

Operários do Cáucaso, Chegou a Hora de Nos Vingarmos!

8 de Janeiro de 1905

 

 

 

Viva a Fraternidade Internacional

1905

 

J. V. Stálin

Aos Cidadãos.

Viva a Bandeira Vermelha!

15 de Fevereiro de 1905


Grandes esperanças e grandes desilusões! Em vez de hostilidade nacional, amizade e confiança recíproca! Em vez do pogromo fratricida, uma demonstração grandiosa contra o tzarismo culpado pelos pogromos! Ruiram as esperanças do governo tzarista; tanto isso é verdade, que ele não conseguiu nem mesmo lançar umas contra as outras as nacionalidades de Tíflis!...

De há muito tempo o governo do tzar se esforça por incitar os proletários uns contra os outros, de há muito tempo se esforça por desarticular o movimento geral do proletariado. Com esse fim organizou os pogromos de Gomei, de Kichniov e de outras localidades. Com o mesmo objetivo desencadeou em Baku uma guerra fratricida. E eis que, finalmente, os olhos do governo tzarista se voltaram para Tíflis. Aqui, no centro do Cáucaso, propunha-se ele a encenar uma tragédia sangrenta e a estendê-la, depois, à província! E não se trata de uma ninharia! Atiçar umas contra as outras as nacionalidades do Cáucaso e afogar no próprio sangue o proletariado do Cáucaso! O governo tzarista esfregava as mãos de alegria. Já espalhara proclamações com o incitamento: agora aos armênios! E contava com o sucesso. De repente, a 13 de fevereiro, uma multidão de vários milhares de armênios, georgianos, tártaros e russos, por assim dizer, a despeito do governo do tzar, reúne-se no recinto da catedral de Vank e faz o juramento de auxílio mútuo "na luta contra o demônio que semeia a discórdia entre nós". A unanimidade é completa. São pronunciados discursos com a palavra de ordem: "união". A massa aplaude os oradores. Distribuem-se os nossos apelos (3.000 exemplares). A massa acolhe-os com entusiasmo. Aumenta a tensão da massa. A despeito do governo, decide reunir-se no dia seguinte no recinto da mesma catedral, para, mais uma vez, jurar "amarem-se uns aos outros".

14 de fevereiro. Todo o recinto da catedral e as ruas adjacentes estão cheias de povo. Nossos apelos são distribuídos e lidos com toda a liberdade. A massa subdivide-se em grupos e discute o conteúdo dos apelos. Pronunciam-se discursos. Aumenta a tensão da massa. Ela decide realizar uma demonstração nos arredores da sinagoga e da mesquita, "jurar amarem-se uns aos outros", parar no cemitério persa, jurar mais uma vez e dispersar-se. A massa executa sua decisão. No caminho, próximo à mesquita e ao cemitério persa, pronunciam-se discursos, distribuem-se nossos apelos (nesse dia foram espalhados 12.000 exemplares). Continua aumentando a tensão da massa. Explode a energia revolucionária acumulada. A multidão decide percorrer, em manifestação, a rua Dvortsovaia, a avenida Golovinski e só se dispersar depois disso. Nosso comitê aproveita a ocasião e organiza imediatamente um pequeno núcleo dirigente. Este núcleo, tendo à testa os operários mais conscientes, ocupa um ponto central e defronte do próprio palácio do governo hasteia uma improvisada bandeira vermelha. O porta-bandeira, carregado nos braços dos manifestantes, pronuncia um discurso nitidamente político, no qual, antes de tudo, pede aos companheiros que não se importem com o fato de não trazer a bandeira uma palavra de ordem social-democrática. "Não, não! — respondem os manifestantes — trazemo-la em nosso coração!". Ele, então, explica o significado da bandeira vermelha, critica, do ponto de vista da social-democracia, os oradores que o precederam, desmascara o caráter equívoco de seus discursos, indica a necessidade de destruir o tzarismo e o capitalismo e conclama os manifestantes à luta sob a bandeira vermelha da social-democracia. "Viva a bandeira vermelha!" — responde a massa. Os manifestantes prosseguem em direção à catedral de Vank. Durante o trajeto, param três vezes para ouvir o porta-bandeira. Este chama novamente os manifestantes à luta contra o tzarismo, e os convida a jurar que marcharão para a insurreição unânimes como estão agora na manifestação. "Juramos!" — responde a multidão. Em seguida, os manifestantes chegam à catedral de Vank e, após um pequeno choque com os cossacos, dissolvem-se.

