Internacional Vermelha dos Agricultores

 

Red Peasant International

(Website em inglês)

 

Крестьянский Интернационал

(Site em russo)

 

Rote Bauerninternationale

(Site em alemão)

 

L’Internationale paysanne rouge

(Site em francês)

 

أممية الفلاح الأحمر

(Site em língua árabe)

 

Secção Africana

 

IVA - restabelecido em 28 de maio de 2017
por decisão do Comintern (SH)

Este site foi criado no 3º aniversário da devolução - 28 de maio de 2020.

 

2020

Viva a Internacional Vermelha dos Agricultores !

 

2017/2020

Terceiro aniversário do restabelecimento da Internacional Vermelha dos Agricultores

 

Por ocasião do

28 de Maio, 2017 - 28 de Maio, 2019

2º Aniversário da refundação da

" Internacional Vermelha dos Agricultores"

A Secção Egípcia será formada

 

Decreto Mundial sobre a Propriedade da Terra no Mundo

adoptado pelo Comintern (SH)

e pela Internacional Vermelha dos Agricultores

a 21 of Janeiro de 2018

escrito por Wolfgang Eggers

 

 

 

Na comemoração dos 99 anos da formação da Internacional Vermelha dos Agriculores a Secãon Portuguesa do Comintern (SH) em (re) -construção traduz o seguinte artigo do comarada Enver Hoxha:

Enver Hoxha sobre agricultura
- lições indispensáveis para a construção da agricultura para o futuro mundo socialisa

19. 10. 2018

Wolfgang Eggers

 

 

 

IMPACTO DAS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS NA AGRICULTURA

 

 

 

 

Friedrich Engels

A Questão Camponesa em França e na Alemanha

22 de Novembro de 1894

 

 

 

 

 

O Trabalho da Mulher na Agricultura no Regime Capitalista

 

31 de Julho de 1913

 

 

Resolução Sobre a Questão Agrária

V. I. Lénine

13 de Maio (30 de Abril) de 1917

Primeira edição: Pravda, n.° 45, 13 de Maio (30 de Abril) de 1917.

A existência da propriedade latifundiária da terra na Rússia constitui o baluarte material do poder dos latifundiários feudais e uma garantia da possível restauração da monarquia. Esta propriedade da terra condena inexoravelmente a massa imensa da população da Rússia, o campesinato, à miséria, à vassalagem e ao embrutecimento, e todo o país ao atraso em todas as esferas da vida.

Na Rússia, a propriedade camponesa da terra, tanto a loteada (às comunidades e famílias camponesas), como a privada (terra arrendada ou comprada), está envolvida de cima a baixo, de lado a lado, por velhos vínculos e relações de semi-servidão, pela divisão dos camponeses em categorias herdadas do tempo do regime de servidão, fragmentação dos lotes, etc, etc. A necessidade de abater todas estas barreiras antiquadas e nocivas, de «tirar as cercas» da terra, de reestruturar todas as relações da propriedade da terra e da agricultura de acordo com as novas condições da economia nacional e mundial, constitui a base material da aspiração do campesinato à nacionalização de todas as terras no Estado.

Quaisquer que sejam as utopias pequeno-burguesas com que todos os partidos e grupos populistas revestem a luta das massas camponesas contra a propriedade agrária feudal latifundiária e, em geral, contra todos os entraves feudais a toda a propriedade da terra e usufruto da terra na Rússia, esta luta exprime por si mesma a aspiração — plenamente democrático-burguesa, progressista em absoluto e necessária do ponto de vista económico — de quebrar resolutamente todos estes entraves.

A nacionalização da terra, sendo uma medida burguesa, significa a liberdade da luta de classes e a liberdade do usufruto da terra, no grau mais elevado possível e concebível na sociedade capitalista, de todos os apêndices não burgueses. Além disso, a nacionalização da terra, como abolição da propriedade privada sobre a terra, representaria na prática um golpe tão poderoso na propriedade privada de todos os meios de produção em geral que o partido do proletariado deve prestar todo o seu concurso a essa transformação.

Por outro lado, o campesinato rico da Rússia criou já há muito os elementos de uma burguesia camponesa, e a reforma agrária stolipiniana sem dúvida reforçou, multiplicou e consolidou estes elementos. No outro pólo do campo reforçaram-se e multiplicaram-se igualmente os Operários agrícolas assalariados, os proletários e as massas de camponeses semiproletários a eles afins.

