África

 

 

 

 

 

 

 

português

 

Abaixo as superpotências

os EUA e a China

- que são os principais inimigos da revolução socialista em África!

Vamos derrotar os

inimigos de classe através

das suas próprias armas!

 

Viva a revolução mundial na África!

Viva a África vermelha num mundo vermelho !

 

    os cinco clássicos do marxismo-leninismo


    sobre a África

em língua Swahili:

Maelezo


ya chama cha

kikomunist

 

(Manifesto Comunista)

K . M a r k s ,
F . E n g e l s

 

Tafsiri hii ya "Maelezo ya Chama cha Kikomunist"
inatokana na maandishi ya mchapo wa Kiingereza
wa 1888, uliolengenezwa na F. Engels.
Maandishi hayo yana maelezo ya F. Engels yaliyofanywa
na yeye kwa mchapo wa Kiingereza wa 1888
na mchapo wa Kijerumani wa 1890.
Mchapo huo unakusanya makala zote za ubangulizi
zilizoandikwa na waandishi wa "Maelezo” kwa
michapo yake mbalimbali.

 

 

 

Marx-Engels

Manifesto Comunista

em língua ZULU

 

 

 

em língua AFRIKAANS:

Die Kommuniste-Manifes

 

deur

Karl Marx en Friedrich Engels

 

O Comintern acerca da África

 

 

Obras da Albânia socialista do camarada Enver Hoxha sobre a África


 

 

 

 

 

Obras da União Soviética de Lenine e de Estaline sobre a África

 


Teoria e táctica da

revolução socialista mundial

em África

 

“Plataforma de África”

 

do Comintern (EH)

10 de outubro de 2012

 

 

 

 

 

 

PLATAFORMA REVOLUCIONÁRIA MUNDIAL
DA INTERNACIONAL COMUNISTA

(DECLARAÇÃO PROGRAMÁTICA MUNDIAL)
7 de Novembro de 2009

Prefácio [ excerto ]


No que respeita á África lusófona (Angola, Moçambique, Guiné, Cabo Verde, etc. …), estes países estiveram meio milénio (!!) sob o domínio colonial português, durante o qual foram ferozmente explorados pela burguesia portuguesa. Depois de terem atingido a independência em 1975 (que estes povos só conseguiram através de uma corajosa luta de libertação nacional anti-colonialista), estes países viram-se no meio das rivalidades entre o Imperialismo Americano e o social-imperialismo Soviético. Essas rivalidades impuseram violentas guerras civis que causaram milhões de vítimas (as guerras civis de Angola e Moçambique são consideradas como tendo sido das mais sangrentas na história de África). Finalmente, o social-imperialismo soviético triunfou e estes países começaram a ser oprimidos pela burguesia imperialista soviética através dos seus lacaios locais, que tentavam enganar as massas afirmando mentirosamente estarem a seguir uma linha “socialista” ou mesmo “Marxista-Leninista”! (o Camarada Enver desmascara e expõe implacavelmente todos estes traidores oportunistas e explica a situação Angolana de forma magistral no seu excelente livro

“Imperialismo e a Revolução”). Hoje em dia, os países africanos de língua portuguesa figuram entre os mais pobres do mundo. As oligarquias dominantes nestes países conseguem lucros escandalosos através da corrupção e da exploração do povo, enquanto negam a esse mesmo povo até os direitos democráticos mais básicos. No entanto, devemos notar que estas oligarquias capitalistas e tirânicas que governam os países africanos lusófonos contam com o apoio do social-imperialismo Chinês, que deriva directamente das teorias reaccionárias e anti-Marxistas do “Terceiro Mundo” engendradas por Mao Zedong e que tenta hoje atingir posições dominantes em toda a África. Por isso, os povos africanos de língua portuguesa devem combinar a luta contra a burguesia local com a luta contra a burguesia imperialista chinesa, que ainda tenta esconder o seu carácter agressivo e predatório atrás da máscara da “ajuda socialista (!!) aos países do terceiro mundo”.