Foi assim que se desenrolou a "demonstração de 8.000 cidadãos de Tíflis".

Foi assim que os cidadãos de Tíflis responderam à política farisaica do governo tzarista. Foi assim que se vingaram de um governo vil, pelo sangue dos cidadãos de Baku. Honra e glória aos cidadãos de Tíflis.

Perante uma multidão de muitos milhares de cidadãos de Tíflis que se haviam unido sob a bandeira vermelha e pronunciado várias vezes a sentença de morte contra o governo tzarista, os vis lacaios de um governo vil foram obrigados a recuar. E renunciaram ao pogromo.

Mas, cidadãos, isto significa, porventura, que o governo tzarista não tentará, no futuro, organizar pogromos? Certamente, não! Enquanto viver e na medida em que for perdendo terreno, com freqüência sempre maior ele recorrerá aos pogromos. O único meio de extirpar os pogromos é a destruição da autocracia tzarista.

Prezais a vossa vida e a vida do vosso próximo? Amais vossos amigos, vossos parentes e não quereis pogromos? Sabei então cidadãos, que somente com a destruição do tzarismo é que os pogromos serão liquidados e com eles o derramamento de sangue que os acompanha!

A derrubada da autocracia tzarista, eis o que. antes de tudo, deveis obter.

Quereis a destruição de todo ódio nacional? Aspirais à plena solidariedade dos povos? Sabei então, cidadãos, que só com a destruição da desigualdade, só com a eliminação do capitalismo é que se destruirá toda discórdia nacional!

A vitória do socialismo: eis, em suma, o que deveis alcançar!

Mas quem varrerá da face da terra as ordens infames do tzarismo, quem vos libertará dos pogromos? O proletariado dirigido pela social-democracia.

E quem destruirá a ordem capitalista, quem instaurará sobre a terra a solidariedade internacional? O mesmo proletariado, dirigido pela mesma social-democracia.

O proletariado, e apenas o proletariado, eis quem conquistará para vós a liberdade e a paz.

Cerrai, portanto, fileiras compactas em torno do proletariado e alistai-vos sob a bandeira da social-democracia!

Sob a bandeira vermelha, cidadãos!

Abaixo a autocracia tzarista!

Viva a república democrática!

Abaixo o capitalismo!

Viva o socialismo!

Viva a bandeira vermelha!

 

 

 

 

 

Algumas Palavras Sobre as Divergências no Partido

Maio de 1905

 

 

 

 

 

 

 

A Insurreição Armada e a Nossa Tática

15 de julho de 1905

 

 

 

 

 

Resposta ao

"Sozial Demokrat"!

15 de Agosto de 1905

 

 

 

O Governo Revolucionário Provisório e a Social-Democracia

15 de Agosto de 1905

 

 

 

A Burguesia Prepara a Armadilha

15 de outubro de 1905

 

 

 

 

Fortalece-se a Reação


15 de Outubro de 1905

 

 

A Todos os Operários


19 de outubro de 1905

 

 

 

 

Cidadãos!


Outubro de 1905

 

 

 

 

Tíflis, 20 de Novembro de 1905


20 de Novembro de 1905

 

 

 

 

 

Dois Choques

(A propósito do 9 de janeiro)

7 de Janeiro de 1906

 

 

 

 

A Duma de Estado e a Tática da Social-Democracia

8 de Março de 1906

 

 

 

A Questão Agrária

Março de 1906

 

 

Sobre a Questão Agrária

29 de Março de 1906

 

 

 

 Marx e Engels Sobre a Insurreição

13 de julho de 1906

 

 

 

 

 

Anarquismo ou Socialismo?