Quanto mais decidida e consequente for a destruição e a eliminação da propriedade latifundiária da terra, quanto mais resoluta e consequente for, em geral, a transformação agrária democrático-burguesa na Rússia, tanto mais forte e rápido será o desenvolvimento da luta de classe do proletariado agrícola contra o campesinato rico (a burguesia camponesa).

Na medida em que a revolução proletária que começa a surgir na Europa não exercer uma influência directa e poderosa sobre o nosso país, a sorte e o desenlace da revolução russa dependerão de se o proletariado urbano conseguirá levar atrás de si o proletariado rural e ligar a este a massa de semiproletários do campo, ou de se essa massa seguirá atrás da burguesia camponesa, propensa a aliar-se com Gutchkov e Miliukov, com os capitalistas e latifundiários e com a contra-revolução em geral.

Partindo de tal situação de classe e correlação das forças, a conferência resolve:

  1. O partido do proletariado luta com todas as forças pela confiscação imediata e completa de todas as terras dos latifundiários da Rússia (assim como as terras de apanágio, da Igreja, da coroa[N78], etc, etc).

  2. O partido pronuncia-se resolutamente a favor da passagem imediata de todas as terras para as mãos do campesinato, organizado em Sovietes de deputados camponeses ou em outros órgãos de auto-administração local eleitos de modo plena e realmente democrático e plenamente independentes dos latifundiários e funcionários.

  3. O partido do proletariado exige a nacionalização de todas as terras existentes no Estado; significando colocar o direito de propriedade de todas as terras nas mãos do Estado, a nacionalização coloca o direito de dispor das terras nas mãos das instituições democráticas locais.

  4. O partido deve lutar decididamente tanto contra o Governo Provisório — que, quer pela boca de Chingariov quer com as suas intervenções colectivas, impõe aos camponeses um «acordo voluntário com os latifundiários», isto é, de facto um carácter latifundiário da reforma, e ameaça castigar os camponeses pelos seus «actos arbitrários», isto é, passar à violência da minoria da população (os latifundiários e capitalistas) contra a maioria —, como contra as vacilações pequeno-burguesas da maioria dos populistas e sociais-democratas mencheviques, que aconselham os camponeses a não tomar toda a terra antes da Assembleia Constituinte.

  5. O partido aconselha os camponeses a tomar a terra de modo organizado, sem permitir em caso algum a menor deterioração dos bens e com a preocupação de aumentar a produção.

  6. Todas as transformações agrárias em geral só podem ser eficazes e duradouras com a completa democratização de todo o Estado, isto é, por um lado, com a supressão da polícia, do exército permanente e do funcionalismo privilegiado de facto, e, por outro lado, com o mais amplo regime de administração local, inteiramente livre de toda a fiscalização e tutela de cima.

  7. É necessário empreender imediatamente e por toda a parte a organização separada e independente do proletariado agrícola, tanto sob a forma de Sovietes de deputados de operários agrícolas (e de Sovietes especiais de deputados de camponeses semiproletários), como sob a forma da organização de grupos ou fracções proletários nos Sovietes gerais de deputados camponeses, em todos os órgãos de administração local e municipal, etc, etc

  8. O partido deve apoiar a iniciativa dos comités camponeses que numa série de lugares da Rússia entregam o gado e as alfaias dos latifundiários ao campesinato organizado nesses comités para uma utilização socialmente regulamentada para o cultivo de toda a terra.

  9. O partido do proletariado deve aconselhar os proletários e semiproletários do campo a procurarem conseguir a transformação de cada propriedade latifundiária numa propriedade modelo bastante grande, administrada por conta da sociedade pelos Sovietes de deputados de operários agrícolas sob a direcção de agrónomos e empregando os melhores meios técnicos.


 

Problemas Econômicos do Socialismo na URSS

1 de Fevereiro de 1952

 

 

 

Sobre os Problemas da Política Agrária na URSS

27 de dezembro de 1929

"Pravda" 309

29 de dezembro de 1929

(Conferência dos Técnicos Agrários Marxistas)

 

 

A Revolução de Outubro e o Problema das Camadas Médias

7 de Novembro de 1923

 

 

A Questão Agrária

Março de 1906

 

 

Sobre a Questão Agrária

29 de Março de 1906