Os povos destes países possuem um sentido de revolta muito acentuado mas ainda desorganizado, e se eles tomassem conhecimento acerca da ideologia Estalinista-Hoxhaista, isso iria certamente inflamar a África lusófona com o fogo da revolução!

 

 

 

 

 

Declaração do Comintern (EH)

acerca do Congo

Setembro de 2012

 

 


 

Declaração do Comintern (EH)

acerca do Zimbabué

12 de Dezembro de 2012


(excerto da terceira parte da “Declaração de Guerra contra os Maoistas”)

 

 

 


Os Maoístas Colombianos (MLM) sobre a África

 

Sem surpresa, os Maoistas tentam esconder-se por detrás de máscaras"revolucionárias", fingindo denunciar "o Apartheid de classe na África do Sul" e a "interferência do imperialismo estrangeiro no país". Eles não perdem a oportunidade de fazer uma falsa crítica ao "imperialismo chinês" a fim de esconderem que foi o Maoismo que originou este mesmo imperialismo. Uma vez mais, os Maoistas Colombianos estão a defender os interesses da burguesia nacional (da burguesia nacional Sul-Africana, neste caso). Eles fazem isso para facilitar a ascensão do imperialismo Chinês - que promove os interesses da burguesia nacional de cada país com o objetivo de enfraquecer as influências dos outros imperialismos rivais. Imediatamente após estes imperialismos rivais serem expulsos, estas "burguesias nacionais" serão automaticamente transformadas em burguesias pró-Chinesas de tipo compradore – e este é um dos principais objetivos da ideologia Maoista.

E isto porque os Maoistas "ortodoxos" - como os do MLM - não têm absolutamente nada contra o imperialismo Chinês. Eles simplesmente não concordam com a ordem abertamente pró-capitalista e exploradora que foi imposta pelos sucessores de Mao. Eles preferem a preservação dos disfarces “socialistas” que existiram durante a época de Mao, pois desta forma o proletariado mundial é muito mais facilmente enganado e mantido longe da autêntica ideologia comunista. Mas nós, Estalinistas-Hoxhaistas, não vamos descansar até que o fascismo Maoista seja completamente desmascarado. É a nós e ao proletariado mundial que pertence a honra de enterrar definitivamente o Maoismo.


África – uma colónia dos social-imperialistas Chineses!

 

 

 

Em 2009, a China tornou-se no maior "parceiro comercial" da África, ultrapassando os Estados Unidos. E o investimento directo da China em África tem subido de 100 milhões de dólares em 2003 para mais de 12 biliões de dólares em 2011.

Desde que em 2005 a China começou a "investir" a sério em África, o imperialismo Chinês tem sido rotineiramente descrito como um imperialismo furtivo com um apetite voraz por mais-valia que não hesita em explorar os Africanos para a obter. Não é de admirar que o governo Americano esteja desesperado perante o seu novo concorrente – enquanto a China tem feito grandes investimentos em África, os Estados Unidos têm tido um papel secundário enquanto vêem a sua influência sobre este continente diminuir cada vez mais.

 

Dantes, os escravos eram exportados.

Hoje, eles são escravizados nos seus próprios países Africanos.

E o que é exportado?

- Todas as riquezas dos povos do continente Africano!

Vamos expropriar todos os bens que o imperialismo mundial possui na África!

Vamos expropriar os bens dos social-imperialistas Chineses em África!

Vamos expropriar todos os bens das burguesias nacionais de África!

Viva a África socialista dos operários e dos camponeses!

Viva a ditadura do proletariado Africano!

Viva a ditadura do proletariado mundial!

Viva o socialismo mundial!

 

 

 

 



Um Africano foi morto numa esquadra de polícia Chinesa!

China – "socialista" em palavras – racista em actos!

Protesto de Africanos no distrito de Guangzhou Yuexiu.

 

Eles vão contar a verdade acerca dos social-fascistas Chineses quando regressarem a África, e vão começar a luta revolucionária contra o colonialismo Chinês no continente Africano!

 

 

Terça-feira – 19 de Junho de 2012


Africanos juntam-se para protestarem

 

 

 

Aqui pode-se saber a verdade acerca da chamada “Amizade Sino-Africana”!