 

Primeira Edição: Dos jornais "Akhali Droeba" (Tempos Novos) nº. 5, 6, 7 e 8, de 11, 18 e 25 de dezembro de 1906, e de 1º. de janeiro de 1907.

"Tchveni Yskhovreba" (Nossa Vida), nº. 3, 5, 8 e 9, de 21, 23 e 28 de fevereiro de 1907.

"Dro" (O Tempo), nº. 21, 22, 23 e 26, de 4, 5, 6 e 10 de abril de 1907.

 

"August Bebel,

Líder dos Trabalhadores Alemães"

 

23 de Março de 1910

 

O Marxismo e o Problema Nacional

Janeiro de 1913

 

 

 

Informe Sobre o Problema Nacional

29 de Abril (12 de Maio) de 1917

 

Discurso ao Congresso do Partido Operária Social-democrata Finlandês

 

Helsínquia

14 de Novembro de 1917

 

A Independência da Finlândia

 

Discurso proferido no Comité Executivo Central de Toda a Rússia

22 de Dezembro 1917

 

 

 

Uma das Tarefas na Ordem do Dia

6 de Abril de 1918


 

A Revolução de Outubro


(O 24 e o 25 de outubro de 1917 em Petrogrado)

6 de Novembro de 1918

 

 

 

 

Após Dois Anos


9 de Março de 1919

 

 

 

 

Três Anos de Ditadura do Proletariado

6 de Novembro de 1920

 

 

 

 

 

Sobre as Tarefas Imediatas do Partido a Respeito do Problema Nacional


Teses para o X Congresso do PC (b) da Rússia, aprovadas pelo CC ao Partido

10 de Fevereiro de 1921

 

 

As Tarefas do Partido com Relação ao Problema Nacional
Informe prestado ante o X Congresso do PC da Rússia

10 de Março de 1921

 

 

 

A Revolução de Outubro e a Política Nacional dos Comunistas Russos

7 de Novembro de 1921

 

 

 

Sobre a União da Repúblicas Soviéticas
Informe no X Congresso Pan-Russo dos Sovietes

26 de Dezembro de 1922

 

 

Sobre a União da Repúblicas Soviéticas


Informe ao I Congresso dos Soviets da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas



30 de Dezembro de 1922

 

 

 

A Questão da Estratégia e da Tática dos Comunistas Russos

14 de Março de 1923

 

 

 

Os Fatores Nacionais na Construção do Partido e do Estado

Teses apresentadas ao XII Congresso do PC(b) da Rússia, aprovadas pelo Comitê Central do Partido


24 de Março de 1923

 

 

 

 

Os Fatores Nacionais na Construção do Partido e do Estado


Informe pronunciado no XII Congresso do PC(b) da Rússia, a 23 de abril de 1923

 

23 de Abril de 1923

 

 

 

 

 

 

Sobre as Direitas e “Esquerdas” nas Repúblicas e Regiões Nacionais


10 de Junho de 1923

 

 

 

 

 

Por Motivo da Morte de Lênin

26 de Janeiro de 1924

 

 

 

 

Sobre os Fundamentos do Leninismo

18 de Maio de 1924

 

 

 

 

O Partido Comunista Polonês

3 de Julho de 1924

 

 

 

A Revolução de Outubro e a Tática dos Comunistas Russos

17 de dezembro de 1924

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Trotskismo ou Leninismo?

Discurso pronunciado no Pleno do grupo comunista do Conselho Central dos Sindicatos da União Soviética.