 

 

 

Esta é a máscara usada pelos social-imperialistas Chineses!!!

 

E isto é o que os social-fascistas Chineses pensam, de facto, sobre os negros:

 

"Nós temos de expulsar estes diabos negros da China, nós não queremos diabos negros aqui!! Os diabos negros são perigosos para a sociedade, eles significam violações, roubos, HIV, etc.…em que é que beneficiamos se deixarmos estes diabos negros ficarem na China??”


O cúmulo da imprudência:

Os social-fascistas Chineses espalham inúmeros comentários racistas deste tipo na sua imprensa !!!

 

 

 

 



Washington está sob

 

fogo cerrado em todo

 

o mundo!


14 de Setembro de 2012

 

 

 

 

 


Manifestantes trepam pelo portão da embaixada Americana

 

 

 



AFRICOM VAI-TE EMBORA!


NINGUÉM PRECISA DE TI!



Luvas limpas

 

escondem mãos sujas

 


 


O objectivo da AFRICOM é simplesmente garantir a ocupação e a colonização militar da África.


A AFRICOM é apenas uma cortina de fumo atrás da qual a América quer esconder os seus meios para garantir o petróleo e os outros recursos naturais da África.

Os líderes Africanos não devem esquecer que o poderio militar tem sido sucessivamente utilizado pelos USA e pela Europa como a única forma eficaz de realizar a sua agenda para garantir que os governos de cada país permanecem sob o seu domínio e influência.


Como o seu quartel-general está na África, a AFRICOM assegurar que os tentáculos da plutocracia Americana atingem facilmente todos os países Africanos e influenciam cada acontecimento em benefício dos EUA.

Ao hospedar o exército, a África cede a sua independência militar á América e aceita o processo que inicia a sua re-colonização através de um exército que pode subjugar qualquer tentativa por parte da África para reconquistar a sua independência militar.

Em vez de ajudarem a África, os Estados Unidos estão actualmente envolvidos em missões secretas para desestabilizarem as nações Africanas. O Uganda, a Somália, o Sudão, a Nigéria e o Mali estão prontos para serem os locais dos próximos grandes genocídios.

Durante 400 anos, a nossa pátria ancestral foi saqueada, e com a ascensão da China como novo concorrente colonial, as coisas estão prestes a ficar muito piores para os povos que habitam a nossa pátria natal.

Os Estados Unidos e as outras potências brancas tentam esconder as suas motivações desprezíveis. Elas fingem estar a apoiar uma causa nobre ou a beneficiar os povos, mas por detrás desta fachada, as potências brancas (incluindo os Estados Unidos) provam ser mais predatórias do que nunca. Uma dessas fachadas é a AFRICOM.

A AFRICOM, o Comando Africano dos Estados Unidos, é responsável pelas operações militares Norte-Americanas e pelas relações militares com todos os 54 países Africanos. Depois de se tornar operacional no dia 28 de Setembro de 2007, a AFRICOM tornou-se num braço do colonialismo Americano. Ironicamente, o primeiro comandante da AFRICOM foi um negro (o General William E. Ward.)


De acordo com Theresa Whelan, a vice-secretária da Defesa Americana para os assuntos Africanos, a AFRICOM irá trabalhar em parceria com os países Africanos e com as organizações internacionais relativamente a outras questões relativas à estabilidade e ás ameaças de terrorismo.

"(A AFRICOM) representa uma oportunidade para fortalecer e expandir as relações de segurança Norte-Americanas e Africanas de tal maneira que os nossos esforços combinados com os dos nativos podem ajudar a gerar mais sustentabilidade e mais estabilidade no continente", disse Whelan num comunicado.


Um outro organizador militar responsável pela criação da AFRICOM afirmou que "Nós somos uma organização militar, nós não criamos política. Em vez disso, apoiamos as decisões políticas e coordenamos as nossas acções em estreita colaboração com o Departamento de Estado, as embaixadas dos EUA na região, a Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e outras agências do governo dos EUA que foram consideradas como parceiras fiáveis em África durante décadas."


Será que sabem que outra organização de “ajuda” afirmou ser um "parceiro fiável" de África? A Sociedade Africana Internacional do rei Leopoldo – uma holding privada disfarçada de associação científica internacional e filantrópica, cujas acções incluíam a escravização da população nativa, espancamentos selvagens, matança generalizada e mutilações frequentes quando as suas quotas irrealistas não eram concretizadas.


O anúncio de Obama representa uma intervenção altamente incomum para os Estados Unidos", relata a Associated Press. "Apesar de alguns soldados americanos estarem baseados em Djibouti [na mega base de 6 biliões de dólares da AFRICOM] e de pequenos grupos de soldados terem sido enviados para a Somália, os EUA tradicionalmente têm hesitado em enviar forças para ajudar as nações Africanas a combaterem as revoltas.




 

 

 

 

ABAIXO COM O

IMPERIALISMO

AMERICANO!

DESTRUAM TODAS AS

BASES MILITARES

ESTRANGEIRAS NO

CONTINENTE AFRICANO!

 

 

 

 

 

no mapa: 1000 bases militares Americanas

visitem também este site das forças armadas Americanas em África

Nota: Não existem nem nunca existiram bases militares estrangeiras nos EUA!! 

 

 

 



O 5º Congresso Pan-

Africano, que teve lugar

em Manchester, no

Reino Unido em

Outubro de 1945:

Os delegados do 5º Congresso Pan-Africano acreditam no direito de todos os povos a governarem-se a si próprios. Nós afirmamos o direito de todos os povos coloniais a controlarem o seu destino. Todas as colónias devem ser livres do controlo imperialista, tanto político como económico. Os povos das colónias devem ter o direito a elegerem os seus próprios governos sem restrições impostas por potências estrangeiras. Nós dizemos que os povos das colónias devem lutar pelos seus direitos.

O objective das potências imperialistas é a exploração. Se garantirmos o direito aos povos coloniais de se auto-governarem, este objective será frustrado. Assim, a luta pelo poder politico por parte dos povos coloniais e oprimidos é o primeiro passo em direcção á total emancipação política, social e económica.
O 5º Congresso Pan-Africano apela aos operários e camponeses das colónias para que se organizem efectivamente. Os trabalhadores coloniais devem estar na frente da luta contra o imperialismo. As armas das greves e boicotes são invencíveis.

Nós também apelamos aos intelectuais e ás classes profissionais das colónias para despertarem para as suas responsabilidades. Ao lutarem pelos direitos sindicais, pelo direito a formarem cooperativas, pela liberdade de imprensa, de assembleia, de manifestação e greve, pela liberdade de publicarem a literatura necessária para a educação das massas, estarão já a usar os meios através dos quais as liberdades podem ser conquistadas. Hoje, só há um caminho para a efectiva educação e organização das massas. E é a essa organização que os coloniais educados se devem juntar.

Povos coloniais e oprimidos do mundo – Uni-vos!”




 

 



Abaixo o culto de

 

personalidade ao

 

burguês-nacionalista

 

Kadhafi!

 

 




Os defensores de Kadhafi chamam-no de "herói Africano", "guia de excelência" e "irmão Muammar". As suas "propostas para honrar o herói Kadhafi" seriam risíveis se não fossem tão intensamente social-fascistas: a construção de uma estátua de Kadhafi em todas as capitais Africanas, a construção de um "museu Kadhafi", a criação de uma moeda Africana com o seu nome, a criação de um "prémio Kadhafi", etc. ... E o pior de tudo é que eles não defendem este lixo todo para nada. O líder da ALAC também é o líder do infame ACTUS Maoista e, portanto, nada aqui é feito à vontade. Os Maoistas são muito inteligentes e não devem ser subestimados. Eles sabem muito bem que os mitos criados em torno de Kadhafi estão amplamente difundidos entre as massas trabalhadoras Africanas e eles estão louvando Kadhafi para conquistar trabalhadores Africanos para o seu lado Maoista.