19 de novembro de 1924

 

 

O Partido Comunista da Tcheco-eslováquia

 

30 de Março de 1925

 

 

 

 

 

Sobre as Tarefas Políticas da Universidade dos Povos do Oriente

 

18 de Maio de 1925

 

 

 

 

 

Perguntas e Respostas

 

9 de junho de 1925

 

 

 

Uma Vez Mais Sobre o Problema Nacional

A propósito de um artigo de Sémich

30 de Junho de 1925

 

 

 

 

 

 

Doze Teses a Bolchevização

As Perspectivas do Partido Comunista Alemão e a Bolchevização

1925

 

 

 

Em Torno dos Problemas do Leninismo

(Questões do Leninismo)

25 de Janeiro de 1926

 

 

 

 

 

Sobre as Perspectivas da Revolução na China

 

30 de Novembro de 1926

 

 

 

 

 

A Revolução na China e as Tarefas da Internacional Comunista

24 de Maio de 1927

 

Discurso pronunciado na X.ª Sessão do VIII Pleno do Comitê Executivo da Internacional Comunista.

 

 

 

 

 

Comentários Sobre Temas Atuais

28 de Julho de 1927

 nº 169 da "Pravda"

 

 

 

Sobre o Problema da China

1 de Agosto de 1927

 

 

 

 

 

Caráter Internacional da Revolução de Outubro

7 de Novembro de 1927

 

 

 

 

Três características distintivas do Exército Vermelho


Discurso pronunciado num Plenário do Soviete de Moscovo em Honra do 10 aniversário do Exército Vermelho

25 de Fevereiro de 1928

 

 

 

Sobre os Problemas da Política Agrária na URSS

27 de dezembro de 1929

"Pravda" 309

29 de dezembro de 1929

(Conferência dos Técnicos Agrários Marxistas)

 

 

 

 

Sobre os Desvios no Terreno do Problema Nacional

Do Informe perante o XVI Congresso do Partido Comunista (b) da URSS


27 de Junho de 1930

 

 

 

 

Sobre os Desvios para o Nacionalismo


Do Informe sobre a atuação do Comitê Central, pronunciado perante o XVII Congresso do Partido Comunista(b) da URSS

26 de Janeiro de 1934

 

 

Entrevista com o escritor Inglês - H. G. Wells

23 de julho de 1934

 

 

 

O Homem, o Capital Mais Precioso

4 de Maio de 1935


 

 

 

A Amizade Entre os Povos da URSS, Grande e Importante Conquista

4 de Dezembro de 1935

 

 

Sobre o Projeto da Constituição da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas

25 de Novembro de 1936

 

 

Sobre o Materialismo Dialético e o Materialismo Histórico

Setembro de 1938


 

 

 

 

 

Discurso Pronunciado na Qualidade de Presidente do Conselho de Comissários do Povo da URSS e Presidente do Comitê de Defesa Nacional

3 de Junho de 1941

 

 

Discurso Perante uma Assembléia do Soviet de Moscou e Representantes de Outras Organizações

6 de Novembro de 1941


Proferido na Qualidade de Presidente do Comitê de Defesa do Estado, na véspera do

24.º aniversário da Revolução de Outubro.

 

 

 

Ordem do Comissário Nacional para a Defesa da União Soviética.

 

Moscou, 28 de julho de 1942.

 

 

 

Pronunciamento à Nação no Dia Seguinte à Vitória Soviética sobre a Alemanha Fascista

9 de Maio de 1945

 

 

 

 

Sobre o Marxismo na Linguistica

20 de Junho de 1950

 

 

 

 

Entrevista ao Jornal "Pravda"


17 de Fevereiro de 1951

 

 

 

 

 

Problemas Econômicos do Socialismo na URSS

1 de Fevereiro de 1952

 

Discurso na Sessão de Encerramento do XIX Congresso do PCUS

14 de Outubro de 1952

 

 

 

J. V. ESTALINE

ACERCA DA UCRÂNIA

 

 

 

 

 

 

Stálin em 1935 (youtube)

 

 

 

 

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