Na verdade, Kadhafi era o representante da burguesia nacional Líbia que ficou farta de ver imperialistas estrangeiros ficando com todos os lucros, e decidiu por isso lutar contra eles com o único propósito de obter os lucros para si mesma. Na verdade, Kadhafi era um megalomaníaco que teve a sorte de ser capaz de manter as superpotências imperialistas longe durante várias décadas – em favor de sua acumulação próprio lucro. Esta é a razão por trás da lenda sobre o seu alegado "combate anti-imperialista". Kadhafi foi odiado pelos imperialistas porque ele insistiu em ocupar um lugar "independente" dentro do mercado capitalista mundial, um lugar que impediu os imperialistas de realizar os seus sonhos de controlar totalmente as abundantes fontes de petróleo da Líbia. É por isso que os imperialistas mundiais aproveitaram a primeira oportunidade para se livrarem de Kadhafi e para transformarem a Líbia num estado cliente fiel ao serviço dos monopólios do petróleo.


Mas Kadhafi nunca defendeu a única solução definitiva para abolir para sempre o imperialismo – a implementação do socialismo mundial e do comunismo mundial. Na verdade, não podemos sequer dizer que ele se opôs ao imperialismo como um todo, porque ele defendia os "Estados Unidos da África", com o objectivo de alargar a influência da burguesia nacional da Líbia sobre todo o continente Africano. Portanto, ele opôs-se apenas ao imperialismo estrangeiro, mas não ao imperialismo vindo da sua própria classe.


Claro que Kadhafi tinha uma fraseologia "patriótica" e "nacionalista" que atrai muitos Africanos que estão cansados
​​de ver os seus respectivos países sendo devastados pela gula imperialistas pelos lucros. Para estas massas Africanas, qualquer um que apareça gritando contra a dominação imperialista estrangeira é automaticamente considerado como "um revolucionário anti-imperialista". E não devemos esquecer que Kadhafi usou alguns slogans "socialistas" que contribuíram para enganar os trabalhadores Africanos ainda mais sobre a verdadeira natureza do regime burguês-fascista de Kadhafi. Em face disso, como Estalinista-Hoxhaista, é nosso dever denunciar não só o verdadeiro carácter de classe das ideias "Árabe-socialistas" de Kadhafi, mas também de todos aqueles que – como o ALAC – usam essas ideias como um meio de manipular as aspirações dos trabalhadores Africanos ao socialismo.

As organizações Neo-Revisionistas como o ALAC apresentam os burgueses nacionalistas como Kadhafi como sendo "anti-imperialistas", a fim de evitar que os trabalhadores Africanos sigam o caminho da revolução socialista mundial e adiram ao comunismo revolucionário.


Eles fingem lutar contra o imperialismo, mas na verdade eles estão a fazer o máximo para manter o imperialismo mundial vivo, porque eles tentam manter os proletários Africanos longe do Marxismo-Leninismo-Estalinismo-Hoxhaismo - a única ideologia que é capaz de destruir definitivamente todos os tipos de imperialismo. Mas eles não vão conseguir. Nós, Estalinistas-Hoxhaistas, seremos vitoriosos contra este tipo de maquinações Neo-Revisionistas.


Com tudo isto, nós não queremos para defender o regime pró-imperialista que está actualmente a governar a Líbia. Nós, comunistas, odiamos a burguesia compradore tanto quanto a chamada burguesia nacional "patriótica", porque ambas exploram e oprimem as classes trabalhadoras.


Mas o camarada Enver disse uma vez que "é necessário destruir os mitos". E isto é totalmente aplicável à ideologia burguês-nacionalista de Kadhafi, porque há ainda muitos mitos ao seu redor que devem ser destruídos para que os trabalhadores Africanos possam adquirir uma consciência genuinamente socialista e a capacidade de tornar-se num destacamento de confiança do futuro exército vermelho proletário mundial.


 

 

 

sempre em “boa” companhia …

 

 

 


O “Rei dos Reis” dos nacionalistas Africanos 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


 


 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Lista alfabética:

Países africanos


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